21 de maio de 2018

News TV, por Marcos Silvério - 21 Mai



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Morte de Michael Jackson inspirou "Segundo Sol"


Vilões engraçados vão ocupar o horário nobre a partir desta segunda (14), juntamente com um cantor mascarado por uma falsa morte e o drama de uma mocinha que teve sua família dilacerada. João Emanuel Carneiro, autor de Segundo Sol, revela que sua nova história começou a ser traçada a partir da morte do ídolo pop Michael Jackson, em 2009.

"A história do Beto Falcão [Emilio Dantas] tem a ver com a de Michael Jackson. Pensei nele quando li que o astro faturou mais na semana em que morreu do que nos dez anos anteriores à sua morte. Mas tem inspiração também em vários outros artistas que passaram a ficar mais conhecidos com a morte", conta o novelista.

Na trama, Beto Falcão é um cantor decadente que é dado como morto em um acidente aéreo, em 1999. Ele assume outra identidade e se esconde numa ilha.

Ao apresentar a segunda fase da trama na sinopse, ele esclarece que, após uma passagem de 18 anos, Beto Falcão virou um popstar do axé depois da sua suposta morte e que suas músicas jamais foram esquecidas.

"Pelo contrário, sua fama se consolidou, colocando-o naquele panteão de figuras que saíram da vida para entrarem na história, assim como Mamonas Assassinas, Elis [Regina] e Cristiano Araújo", informa Carneiro no texto.


O autor vai alternar essa trama com a de Luzia (Giovanna Antonelli). Minha ideia inicial foi trazer uma família destruída, estilhaçada. Com essa mulher que quer reconstruí-la, juntar os caquinhos. Novela é um novelo, você vai juntando vários pedaços. Aí veio a história desse homem, desse anti-herói", conta o autor.

Segundo Sol terá 155 capítulos, um pouco menos do que suas antecessoras, que foram até o 173. "Mas já são muitos. Novela é muito texto", reclama.

Carneiro se revela inquieto, um autor que gosta de entregar logo as histórias e "remontar seu próprio brinquedo".

Ao se ver cercado por três, quatro jornalistas na lançamento da novela, ele deixou claro que seu negócio é escrever. Conciso nas respostas, Carneiro tentou encerrar a entrevista o quanto antes. Nos eventos de apresentação dos folhetins da Globo, é muito comum os autores e atores ficaram mais uma hora dando entrevistas para vários repórteres.

Na conversa com a imprensa Carneiro parecia ter pânico disso. A cada pergunta respondida dizia à reportagem: "Está bom, né?".

O forte dele é criar personagens que têm vários lados contrastantes, ninguém é só bonzinho ou mauzinho em suas novelas. "Agora, o Beto Falcão comete um erro humano para salvar a família. Ele mente que morre porque a fama dele só se dá com a morte. Gosto de lidar com essa zona cinza, com nosso livre-arbítrio", comenta.

O estardalhaço feito pela Globo ao lançar A Regra do Jogo em 2015 como uma novela de João Emanuel Carneiro, o autor de Avenida Brasil (2012), não se repetiu desta vez. A emissora nem poderia "vender esse peixe", já que a última trama do autor demorou para mostrar resultado no Ibope, sofreu com a concorrência de Os Dez Mandamentos e recebeu muitas críticas por ser violenta demais.

"Eu tenho que esquecer essa expectativa toda em cima de mim porque é uma coisa muito opressiva. No caso dessa novela, ela é muito singela, emotiva, de fácil compreensão, um canal direto de emoção com o público. Acho que ela vai emplacar por causa disso. A novela tem leveza e é muito bem-humorada."
  


Carneiro diz ainda que se orgulha de ter escrito A Regra do Jogo, mesmo sem ter sido uma trama popular como a emissora esperava. Ele afirma que não existe fórmula para o sucesso e que toda estreia, para ele, é como se fosse a primeira vez.

Sua vida durante uma produção não tem nada de glamour. "Escrevo 12 horas dia de domingo a domingo. Fazer novela é uma renúncia à vida pessoal", diz.

Seus companheiros nessa jornada são imaginários. Carneiro conta que o vilão é sempre um coautor em suas histórias. "O autor está na figura do vilão porque é ele que propõe a ação, propõe o tempo todo a história que vai adiante."

Agora ele vai ter duas vilãs na linha de frente, Laureta (Adriana Esteve), que gosta de ser má e não sua máscara, e Karola (Deborah Secco), uma golpista louca para esquecer o passado pobre.

A dupla será unha e carne, mas também fará um jogo de gata e rata em cena. Há um mistério sobre a ligação delas, algo que Carneiro quer esconder de qualquer maneira até o capítulo 100. Seriam mãe e filha? Amantes? Várias especulações estão surgindo.

Fonte: Na Telinha


Autor dá pistas sobre "Segundo Sol"


João Emanuel Carneiro se prepara para dar a cara a tapa de novo. Depois de uma trajetória ascendente na Globo, do megahit “Avenida Brasil” e da não tão bem sucedida “A Regra do Jogo”, que colocou um ponto final em sua parceria com a diretora Amora Mautner, o escritor volta aos holofotes com “Segundo Sol”, próxima novela das nove da emissora, desta vez fazendo dupla com o veterano Dennis Carvalho na direção.

“A gente tem medo de ser chato” - “Tenho uma coisa em comum com o Dennis: a gente gosta de verdade na atuação. E a gente tem medo de ser chato. O medo de ser chato é muito importante sempre. Não podemos perde-lo. Enfim… Será uma grande jornada agora. Que Deus nos ajude, né?”, disse João.

“Thriller psicológico” - Sobre a trama… “É uma história de emoção, de família, singela, que chega no coração das pessoas, que fala da capacidade do brasileiro de se reinventar, como uma escola de samba. Conto com o talento do Dennis para dar esse clima de thriller psicológico e mostrar as camadas dos personagens, essa densidade de cada um”.

“Ele tem algo de Macunaíma” - Sobre o protagonista, o cantor de axé Beto Falcão [Emilio Dantas], dono de um só sucesso, que estava por baixo na carreira e finge estar morto quando percebe que pode faturar mais com isso… “Ele tem algo de Macunaíma. É um herói, mas com lados humanos, falhos. É um anti-herói também: topa enganar o povo, dizer que morreu e continuar vivo. Esse é o dilema, o conflito interno dele”.

“São dois mascarados” - E por que apostar em um mocinho “torto”? “Torço mais por gente mais humana, que tem falhas, alguns problemas, do que por pessoas totalmente puras, perfeitas”. A mocinha [Giovanna Antonelli] também é controversa. Acusada injustamente de um crime, ela foge para outro país e deixa os dois filhos pra trás. A menina vira viciada em drogas, o menino, garoto de programa… “A novela é muito sobre a volta dessa mulher que teve a família quebrada juntando os caquinhos, tentando se reaproximar dos filhos… E, sem querer, ela reencontra esse homem [o Beto], que foi o grande amor da vida dela e acha que está morto. Então são dois mascarados, dois mortos se encontrando… Como eles se tornarão de novo uma família? Essa que é a pergunta”.

“Diferente da Carminha, é uma figura libertária, que afronta os outros” - Não dá pra não falar das vilãs! Adriana Esteves, consagrada na pele de Carminha de “Avenida Brasil”, é a malvada da história de novo, interpretando Laureta, uma promoter que na verdade é cafetina, uma mulher ardilosa que ajuda Karola [Deborah Secco] a separar os protagonistas. “A Laureta é diferente da Carminha. A Carminha era dissimulada. Fingia que era mãe de família e era uma tremenda duma doida. Essa aqui não, essa é uma figura libertária, que afronta os outros. Ela justamente gosta de afrontar, é original. Não deve satisfação a ninguém. É uma transgressora. Faz o que quer, e gosta. É bem diferente da Carminha, que dava satisfação aos outros”.

“Nem sob tortura” - E Karola? “A Karola é uma vilã palhaça, errada, que se atropela, se atrapalha. Não é que seja cômica, mas é uma vilã muito humana. Mais não conto, nem sob tortura. O segredo do novelista é guardar seus capítulos”. (por Michelle Licory)

Fonte: Glamurama


Giovanna Antonelli fala sobre "Segundo Sol"


Na nova novela da Globo para a faixa das 21h, de João Emanuel Carneiro, Giovanna Antonelli será a baiana Luzia, que sobrevive catando mariscos para sustentar seus dois filhos. Vítima de uma armação para lhe separar do seu namorado, terá que fugir do Brasil e abandonar tudo, até sua família.

"Acho João o máximo. Mas não faço ideia do que vai acontecer. E adoro essas surpresas", disse a atriz sobre possíveis reviravoltas na trama, uma das características do autor. Dentro outras novelas, João Emanuel Carneiro escreveu "Cobras e Lagartos", "A Favorita" e o grande sucesso, "Avenida Brasil".

