6 de agosto de 2010

MON AMOUR: Quinto Capitulo!

Continuação do capitulo anterior

Empresa, sala de reuniões

O clima é tenso. Todos estão muito ansiosos. O vídeo acaba de carregar e Miguel aparece na tela.

Miguel (em vídeo)- Olá para todos. Penso que quem está me assistindo agora são aquelas pessoas pelas quais eu mais gostava. Pois é, eu não estou tão morto quanto parece (risos)! Sou eu quem vai decidir o futuro de todos vocês a partir deste testamento! Tenho certeza que vocês se surpreenderão com que eu vou falar agora! Mas eu vou falar, sem mais rodeios, pois estou louco para voltar para o meu descanso eterno (risos)! Prestem atenção! Eu possuía cinqüenta e um por cento de todas as ações da empresa. A divisão é bem clara: Você, Gisele, ficará com onze por cento. Você, Jean, meu bom amigo francês, lhe dou dez por cento! Já Larissa e Luana... As duas irmãs que nunca deram certo. Tá na hora de vocês competirem por uma justa causa. Cada uma das duas, inicialmente, receberá dez por cento também. Mas, ainda restam dez por cento para eu distribuir, e são vocês duas que terão de conquistá-los! ... Ouçam bem. Houve um misterioso crime em uma fazenda próxima de Paris, na França. Guilhourme, um empregado da fazenda, foi morto misteriosamente. A polícia investiga a identidade do assassino, mas até hoje não se descobriu nada. Qualquer um dos seis bilhões de habitantes podem ser os assassinos. Caberá a vocês duas moverem céus e terras para desvendar este mistério. Quem conseguir descobrir o assassino conquistará os outros dez por cento e assumirá a presidência da empresa. Enquanto isso ficará no comando Gisele, que por enquanto possui a maioria das ações. Agora eu já vou indo. Bom duelo pra vocês!

Fazenda de Camille

Camille, Eliane e Leterre estavam na cozinha trabalhando.

CAMILLE- Eliane, faça um café bem gostoso e um bom pão de queijo e leve para os policiais. Eles já devem estar acabando a perícia.

ELIANE- Tudo bem, mamãe.

LETERRE- Mãe, eu estava pensando uma coisa cá com meus botões... Por que será que papai quis que Jean participasse de seu testamento?

CAMILLE- Jean é um moço competente e de confiança. Seu pai estimava-o muito. Além disso, ele sempre gostou de administração. Deve ser por isso.

LETERRE- Eu também gosto de administração. Não se lembra quando eu fiz aquele curso em Paris? Além do mais, eu sempre pedi a papai que me levasse para o Brasil com ele, para ajudá-lo na empresa. Tem alguma coisa errada nesta história.

CAMILLE- Não se preocupe. Jean é um moço de total confiança.

LETERRE- Será mesmo?

Leterre faz uma expressão de raiva.

Neste momento, entram os dois policiais. Camille convida-os a sentar e pede que Eliane sirva o lanche.

CAMILLE- Descobriram alguma coisa?

POLICIAL- Achamos uma caixa de jóias guardadas. Isso levanta a hipótese de ser uma tentativa de assalto.

CAMILLE- Mas se fosse isso, o ladrão teria levado essas jóias.

POLICIAL- Pois é. Continuamos na mesma.

Empresa, sala de reuniões

GILBERTO- Como viram, este é o testamento. Já amanhã, Gisele poderá tomar posse da presidência. Enquanto isso, os outros acionistas podem participar das reuniões, das decisões da empresa, opinando e votando. Você Jean, pode permanecer na empresa sediada em Paris, se preferir.

JEAN- Não! Não por enquanto. Eu tenho algumas coisas ainda para fazer aqui – diz o rapaz, olhando para Larissa.

GILBERTO- Façam como quiser. Alguém tem algo a falar?

LARISSA- Eu tenho! Eu aviso á todos que não participarei desta competição ridícula! Proponho à Luana uma negociação!

Choque para todos. Luana olha com olhar maquiavélico.

GISELE- Minha filha, não tome nenhuma decisão precipitada...

LUANA- Isso cabe a ela decidir!

GILBERTO-- E então, Larissa? Vai se recusar a entrar na competição e entregar as ações para Luana?

Larissa fica pensativa.

Continua no próximo capitulo!

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