Sobre seus outros trabalhos em novela, ela é direta: "escolho os que fiz porque amava fazer eles. Faria outra vez com prazer".

Em "Segundo Sol", Luzia se apaixonará por Miguel, que na verdade se trata do famoso cantor Beto Falcão, vivido por Emílio Dantas, dado como morto após um acidente aéreo. Para Giovanna Antonelli, não tem como comparar este trabalho com nenhum outro que ela já fez, e explica: "Toda criação é singular. Única, na minha opinião. Até porque todo ser humano é único.

Tendo as primeiras cenas gravadas na Bahia, a atriz classifica a experiência como "incrível" e revela que recebeu tanto carinho que voltou de lá "preenchida". "O sotaque é uma música gostosa de ouvir e contagia, não tem jeito", completa.

Sobre a caracterização da personagem Luzia, Antonelli diz que topou todas as mudanças e definiu o processo como "fantástico e fundamental". "Sobre cabelo, o (Fernando) Torquatto já tinha a proposta pronta na cabeça. De cara topei e amei", explica.

No novo folhetim das 21h, depois de quase 20 anos, Luzia terá uma segunda chance na vida, e retornará à fictícia ilha de Boiporã como a DJ Ariella, e tentará unir sua família.

"Não acho que o recomeço faça parte somente diante de decepções. Adoro recomeçar sempre. Traz frescor, esperança, renovação, reaprender é sempre bom. Ter a chance de recomeçar é um presente", responde Giovanna sobre lidar com a segunda chance diante de uma decepção.

Mãe de três filhos, a atriz diz que mesmo envolvida intensamente nas gravações, sua família sempre está em primeiro lugar e se desdobra a mil: "com prazer, pra poder pra atendê-los".

Na opinião de Antonelli, a novela tem inúmeros fatores que são capazes de conquistar a audiência e cita alguns deles: "família, amor, recomeço, segunda chance, reconstrução e união", e completa: "Já dá curiosidade e vontade de ver com tantos elementos, né?!".

"Segundo Sol" estreia no dia 14 de maio, substituindo "O Outro Lado do Paraíso".

Fonte: Na Telinha


Novela de Manuela Dias começa a ganhar vida


Um movimento vem chamando a atenção nos bastidores da Globo  nas últimas semanas.

A produção da novela de Manuela Dias, que tem o título provisório de "Troia", primeiro trabalho da autora para a faixa das 21h, está com uma produção bem adiantada para um produto que tem previsão de estreia somente para 2019.

A direção artística da trama é de José Luiz Villamarim, repetindo a parceria da minissérie "Justiça".

Nas últimas semanas, Villamarim vem conversando e fazendo convites para atores integrarem o elenco da nova novela, algo natural. Porém, isso vem despertado a atenção de alguns profissionais da Globo.

Embora a emissora seja organizada e trate seus produtos como indústria de entretenimento, a pré-produção de "Tróia" estaria ganhando forma numa velocidade e período que normalmente não acontece.

No elenco, já foram definidos os atores Cauã Reymond, Taís Araujo, Marjorie Estiano, Carol Duarte e vem conversando com outros. Além disso, a equipe de produção está praticamente montada.

"Troia" está prevista para estrear em junho do ano que vem, como sucessora de "O Sétimo Guardião", de Aguinaldo Silva, que está na Justiça numa disputa de direitos autorais.    

Fonte: UOL


Marco Nanini pede para deixar "Deus Salve o Rei"


Marco Nanini pode deixar o elenco de “Deus Salve o Rei” – trama das 19h da TV Globo. O intérprete do rei Augusto teria ficado insatisfeito ao ver suas cenas descartadas e pedido para sair do folhetim de Daniel Adjafre.

O ator também teria alegado que não é mais necessário na produção, tendo em vista que faria apenas uma participação especial, segundo a colunista Keila Jimenez.

Como forma de tentar manter o artista, os autores teriam prometido uma nova abordagem no núcleo do monarca para deixá-lo mais relevante na história. Contudo, nada ainda teria sido decidido.

Caso o famoso resolva sair, o rei deve entrar para a lista de personagens que morrerão com a peste negra, que está prestes a chegar em Montemor.

Questionada a respeito da possível perda no elenco, a Globo garantiu que Nanini não pediu para ser removido da trama.

Vale lembrar que o corte de cenas que aconteceu no folhetim veio depois da contratação de Ricardo Linhares como supervisor do enredo. A emissora tinha como objetivo deixar a história mais rápida e com um maior foco nos núcleos principais.

Fonte: MSN


Camila Queiroz será vigarista em novela das 19h


Camila Queiroz se prepara para o seu próximo trabalho na televisão. A atriz dará vida à vigarista Vanessa na futura novela da faixa das 19h, Verão 90 Graus. O folhetim de Izabel de Oliveira e Paula Amaral tem previsão de estreia para janeiro de 2019, segundo Camila.

“Nós começamos a gravar em setembro. Estou bem ansiosa para estudar a personagem,  que é muito diferente do que eu já fiz”, garante Camila a VEJA. “Pude ler um pouco dela e estou contando as horas. Ela não vale muita coisa: não parece ser uma vilã, mas é o tipo de pessoa que faz o que for preciso para chegar aonde quer. Ela é meio vigarista”, complementa.

O último trabalho de Camila na televisão foi como a protagonista Luíza Guimarães na novelaPega Pega, substituída em janeiro por Deus Salve o Rei. Antes de Verão 90 Graus ainda é esperado o lançamento do folhetimO Tempo Não Para na faixa das 19h da TV Globo.

Fonte: MSN


Angélica se despede do "Estrelas"


Depois de 12 anos no ar, o "Estrelas", comandado por Angélica, chegará ao fim neste sábado, 28. Fátima Bernardes e Lilia Cabral são as convidadas do último programa (foto abaixo). As três visitaram o Hotel Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio. A apresentadora falou à coluna sobre a gravação:

- Foi muito emocionante. Não é fácil fechar um ciclo de sucesso. Nesse período, fiz amigos e vivi muita coisa linda. Achei que estava superpreparada para a despedida, mas o choro veio fácil. Já tenho saudades, mas também a sensação de que encerramos na hora certa.

Angélica terá um novo programa na Globo. A apresentadora trabalha no desenvolvimento do projeto junto com a equipe do núcleo de Ricardo Waddington:

- É tudo muito recente, mas já tenho ideias na cabeça. Não tenho pressa e me sinto renovada com as mudanças que virão. Os telespctadores me viram crescer e acompanharam todas as mudanças tanto da minha vida profissional quanto da pessoal. Claro que agora não será diferente. Hoje sou mãe de três filhos, uma mulher madura e consciente do meu papel no mundo. O que vem por aí será algo que tem a ver com o meu momento, com a minha verdade.

Fonte: O Globo


Eriberto Leão comemora o sucesso de Samuel


 Em "O outro lado do paraíso", Samuel, personagem de Eriberto Leão, vai se divorciar de Suzy (Ellen Rocche) e terá um final feliz ao lado de Cido (Rafael Zulu). O ator conta que ficou feliz com o desfecho escrito por Walcyr Carrasco:

- Eu gostei muito. Eu torcia para os dois ficarem juntos.

Segundo ele, ao longo da trama - que chegará ao fim na próxima sexta-feira, 11 -, o público se mostrou dividido:

- Uma parte sempre torceu para Samuel ficar com Cido. Outras pessoas gostaram quando ele teve uma filha com a Suzy e descobriu o amor paterno. Acharam que o personagem passaria a ter uma relação verdadeira com ela.

Eriberto diz que, depois da primeira conversa reveladora de Samuel com a mãe, Adinéia (Ana Lúcia Torre), passou a receber muitas mensagens de homens que se identificavam:

- Um deles me contou que sempre soube que era gay, mas negava isso. Ficou mais de dez anos casado e, um dia, resolveu abrir o jogo com a família. Ele já tinha filho crescido. No início, foi difícil a aceitação. Hoje em dia, ele e a ex-mulher são grandes amigos. Recebi dezenas de mensagens pelo Instagram. Daria até para fazer um livrinho. As pessoas se sentiram à vontade para contar suas histórias.

O ator afirma que não ouviu ou leu qualquer comentário preconceituoso em relação ao personagem:

- Isso não aconteceu, nem nas ruas nem no Instagram. Samuel foi muito bem recebido. As pessoas vêm falar comigo e com os outros atores do núcleo de forma positiva e carinhosa. Estamos vivendo um momento muito especial. Meu filho, de 7 anos (João), por exemplo, estuda numa escola grande, as pessoas sabem que sou pai dele. Em nenhum momento, houve alguma brincadeira equivocada. Ele nunca me trouxe qualquer relato disso. Sempre que vou aos eventos da escola, recebo o retorno caloroso dos outros pais.

Para Eriberto, a história, criticada em certos momentos por exagerar no tom de comédia, foi muito bem contada:

- Fizemos tudo com seriedade e verdade, apesar de se tratar de humor. Estudávamos muito antes de entrar em cena. Nos unimos e trocamos bastante. Foi uma sintonia fina. Eu sempre acreditei que o humor é uma grande ferramenta para tratar de determinados assuntos. Ainda mais agora, quando vivemos um momento de polarização na nossa sociedade. Acho que o tema é delicado e foi tratado com igual delicadeza por nós.


Além de João, Eriberto é pai de Gael, de 7 meses. O ator contou com o apoio da mulher, Andrea Leão (foto abaixo), para conciliar o cuidado com os filhos e a correria de gravações:

- Eu tenho uma companheira incrível, que é a minha base. Ela é uma grande mãe e me ajuda muito. Todo o tempo que tenho, quando não estou trabalhando ou cuidando da saúde, reservo para os meus filhos. Hoje levo uma vida social muito reservada. Amigos me visitam e eu visito também. O que tenho feito é ir ao cinema e ao teatro de vez em quando. Eu acordo cedo para levar para a escola e, sempre que posso, busco. Meu amadurecimento profissional vem da minha família. Estou feliz à beça. Amo muito ser pai e me emocionei na cena do parto da filha do Samuel.

Fonte: O Globo


Trilha de "Segundo Sol" ressuscita axé na Globo


“Já pintou o verão, calor no coração, a festa vai começar, Salvador se agita…” Os versos da canção “Baianidade Nagô”, que o Brasil conheceu com a Banda Mel 27 anos atrás, agora ecoam na voz de Maria Gadú.

Nos últimos anos substituída pelo sertanejo nas paradas de sucesso, a axé music está de volta aos ouvidos atentos ao principal produto da Globo, embalando a trilha da nova novela das 21h, “Segundo Sol”, que tem como protagonista um cantor de axé.


Tal retorno é celebrado por músicos e compositores baianos. Seria um fôlego novo ao gênero da axé music?

Sob nova roupagem, a trilha de “Segundo Sol” ressuscita antigos clássicos do axé como “Beija-Flor”, hit da Timbalada agora por Johnny Hooker, “O Mais Belo dos Belos”, ícone de Daniela Mercury que ganhou intepretação potente de Alcione, e “Beleza Rara”, sucesso de Ivete Sangalo agora por Thiaguinho.

A trilha também coloca os telespectadores em contato com o BaianaSystem, celebrada novidade da música baiana e responsável pela canção-título “Segundo Sol” na abertura do folhetim — uma ausência sentida é Ludji Luna, cantora baiana revelação da MPB no último ano.

Evandro Rodrigues, compositor de “Baianidade Nagô”, conta ao Blog do Arcanjo no UOL que “Maria Gadú mandou uma mensagem carinhosa”, o que o fez sentir-se “reverenciado por essa grande artista”.

Espécie de hino do Carnaval da Bahia, “Baianidade Nagô” se tornou “uma música atemporal” na visão do compositor. “São 27 anos desde a primeira gravação pela minha querida Banda Mel, que sempre acreditou na minha poesia”.

Sobre a atual crise que paira sob a axé music, opina: “Todo movimento musical tem seu boom, seu momento de visibilidade, com nossa música baiana não foi diferente; mas o importante é que os tambores continuam pulsando”. E prefere celebrar sua canção na trilha: “Sempre vi as novelas da Globo, agora me sinto parte dessa indústria de sonhos com minha música na novela”.


Margareth Menezes é outra que está contente com a trilha da novela, sobretudo por ter tido oportunidade de gravar sozinha em estúdio pela primeira vez a música “Faraó”, ícone do cancioneiro negro baiano.

A composição de Luciano Gomes estourou no Carnaval de 1987 e abriu portas internacionais à música baiana quando a cantora foi convocada pelo astro norte-americano David Byrne a abrir seus shows pelo mundo.

A gravação em estúdio de 1987 havia sido feita no disco de Djalma Oliveira, no qual Margareth fez a inesquecível participação especial em “Faraó”.

“Depois, nunca gravei a música em estúdio. Só em versões ao vivo, com aquela quentura de estar ali dançando. Então, gravar sozinha ‘Faraó’ em estúdio é algo inédito. Fizemos uma versão pop e bem diferenciada. Ficou ótimo”, afirma Margareth ao Blog do Arcanjo no UOL.

Marcel Klemm, gerente musical da Globo, conta que o critério de escolha da trilha feita por ele em parceria com o autor João Emanuel Carneiro, o diretor artístico Dennis Carvalho e a diretora-geral Maria de Medicis foi “músicas que ajudassem a contar a história” e que contemplassem “clássicos do axé”.

“É claro que numa novela onde um dos protagonistas é um cantor de axé music, procuramos canções que atingissem a memória afetiva das pessoas e que remetessem a esse universo”, explica.Para o gerente musical da Globo, a reinterpretação destas canções por novos cantores resultou da “da vontade de apresentar algo novo”.

“Boa parte dessas canções nunca foram regravadas por ninguém, apesar de serem incríveis. Através da novela prestamos homenagem a esse gênero tão relevante para a música brasileira, apresentando releituras para um público que talvez nunca as tenha ouvido”, afirma ao Blog do Arcanjo no UOL.

Questionado se a trilha com sucessos do axé pode ajudar o gênero a se levantar junto ao grande público, ele responde: “Não temos essa pretensão, mas se acontecer será ótimo. Música nunca é demais”.


Daniel Martins, doutor em sociologia pela Unicamp e pesquisador da cultura e da música baiana, diz ao Blog do Arcanjo no UOL que a exposição das músicas em horário nobre é benéfica para compositores, mas afirma: “Não creio que ajude o gênero a enfrentar uma possível crise”.

Ele explica por quê: “Ao serem reinterpretadas, as canções perderam muito da identidade do que se convencionou chamar de axé music. A releitura de ‘Me Abraça’ por Anavitória, por exemplo, é um belo trabalho, mas guarda pouco da energia eternizada por Ivete Sangalo nos idos de Banda Eva”, avalia.

“Em algumas, se a pessoa não conhece a versão original, dificilmente relacionará o que ouviu à axé music. Talvez uma releitura pelos intérpretes originais fosse mais interessante”, opina o sociólogo.

Uma faixa da trilha agradou o estudioso: “Um Canto de Afoxé para o Bloco do Ilê”, feita por Caetano Veloso, autor da versão original, agora ao lado dos filhos Tom, Zeca e Moreno. “Quem sabe se tivéssemos o Olodum revisitando “Vem Meu Amor” ou a Timbalada nos apresentando uma nova roupagem para “Beija-Flor”, alcançaríamos ambos os objetivos?”, deixa no ar.

“De todo modo, não deixa de ser uma iniciativa interessante o resgate de tais canções, mesmo que pelas vozes de novos intérpretes. A chamada axé music produziu um cancioneiro vasto e de grande qualidade que merece ser revisitado e observado com outros olhos”, fala o pesquisador.

Martins guarda um elogio à trilha: “Vale ressaltar a grande sensibilidade com que foi tratada a música baiana, ao reunirem em uma mesma trilha sonora Gal, Caetano, Gil, Armandinho, Moraes Moreira, Magareth Menezes, Netinho, Daniela Mercury e BaianaSystem. Fica evidente como os velhos, novos e novíssimos baianos são capazes de conversar muito bem entre si e com a geração que está chegando agora”, finaliza. Afinal, todos têm a tal baianidade nagô, eternizada poeticamente naquela canção-hino do Carnaval da Bahia.

Fonte: UOL


Morre o humorista Agildo Ribeiro aos 86 anos


O humorista Agildo Ribeiro morreu, aos 86 anos, em sua casa no Leblon, zona sul do Rio. Um dos grandes nomes do humor televisivo no país, o comediante teve uma longa carreira, que começou no teatro ainda nos anos 1950, passou pelo rádio e alcançou o auge na TV, onde foi um dos primeiros contratados da TV Globo e esteve à frente de programas como "Satiricom" (1973) e "Planeta dos Homens" (1976).

Seu mais recente trabalho foi uma participação no "Tá no Ar: A TV na TV", da Globo, este ano.

Agildo sofria de um grave problema vascular e, após uma queda recente, vinha apresentando dificuldades para se manter em pé por muito tempo. A morte foi confirmada pela assessoria da TV Globo na manhã deste sábado (28).

A mais recente aparição pública dele foi no "Prêmio do Humor", organizado por Fabio Porchat em março, no Rio, onde foi homenageado. Na ocasião, Agildo não deixou de fazer piada: "É quase uma homenagem póstuma. Estou com um probleminha na coluna porque levei um tombo. Não posso subir degrau. Aliás, não posso subir muita coisa há muito tempo", disse ele, arrancando risadas da plateia.

O humorista relembrou que seu pai era contra ele se tornar artista. "Meu pai, capitão Agildo Barata, comunista, não queria que eu virasse artista. Queria que eu fosse militar. Mas fui expulso do colégio militar por causa de disciplina".


Trajetória - Nascido no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1932, em uma família de políticos e militares, começou a mostrar seus talentos para o humor ainda na escola, quando fazia sucesso com suas imitações. Saiu então do colégio militar direto para o teatro, onde iniciou a carreira artística. Sua estreia veio na peça, "Joãozinho Anda pra Trás" (1953), de Lúcia Benedetti, ao lado de Consuelo Leandro, Oswaldo Loureiro, Glauce Rocha e Sérgio Cardoso.

O sucesso no teatro --especialmente com o João Grilo da primeira montagem de "O Auto da Compadecida" (1957), de Ariano Suassuna-- rendeu uma passagem pelo rádio e, logo em seguida, convites para atuar na TV.

Junto com Marília Pêra, com quem foi casado de 1965 a 1968, e Augusto César Vannucci, Agildo foi um dos primeiros artistas contratados pela Globo, inaugurada em abril de 1965. Sua primeira produção na emissora foi o musical "Forrobodó", baseado na peça de Chiquinha Gonzaga, exibido no mesmo ano.

Conhecido como o "Capitão do Riso", o humorista emplacou então produções que ficariam marcadas na memória da TV brasileira, como o programa de auditório "Mister Show" (1969), ao lado do ratinho falante Topo Gigio; "Satiricom" (1973), primeiro programa da TV Globo a satirizar a programação da própria emissora; e "Planeta dos Homens" (1976-1982), que apresentava ao lado de Jô Soares e onde criou um de seus personagens mais famosos, o professor de mitologia tarado Aquiles Arquelau.

Na Globo, ele participou ainda de shows e humorísticos como "Chico City" (1973), a retomada da "Escolinha do Professor Raimundo" dentro de "Zorra Total" (1999) e o novo "Zorra" (2015).

O comediante também atuou em Portugal por dois anos e, em 1999, aceitou o convite de Chico Anysio para voltar ao Brasil e integrar o elenco do "Zorra Total", como aluno da "Escolinha do Professor Raimundo". No programa, também interpretou personagens como o professor português Laércio Falaclaro e integrou a reformulação da atração em 2015.

O comediante trabalhou também na Band, em "Agildo no País das Maravilhas" (1987), no SBT, em "Não Pergunta que eu Respondo", e na extinta Manchete, na novela "Mandacaru" (1997).

No cinema participou mais de 30 filmes, entre eles, "Crime no Sacopã" (1964), "Homem do Ano" (2003) e "Casa da Mãe Joana" (2008).

Além do casamento com Marília Pêra, Agildo se casou outras quatro vezes, a última com a bailarina e atriz Didi Barata Ribeiro, com quem passou 35 anos, até a morte dela, em 2009. Ele deixa um filho.

Fonte: UOL


Morre aos 93 anos a atriz Eloísa Mafalda


Eloísa Mafalda morreu aos 93 anos na quarta-feira (16/05), em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, por causa natural.

Durante a carreira, Eloísa viveu importantes personagens na TV brasileira como Dona Pombinha em "Roque Santeiro" (1985) e Dona Nenê na primeira edição da série "A Grande Família" (1972). Ela deixa dois filhos, Mirian Teixeira e Marcos Teixeira, dois netos e dois bisnetos. De acordo com informações da família, o enterro será em Jundiaí, interior de São Paulo.

O neto da atriz, Marcello Berro se despediu da avó com uma homenagem publicada em sua conta do Facebook. "Foi a primeira mulher que me pegou no colo. Sim! Antes de colocarem no colo da minha mãe, ela pegou da mão da obstetra e disse: - É meu neto! Nosso amor sempre foi explícito. Quando aprendi a escrever, escrevi em todos os livros da casa dela, listas telefônicas, paredes, gavetas."

Mafalda Theotto, mais conhecida como Eloisa Mafalda, nasceu em 18 de setembro de 1924. Ela começou a carreira na rádio e estreou na televisão na TV Paulista.

Na Globo, realizou trabalhos marcantes que a popularizaram com papéis como a Dona Nenê, da primeira versão de "A Grande Família" (1972), Maria Machadão, de "Gabriela" (1975), Gioconda Pontes, de "Pedra Sobre Pedra" (1992) e Manuela, do remake de "Mulheres de Areia" (1993). Ela ainda deu vida a Dona Pombinha, da novela "Roque Santeiro" (1985).

Seu último trabalho foi na novela "O Beijo do Vampiro" (2002), em interpretou Dona Carmem.

Eloisa ainda teve experiência no cinema, sendo seu primeiro filme o longa-metragem "Somos Dois", de 1950. Ela ainda atuou em "Simão, o Fantasma Trapalhão" (1998).


Eloísa Mafalda e Jorge Dória interpretaram Dona Nenê e Lineu na primeira versão de "A Grande Família" (1972)

Fonte: UOL

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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22 de abril de 2018

News TV, por Marcos Silvério - 22 Abr


> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


'Segundo Sol': conheça a história da novela das 9


Recomeçar. Reconstruir. Refazer. Ou desfazer, desconstruir, começar de novo. Essas ações poderiam conduzir as vidas de Beto Falcão (Emílio Dantas), Luzia (Giovanna Antonelli) e muitos outros personagens da próxima novela das 9, Segundo Sol. Ambientada na Bahia, entre Salvador e a fictícia Boiporã, a história de João Emanuel Carneiro traz duas fases separadas por 18 anos. E é justamente o tempo que vai dar o pontapé para que os personagens se movam e busquem seus objetivos de forma ativa, sem esperar que o destino decida por eles.

O início: entre 1999, 2000 e 2001 - Salvador, fim dos anos 90. O axé embala o Carnaval da Bahia - sempre! 🎶 Só que quem está em plena decadência é Beto Falcão, que estourou com o sucesso "Axé Pelô", hit que fez cantar um país inteiro em 94. Agora, o cachê vem devagar. E para pagar parte das dívidas da família, aceita fazer uma pequena apresentação em Aracaju. Numa maré de azar - que salvará sua vida -, Beto perde o voo e a apresentação. O avião que ele pegaria cai, e o cantor é dado como morto.

A comoção é nacional. Do fracasso, Beto Falcão reencontra a fama, mas dessa vez na categoria de mito. Em segredo, vê sua imagem ser ovacionada e os problemas financeiros da família se solucionarem. Convencido pela namorada, Karola (Deborah Secco), e pelo irmão, Remy (Vladimir Brichta), de que se manter "morto" é a melhor opção, ele deixa a cidade.

Já em Boiporã, nosso protagonista assume nova identidade e se apaixona pelo amor de sua vida: Luzia. A bela marisqueira, que cuida sozinha do casal de filhos pequenos, corresponde aos sentimentos de Miguel - como Beto se apresenta. Mas, com a ajuda de Laureta (Adriana Esteves), Karola vai separar o casal e desestruturar a família de Luzia.

2018: o tempo e suas consequências - É a chegada de Luzia na Bahia depois de 18 anos que vai provocar encontros e reencontros. A batalha para reunir sua família despedaçada vai também combinar com o fato de nem imaginar que Miguel, o amor que jamais esqueceu, é o famoso Beto Falcão. Ele, por sua vez, sustenta até hoje a farsa de sua morte e anda infeliz com os rumos que a vida tomou. Mas é justamente por saber de seu retorno a Salvador que vai conduzir seu destino.

Palavras do autor - Para João Emanuel Carneiro, "a grande força desta história são os laços familiares e a segunda chance que todos temos de começar de novo".

A direção - "É uma novela densa, emotiva, mas ao mesmo tempo solar, sensual, bem brasileira e com muito humor", adianta o diretor artístico Dennis Carvalho. E é com o tempero baiano de lugares fascinantes, alegria do povo, tradições culturais e religiosas, culinária e música que tudo é ambientado, como completa a diretora artística Maria de Médicis: "Temos atores baianos e estamos fazendo uma preparação intensa em todo o nosso time para que o suingue contagiante da Bahia esteja sempre presente".

Segundo Sol é sua próxima novela das 9, escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Dennis Carvalho e direção geral de Maria de Médicis. A estreia está prevista para maio.

Fonte: GShow


Fragoso será operado, mas volta para gravar novela


Thiago Fragoso, o Patrick de O Outro Lado do Paraíso, será operado nesta semana para a retirada de um nódulo de um rim, segundo fontes na Globo. O ator de 36 anos foi afastado da novela após sentir dores nas costas e apresentar alterações de pressão nos bastidores. A emissora, contudo, conta com sua rápida recuperação e retorno aos estúdios para a gravação de cenas da última semana da trama de Walcyr Carrasco.

O Notícias da TV apurou que Fragoso já passou por uma série de exames em um hospital da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Detectou-se um nódulo em um dos rins, mas ainda não se sabe se é benigno ou maligno.

A notícia de que o ator passa por um grave problema de saúde, revelada na última sexta-feira, pelo jornalista Léo Dias, no Fofocalizando (SBT), deixou toda a produção de O Outro Lado do Paraíso triste. Fragoso é um profissional muito querido. Houve comoção no estúdio da emissora.

Ele já vinha abatido desde o início do mês, devido à morte do avô, e reclamou de dores nas costas. Fragoso, segundo pessoas próximas, inicialmente achou que o incômodo tinha a ver com a queda que sofreu durante uma apresentação do musical Xanadu, em um teatro do Rio de Janeiro, em 2012.

A Globo já gravou cenas de um dos possíveis finais de O Outro Lado do Paraíso, em que o mocinho Patrick termina ao lado de Clara (Bianca Bin). Mas ainda há sequências a serem registradas com a presença do ator, como um capítulo quase todo dedicado ao julgamento de Sophia (Marieta Severo). Em algumas cenas, será usado um dublê.

A Globo começou a montar uma operação para permitir o afastamento de Thiago Fragoso há quase duas semanas. Na sexta-feira, 13, o autor Walcyr Carrasco enviou à produção uma série de alterações nos capítulos da novela, sem alterar o rumo da trama, apenas transferindo as falas de Patrick para outros personagens.

O advogado foi retirado de 14 sequências entre os capítulos 160 e 170, no ar entre os dias 26 de abril e 8 de maio.

Assim, Carrasco reduziu a carga de trabalho de Thiago Fragoso e permitiu que ele gravasse o maior número de cenas na semana passada, para poder se afastar nos próximos dias. Ele continuará aparecendo na novela.

Na última sexta, uma nova sequência foi mudada: o desfecho do sequestro de Tomaz (Vitor Figueiredo). Antes, Patrick mataria Renato (Rafael Cardoso) e sairia ileso. Agora ele também levará um tiro na barriga e precisará passar por uma cirurgia de emergência. Nessa sequência, Thiago será substituído por um dublê.

Segundo um médico consultado pelo Notícias da TV, a retirada de nódulo do rim é uma cirurgia relativamente simples e tem recuperação rápida.

Ator se emociona no Tamanho Família - Fragoso participou do programa Tamanho Família deste domingo (22) e se emocionou com uma homenagem de sua avó Edith (foto acima).

"Meu neto, não era difícil imaginar que aquele menino que se expressava tão bem com as palavras se tornaria um artista completo. Meu coração velhinho se orgulha muito de você, especialmente do pai que você se tornou", recitou ela.

O programa foi gravado antes de os problemas de saúde virem à tona, mas o ator falou que passa por momentos difíceis, provavelmente referindo-se ao avô.

"A gente passa por tanta coisa nessa vida, né? Acho que faz muita diferença quando a gente passa junto, quando a gente está junto, mesmo nos momentos difíceis, e que a família é o coração, antes de tudo. A gente tem uma estrada, uma estrada muito bonita e, sei lá, estou viajando aqui...", disse, com o filho Benjamin, de 7 anos, no colo.

Fonte: Na Telinha


Autores temem que cortes cheguem a eles na Globo


Após a Globo dispensar estrelas do elenco de seu primeiro time, escritores estão com medo de que os cortes também cheguem a eles.

Atualmente, a emissora possui a política de manter sob longos contratos, de dois a quatro anos, autores que desenvolvam projetos exclusivos para o setor de dramaturgia.

Conversando com a imprensa, profissionais disseram estar receosos de que a Globo, assim como fez com atores, também implante o sistema de contrato por obra, comum entre as TVs americanas, com seus roteiristas. Ou seja, um formato mais econômico aos cofres da emissora.

Um escritor iniciante ganha em torno de 50 a 150 mil reais, enquanto os veteranos chegam a receber salários entre um e dois milhões de reais mensais. Porém, esses valores são reduzidos pela metade quando o profissional não está com nenhuma novela no ar.

O receio de alguns autores é que a Globo esteja passando por um transformação no modelo de negócio na área de dramaturgia, deixando o setor mais rentável para a empresa, buscando resultados de indústria de entretenimento.

Pagar para autores veteranos salários entre R$ 500 mil e um milhão de reais, sem produto no ar, de acordo com as fontes, se caminha para ser um luxo cada vez mais distante na Globo. Contextualizam a afirmação citando o fato de que o cenário no setor de dramaturgia nas TVs concorrentes no país, deixam a emissora numa posição confortável para implantação deste novo modelo.



A Record TV possui um perfil religioso nas suas tramas e diversas temáticas não são abordadas em suas novelas, limitando assim, o desenvolvimento do profissional. O SBT investe apenas em produções infantis e baratas, e não sinaliza que no futuro próximo possa querer retornar com folhetins para adultos na grade.

Possuindo a melhor estrutura, diversas plataformas de distribuição e líder de audiência, a Globo seria a primeira opção para um escritor apresentar sua sinopse. Sendo assim, manter o funcionário sob um contrato milionário, exclusivo, seria um custo que não se justificaria.

Cerca de três anos atrás, a Globo promoveu entre alguns autores veteranos a redução de seus salários, e o receio é que agora, na medida que os contratos forem vencendo, uma nova redução possa ser proposta ou uma contratação por obra possa ser oferecida.

O temor vem da única certeza: a Globo está mudando a forma que trata o negócio que a transformou como referência de qualidade e lucro na TV: novela. A saída de Malu Mader, Maitê Proença, Carolina Ferraz, Isabela Garcia e Kadu Moliterno foram as consequências do início dessa nova gestão.

Fonte: Na Telinha


Malu Mader é dispensada após 35 anos na Globo


Estrela do primeiro time da Globo durante quase três décadas, a atriz Malu Mader acaba de ser dispensada pela emissora. Seu contrato venceu em março e não foi renovado. É a primeira vez que Malu, 51 anos, se vê desempregada desde que estreou na Globo, em 1983, quando tinha apenas 16. Ela não trabalhou para nenhuma outra TV nesses 35 anos.

Malu é mais uma "vítima" da nova política de elenco da Globo, que agora privilegia medalhões e atores altamente produtivos, que emendam um trabalho no outro. A emissora vem cortando custos para compensar a queda nas receitas com publicidade e já dispensou nomes como Maitê Proença e Pedro Cardoso.

Até dez anos atrás, a mulher do músico e escritor Tony Bellotto, guitarrista da banda Titãs, se dava ao luxo de escolher os papéis que interpretaria. Depois de estourar em sua primeira protagonista, na minissérie Anos Dourados (1986), Malu emplacou praticamente um trabalho por ano até 1993.

Nas últimas duas décadas e meia, no entanto, ela se tornou uma atriz sabática, com uma média de uma novela, série ou minissérie a cada três anos, fora participações especiais. Seu último trabalho no horário mais nobre foi a protagonista de Celebridade em cartaz na sessão Vale a Pena Ver de Novo, com problemas no Ibope.

Malu Mader mudou sua postura nos últimos anos. Passou a aceitar papéis de coadjuvante, como a Rosemere de Sangue Bom (2013) e a Rebeca de Haja Coração (2015). Ela até arriscou uma carreira atrás das câmeras, trabalhando como assistente de direção em O Rebu (2014).


Estrela relâmpago - Malu teve uma ascensão relâmpago na carreira de atriz: aos 15 anos, se inscreveu no curso de teatro do Tablado, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, estreou na Globo em Eu Prometo (1983). Depois, foi escalada para fazer um papel coadjuvante em Corpo a Corpo (1984), mas caiu nas graças de Gilberto Braga.

O autor apostou na atriz para protagonizar a minissérie Anos Dourados (1986), sobre o cotidiano dos jovens de classe média na década de 1950. Com uma personagem doce, mas determinada, Malu virou um rosto querido pelo público e começou a emendar protagonistas: fez O Outro (1987), Fera Radical (1988) e Top Model (1989).

Na década de 1990, a parceria com Gilberto Braga deu novos frutos: Malu fez O Dono do Mundo (1991), as minisséries Anos Rebeldes (1992) e Labirinto (1998), e a novela Força de um Desejo (1999). Em 1997, estrelou A Justiceira, rara incursão da Globo nas séries de ação _que foi encurtada por causa da gravidez da atriz.

Nos anos 2000, veio a última dobradinha com Braga, como a Maria Clara Diniz de Celebridade (2003), e participações em séries como Os Normais (2001), A Grande Família (2004), Guerra e Paz (2008) e até no Sítio do Picapau Amarelo (2001). Também teve uma incursão pelo universo fantástico de Elizabeth Jhin como uma bruxa na novela Eterna Magia (2007).

Acostumada a viver ricaças cheias de glamour, Malu se despiu da vaidade para viver uma dona de casa comum em Sangue Bom (2013). Também abriu mão dos dramas pesados para se jogar na comédia em Haja Coração (2016).

A atriz encerrou sua passagem pela Globo com uma participação em Malhação: Vidas Brasileiras, em março, interpretando a mãe de um adolescente que foge de casa ao presenciar uma briga dos pais. Antes, fez uma rápida aparição em Tempo de Amar, recuperando a personagem que viveu em Força de um Desejo (1999).

Fonte: Na Telinha


Caio Blat é cortado de "Deus Salve o Rei"


“Estou curioso pra saber por que fizeram isso”, disse Caio Blat ao Glamurama sobre ter sido cortado de “Deus Salve o Rei”, da Globo, que vem sofrendo ajustes na trama em busca de melhores níveis de audiência. Desde que a decisão foi tomada, o comentário é de que o ator não digeriu muito bem – ele teria reclamado com o diretor da novela. Fato é que Caio foi escalado para a próxima novela de Aguinaldo Silva, prevista para ir ao ar depois do fim de “Segundo Sol”, que vai substituir “O Outro Lado do Paraíso” na faixa das nove.

“Então aproveitaram para me tirar” - “Acabei de ter essa notícia de que vou sair de uma para entrar em outra. Sei que é um papel muito legal em ‘O Sétimo Guardião’, um dos vilões da história, e que foi uma decisão da Globo que eu saísse antes de ‘Deus Salve o Rei’. O meu personagem estava fora da história, estava preso, então aproveitaram para me tirar. É uma pena porque adoro a novela e esse desafio que a gente cumpriu de reconstruir uma época medieval. Foi incrível e é uma pena sair antes, mas saio honrado”.

Isso teve a ver com os índices de Ibope? “Não sei, não acompanhei o Ibope. Só tive prazer de fazer, o elenco é muito agradável. Eu estava sempre perto do Johnny Massaro, que é um gênio da nova geração, a grande revelação dessa novela, é verdade. Já sabia do talento dele, mas agora teve oportunidade de mostrar. Eu estava curtindo fazer, mas me pediram pra entrar em outra…”

“Começaram a reagir, me agredir, me ameaçar” - Mudando o assunto para o poder da internet e das redes sociais… “As primeiras vezes que coloquei alguma postagem e começaram a reagir, me agredir, me ameaçar, ter centenas de comentários… Isso foi muito assustador. A gente fica espantado. Dá vontade de apagar e, ao mesmo tempo, de manter aquilo e deixar dizerem o que quiserem, tirarem suas conclusões. Mas a verdade é que é um meio muito perigoso. As pessoas se manifestam nesse anonimato e, em forma de manada, ouvem uma coisa e começam a reproduzir, repassar”, nos disse o ator.

“Tem mensagens que você recebe trinta vezes de grupos diferentes, sabe que aquilo não é verdade e continua circulando. E como a gente se deixa levar, não verifica direito a veracidade das coisas, julga de forma muito imediata… Espalha sem saber. Pode acontecer com todo mundo receber algo falso e replicar sem saber. Dizem que usam logaritmos pra saber exatamente que tipo de tendência você tem, de consumo e políticas. E mandam o que já se encaixa com seu perfil, incentivando… Existe uma forma muito grande de manipulação nesses meios e a gente tem que estar o tempo todo atento, consciente, conectado. E também saber desligar, sair da rede às vezes. Adoro ficar offline”. (por Michelle Licory)

Fonte: Glamurama


Adriane Galisteu fará novela na Globo


Adriane Galisteu vai estrear em novelas da Globo, como um dos destaques de “O Tempo Não Para”, de Mário Teixeira, substituta de “Deus Salve o Rei” na faixa das 19 horas.

Ela viverá uma estilista vigarista, Zelda Lacocque, a que vai roubar as ideias de Marocas, Juliana Paiva, congelada em 1886. Mas que irá descongelar ainda mais criativa.

Após passagem pela última “Dança dos Famosos”, do “Domingão”, Galisteu não escondeu de ninguém o desejo de continuar na Globo. “Estou completamente disponível para atuar no que a emissora precisar”, declarou à época.

E eis que surge a oportunidade de viver um dos principais papéis desse primeiro voo solo de Teixeira na faixa das sete da noite.

A produção vai contar a história de uma família do século 19 que acaba acidentalmente congelada e desperta nos dias atuais, deparando-se com um mundo totalmente diferente do que conhecia. As gravações acontecerão no Rio de Janeiro e São Paulo, sob a direção de Leonardo Nogueira.

Galisteu tem diversos trabalhos como apresentadora, já fez muito teatro, cinema e pouca coisa como atriz de novela (“Xica da Silva”, 1996).

Só que este desafio que vem por aí será um dos maiores de sua carreira.

Fonte: UOL


Tonico Ferreira deixa a Globo depois de 37 anos


Testemunha de alguns dos principais acontecimentos políticos e econômicos que afetaram o Brasil e seus vizinhos nas últimas décadas, o jornalista Tonico Ferreira está deixando a Rede Globo. A decisão partiu do próprio Ferreira, que, aos 70 anos, cinquenta deles de carreira, decidiu se dar mais tempo para estudar, ler, viajar e ficar perto da família, de acordo com mensagem enviada pelo diretor geral de jornalismo e esportes da emissora carioca, Ali Kamel, aos jornalistas do canal.

De acordo com a carta de Kamel, Ferreira ainda teria mais de dois anos de contrato para cumprir. “Doeu, mas não pude dizer não. Ninguém resiste ao Tonico. Não é à toa que sempre há uma roda de colegas em volta dele, quando está na redação. E não apenas para ouvir sua análise sem paixões dos assuntos da política, do sobe e desce da economia e da vida brasileira. É também para escutar histórias de mais de seus anos de jornalismo, que fazem dele um dos mais experientes e importantes profissionais da imprensa brasileira”, escreve Kamel.

Formado em arquitetura pela USP, o santista Tonico Ferreira iniciou carreira como diagramador de jornais estudantis contrários ao regime militar. Em 1967, entrou nessa função na Folha de S. Paulo. Em 1968, passou para a Folha da Tarde, quando o jornal era ligado à oposição, ma deixou o jornal no fim do mesmo ano, quando a repressão induziu mudanças na linha editorial. Atuou também nas revistas VEJA e Realidade, ambas publicadas pela Editora Abril, e foi aos poucos se afastando da diagramação e se aproximando do jornalismo, que abraçou de vez no jornal Opinião, criado em 1972.

Nos anos 1980, migrou para a TV, onde ganhou o prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos por denunciar o chamado Escândalo da Mandioca, um caso de desvio de recursos públicos.

Fonte: Veja


Globo cancela a série "Cidade dos Homens"


Lançada em 2002 e com sua produção retomada em 2017, a série Cidade dos Homens foi cancelada pela Globo em definitivo.

A trama, que contava a história de Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva), teve como desfecho a temporada exibida neste ano e não terá continuação, segundo informa a colunista Patrícia Kogut.

A decisão pelo cancelamento partiu de Silvio de Abreu, que está à frente do núcleo de séries da Globo desde que Guel Arraes deixou o posto para voltar a se dedicar aos seus roteiros.

Vale lembrar que a produção foi abalada após a prisão de Darlan Cunha. O ator foi detido em março deste ano no Morro da Babilônia, zona sul do Rio de Janeiro, em meio a uma operação policial. Ele tinha um mandado de prisão em aberto por conta de uma queixa de agressão e cárcere privado feita por sua namorada - que mais tarde desistiu de acusá-lo mas que, por conta da Lei Maria da Penha, foi impossibilitada pois em tal legislação não se permite a retirada da queixa.

Fonte: Na Telinha


Alessandra Negrini: fazer mocinha é muito chato


Alessandra Negrini não esconde a preferência pela maldade: nos últimos 21 anos, interpretou seis vilãs e apenas duas mocinhas. Ela emenda sua quinta antagonista consecutiva a partir da próxima terça-feira (20), quando estreia a novela das seis Orgulho e Paixão, na qual viverá a ambiciosa Susana. A atriz de 47 anos não se importa em ficar estigmatizada com os papéis de má, já que pensa que interpretar mocinhas de folhetim é algo muito chato.

"Em novelas, você tem essa coisa mais polarizada, da mocinha boazinha contra a vilã malvada. Aí, eu prefiro fazer a malvada mesmo, acho os vilões mais interessantes, tem um componente de subversão que me atrai muito", define ela.

Alessandra, porém, ressalta que já foi atraída por heroínas em minisséries. "Em Engraçadinha (1995), eu era a protagonista jovem, a Isabel de A Muralha (2000) também era do bem. Eram mocinhas, mas tinham personalidade forte, aí eu gosto de fazer. Os diretores acham que eu tenho personalidade forte e me convidam para papéis assim. E eu sinto que, geralmente, as mocinhas não têm isso", define ela.

A última heroína da atriz em novelas foi em Paraíso Tropical (2007), mas na trama de Gilberto Braga ela se dividia entre a gêmea boa Paula e a gêmea má Taís. Assim, pôde exercitar sua vilania. Ela também foi do mal em Anjo Mau (1997), Desejos de Mulher (2002), Lado a Lado (2012) e Boogie Oogie (2014).

Mocinha de fato, sem irmã gêmea má a tiracolo, Alessandra só viveu uma vez: foi a Rebeca, de Meu Bem Querer (1998). Nas duas décadas que a separam da novela de Ricardo Linhares, muita coisa mudou. "Eu não tenho mais idade para ficar fazendo mocinha, sacou?", dispara a atriz, sem papas na língua.

Longe da Globo há três anos, a atriz conta que o público cobra sua volta à TV o tempo todo. "É incrível isso, você fica um mês fora do ar e as pessoas já começam a cobrar. Mas é um bom sinal, mostra que as pessoas gostam de você", aponta.

Alessandra, aliás, revela que apesar de ter uma carreira repleta de vilãs, não sente o ódio dos telespectadores. "Nunca tomei bolsada na rua. Pelo contrário, sempre me senti muito amada. As pessoas gostam dos vilões, né? Ele mexe com o sangue, deixa o coração acelerado. Acho que o público gosta da adrenalina, da emoção."

'Vai, malandra' - Em Orgulho e Paixão, Alessandra busca o humor para compor as maldades de Susana, que trabalha como braço direito da fazendeira Julieta (Gabriela Duarte). "Ela é uma vilã engraçada, que só quer se dar bem. É uma malandra, não vale nada", adianta a atriz, que formará uma dobradinha da maldade com Joaquim Lopes.

"Ele faz o ex-marido dela, o Olegário, um homem rico que pegou ela na cama com o melhor amigo e terminou o casamento. Só que ele perde tudo, volta pobre e a Susana começa a usá-lo para os planos dela. Ela vai fazer ele de gato e sapato."

Alessandra explica que foi justamente a oportunidade de fazer uma vilã cômica que a atraiu para Orgulho e Paixão. "Já estava na hora de eu voltar, porque estava afastada há um tempo, e achei a personagem bem escrita. O texto é interessante, sedutor. Parece ser uma novela diferente, por isso topei fazer", justifica.

Fonte: Notícias da TV


Cauã não deve voltar às novelas tão cedo


Desde “A Regra do Jogo”(2015), Cauã Reymond tem procurado se dedicar mais às séries, na Globo, por causa dos papéis “desafiadores” e do ritmo cansativo das novelas, que por vezes também dificultam sua jornada em projetos próprios, como cinema.

Gente que vive o dia a dia das gravações da série “Ilha de Ferro”, com Cauã como protagonista, tem observado o ator muito motivado e coloca dúvida em sua presença na novela de Manuela Dias, para a faixa das 21h, em 2019.

Só nesses últimos tempos, seu nome foi parar na lista de três novelas das nove – “O Outro Lado do Paraíso”, “Segundo Sol” e “O Sétimo Guardião”.

Não rolou nenhuma. Agora, tem essa conversa envolvendo a da Manuela, mas ainda sem qualquer manifestação por parte dele.

Fonte: Flávio Ricco


Paula Burlamaqui voltará à TV em "Filhos da Terra"


Paula Burlamaqui, longe das novelas da Globo desde “A Regra do Jogo” (2015), entrou na lista da diretora Amora Mautner para “Filhos da Terra”.

Trata-se do próximo folhetim da dupla Thelma Guedes e Duca Rachid, na fila das 18h, que vai contar a história de personagens refugiados e estreia em março de 2019.

“Filhos da Terra”, vale lembrar, passou por uma situação no mínimo curiosa na Globo: estava prevista inicialmente para as 18h e foi transferida para as 23h, em formato de supersérie.

Já com o trabalho de texto e as modificações em andamento para as 11 da noite, as autoras receberam uma nova ordem e a trama voltou para o horário das seis.

Além de Burlamaqui, também estão reservados para o elenco Renato Góes e Julia Dalavia.

Fonte: Flávio Ricco


“Nada a Perder” não passa de propaganda da Universal


“Este plano vai prejudicar muitos brasileiros”, diz um atônito Edir Macedo ao ver o anúncio do Plano Collor no começo dos anos 90. “Mas pra mim será um milagre.” Em uma frase, a trajetória do empresário/religioso é resumida no sofrível “Nada a Perder”. A biografia do líder da Igreja Universal mostra um homem egoísta e egocêntrico, que se vitimiza ante o mundo e insiste em realizar sua missão – ou melhor, em atender ao “chamado divino” e estender a mão aos pobres e necessitados… mesmo que, durante as quase duas horas de filme, Macedo aja unicamente em causa própria. Se existe alguma curiosidade em saber o que de fato o move, ou os bastidores da criação da Universal, ou mesmo os meandros de sua revelação com Deus, “Nada a Perder” não dedica um segundo sequer para elucidar qualquer pergunta. É uma obra que prega aos convertidos, já que qualquer um que não seja membro da igreja ou fã de Macedo vai sair do cinema exatamente com a mesma informação que tinha ao entrar.

O que é uma pena. É inegável que a vida de Edir Macedo seja um bom material para uma biografia, e deve ser fascinante desvendar suas entrelinhas. Mas estamos falando de um filme bancado pelo próprio biografado, o que significa não só extrema parcialidade como nenhuma nuance dramática, nenhum conflito narrativo, nenhuma complexidade ao desenvolver o protagonista. Os eventuais esqueletos em seu armário continuam bem enterrados, e o que temos é a versão greatest hits de sua vida. Uma biografia pode funcionar como recorte da vida de seu objeto (como o excepcional Steve Jobs) ou como um retrato equilibrado entre falhas e triunfos (Ray e Johnny & June são bons exemplos), construindo um ser humano completo, acessível e identificável. “Nada a Perder” prefere um caminho reto, com seu protagonista num pedestal de virtude inatingível, em que os eventos se atropelam sem nenhuma densidade ou emoção.

E é muito estranho acompanhar a biografia de um líder religioso, não importa qual seja, em que a emoção mal ganha papel coadjuvante. Talvez faça parte da personalidade centralizadora de Macedo, mas a opção dá a “Nada a Perder” uma frieza que esbarra num certo constrangimento. Filmes religiosos, afinal, existem desde que o cinema é cinema, com o cinema cristão americano contemporâneo experimentando um ressurgimento – recentemente o drama “Eu Só Posso Imaginar”, com o cristão batista Dennis Quaid no elenco, surpreendeu na bilheteria americana com 40 milhões de dólares em caixa e contando. Em comum estes filmes trazem não só a mensagem religiosa, mas também um crescendo emocional que, embora muitas vezes surja piegas, serve como catalizador para lágrimas e emoções genuínas. “Nada a Perder” não traz absolutamente nenhum momento memorável e, tirando a reprodução de época caprichada (algo precisa justificar os milhões de reais investidos no projeto), é uma obra emocionalmente inerte.

Sua agenda, por outro lado, é bem clara. Em sua trajetória, Edir Macedo acha espaço para zombar de religiões afro-brasileiras e do espiritismo, e elege a Igreja Católica e o Estado como os grandes vilões em sua vida. Representada pelo religioso interpretado por Eduardo Galvão, a instituição trama com ministros e juízes a queda da Universal, chegando a sugerir uma testemunha forjada para ressaltar acusações de charlatanismo e estelionato atribuídas a Macedo. Boa parte de “Nada a Perder” é focada na luta do bispo da Universal contra estes inimigos, com suas decisões adquirindo cunho mais político do que religioso – inclusive a controversa compra da Record, avalizada como último ato do presidente Fernando Collor antes de seu impeachment. O filme abre com a prisão de Macedo em 1992, volta no tempo em sua infância e adolescência e logo abraça sua vida adulta, em que ele ganha corpo e voz de Petrônio Gontijo, de olhos perpetuamente marejados. O ator tenta conferir alguma densidade ao papel, mas o roteiro canhestro e a direção amadora causam apenas momentos constrangedores: quando sua segunda filha nasce com lábio leporino, ele enxerga como “o espelho da dor dos necessitados” antes de cair de joelhos aos pés de sua mulher, Ester (Day Mesquita), e proclamar sua entrega “à obra do Senhor”. É de corar de vergonha.

Se fracassa totalmente como obra cinematográfica, o filme de Alexandre Avancini cumpre seu propósito como mais uma engrenagem na máquina evangelizadora da Universal, que não esconde sua vocação como empresa. Mas dificilmente “Nada a Perder” vai ganhar simpatizantes para a causa de Macedo fora de suas próprias paredes. Não é empolgante o bastante para tornar-se um fenômeno de público. Não emociona para ganhar o espectador médio. E não traz absolutamente nenhum dado desconhecido sobre a biografia de Macedo – o filme passa reto sobre o financiamento da igreja e o enriquecimento de seu líder. O que espanta é a falta de zelo com o texto e com a direção de atores, que em sua maioria reproduzem aqui o “padrão Record de qualidade”, e a total ausência de uma progressão narrativa: “Os 10 Mandamentos” ao menos tinha a desculpa de condensar centenas de capítulos de uma novela em duas horas. ”Nada a Perder” é o que acontece quando se tem muito dinheiro na mão e nenhuma ideia, a não ser usar a sala de cinema como extensão do templo. E nem é figurativo: o filme termina com o próprio Edir Macedo convidando a plateia a se unir a ele em oração. Quem precisa de sutileza?

Fonte: Blog do Sadovski, doUOL


Gael merece perdão? Relembre 06 vilões que se regeneraram


Desde que saiu da prisão, há dois meses, Gael(Sergio Guizé) dá sinais de que está mudando e pode terminar "O Outro Lado do Paraíso" com fama de mocinho. Apesar da violência contra a então mulher Clara (Bianca Bin), a quem estuprou em plena noite de núpcias e agrediu em mais de uma ocasião, ele começou a colocar as asinhas de anjo de fora. Será que Walcyr Carrasco vai dar essa chance ao filho de Sophia (Marieta Severo)?

Em "Amor à Vida" (2013), Walcyr regenerou Felix (Mateus Solano), que começou como uma víbora e terminou como grande protagonista da trama. A mudança de lado dos vilões não é exclusividade do autor. Até a terrível Carminha (Adriana Esteves), de "Avenida Brasil", teve sua redenção no fim da novela.

Já Gael pediu uma nova chance à ex, confrontou a mãe - essa sim, uma vilã que parece não ter salvação - e procurou ajuda da vidente Mercedes (Fernanda Montenegro), que revelou as agressões da mãe na infância. Com esse passado, será que Gael vai conseguir terminar a trama como mocinho?


De humilhado a exaltado - Silveirinha (Ary Fontoura) começou em "A Favorita", como cúmplice da vilã Flora (Patrícia Pillar), personagem que também mudou de lado, deixando de ser a protagonista sofrida para víbora cruel. Ao longo da trama de João Emanuel Carneiro, o mordomo participa de golpes contra Donatela (Claudia Raia), mas acaba passando para o lado da vítima, cansado de ser humilhado por Flora. Ele atira na vilã e termina como empresário de uma dupla sertaneja infantil, assim como entrou na vida das protagonistas.


Vendido na infância - Marconi Ferraço/Adalberto Rangel (Dalton Vigh) foi vendido na infância para Hermógenes (Tarcísio Meira), com quem aprendeu a dar golpes, como fez com Maria Paula (Marjorie Estiano). Ele se casou por interesse com a mocinha, rouba sua fortuna e, claro, vira alvo de sua vingança. Dez anos se passam até ele reencontra a mulher que abandonou. A redenção tem início quando o filho que teve com ela, Renato (Gabriel Sequeira), o conquista. Ele acaba voltando para Maria Paula e tem um final feliz com a família em uma praia do Caribe. Nada mal!


Salvo pelo amor - Vilão de "Joia Rara", exibida em 2013, Ernest (José de Abreu) fez muita gente comer o pão que o diabo amassou. Ele separou o filho Franz (Bruno Gagliasso) da mulher Amélia (Bianca Bin) para ficar com a neta Pérola (Mel Maia), desprezava o filho bastardo Manfred (Carmo Dalla Vecchia), obrigou Iolanda (Carolina Dieckmann) a se casar com ele sem amá-lo, entre outras maldades. Mas, nada melhor que o amor para a redenção. Seu sentimento pela neta o fez ver o mal que causava às pessoas ao seu redor. Ele morre por causa dos ferimentos sofridos ao tentar salvar Manfred, provando seu amor ao filho.


Amante da sogra - Em "A Lei do Amor", de 2016, Ciro (Thiago Lacerda) era um vilão clássico. Bonito, sedutor, meio rude, que troca a namorada pobre Yara (Emanuelle Araújo) para se casar com a rica, porém problemática, Vitória (Camila Morgado). Ele era amante da própria sogra, a cereja do bolo para qualquer perfil de vilão. Mag (Vera Holtz), essa sim outra vilã sem cura, usava Ciro em seus golpes e para acobertar seus crimes. No fim da novela, ficou completamente falido e chegou a trabalhar como motorista de aplicativo. Arrependido de seus crimes, ele se entrega à polícia, cumpre pena pelos crimes e acaba feliz ao lado de Yara.


Rainha do Divino - Uma das vilãs mais lembradas entre as malvadas da teledramaturgia, Carminha (Adriana Esteves) literalmente causou em "Avenida Brasil". Alvo da vingança de Rita/Nina (Débora Falabella), que a maltratou na infância, a perua do fictício bairro do Divino trai o marido Tufão (Murilo Benício), rejeita a filha gordinha Ágata (Anna Karolina Lannes), engana o filho Jorginho (Cauã Reymond), entre outras maldades, que fizeram o Brasil "amar odiar" Carminha. No fim da trama, arrependida, ela salva Tufão e Nina de um sequestro, mata o amante Max (Marcello Novaes) para proteger a enteada e cumpre pena na prisão. A "ex-malvada" recebe o perdão de Nina e Jorginho e termina seus dias no lixão.


A criatura - Felix (Mateus Solano) fez e aconteceu como vilão em boa parte de "Amor à Vida". Considerado ovelha negra da família por ser "diferente" - ele era um gay não assumido até metade da trama - ele chegou a roubar a filha recém-nascida da irmã Paloma (Paolla Oliveira), enquanto ela estava desmaiada pelo esforço do parto. A elogiada atuação de Solano e a simpatia que despertou no público, com seus bordões como "criatura" e "Devo ter sambado no Santo Sepulcro", promoveu uma mudança de comportamento exemplar. Ele termina a novela nos braços do amado Niko (Thiago Fragoso) e é perdoado pelo pai (Antônio Fagundes). O beijo do casal no capítulo final foi celebrado como gol de Copa do Mundo.

Fonte: UOL


6 curiosidades de "O Outro Lado do Paraíso"


Será que você sabe tudo sobre "O Outro Lado do Paraíso"? Assistir a novela todos os dias não garante que o telespectador saiba tudo sobre a trama, que poderia até ter outro nome. Quem você acha que foi escalada primeiro para interpretar a mocinha vingativa Clara? Hoje a atriz também é protagonista, mas de outra novela. E o Renato? Será que Cauã Reymond na pele do vilão poderia mudar sua personalidade? Preparamos uma lista com algumas das curiosidades que mostram que a novela também sofreu reviravoltas, mas atrás das câmeras.


Sexo vazado - Uma cena quente de sexo entre Lívia (Grazi Massafera) e Renato (Rafael Cardoso) que prometia polemizar logo no início da trama não foi ao ar. Isso porque as imagens do casal transando ao ar livre, sobre uma caminhonete, vazaram na imprensa após um fotógrafo fazer imagens da gravação, que aconteceu no Tocantins. A sequência foi substituída por cenas em que os dois fizeram sexo no apartamento do médico. A Globo confirmou que as imagens foram regravadas. "Foi uma decisão artística sem perda alguma para a trama", disse a emissora em comunicado na ocasião.


Quarta opção - A destemida Clara teria outra intérprete, já que Bianca Bin foi a quarta opção para fazer a vingativa protagonista. A primeira opção de Walcyr Carrasco foi Bruna Marquezine, que não aceitou o convite. Nathalia Dill foi a segunda opção, mas também declinou. O autor também pensou em Carolina Dieckmann, que também foi chamada e recusou o papel (que também poderia ser o de Lívia [Grazi Massafera]) para ficar com a família, que vive nos Estados Unidos. Bianca já havia trabalhado com Carrasco em "Êta Mundo Bão" e seu desempenho na trama e o sucesso de Clara mostra que a escolha foi acertada.


Cotada para vilãs - Patrícia Pillar fez uma das vilãs mais inesquecíveis da teledramaturgia nacional. Difícil não se lembrar de Flora de "A Favorita" (2008) quando listamos as maiores malvadas das novelas. Pois a atriz foi cotada para os papeis de Sophia (Marieta Severo) e também o da megera Nádia (Eliane Giardini), mas a atriz negou ambos. Já pensou em ver as tesouradas pelas mãos de Patrícia? A atriz estará na supersérie das 23h "Onde Nascem os Fortes", prevista para ir ao ar em abril.


Cauã vilão? Não dessa vez - Para se dedicar ao filme "Pedro", ainda em produção, Cauã Reymond não aceitou o papel do (agora) vilão Renato no início do ano passado. Sendo assim, Rafael Cardoso teve a chance de voltar para uma trama das 21h. O ator, de 32 anos, já havia se destacado em "Império" (2014), quando fez par romântico com Leandra Leal.


Reciclagem de cenas - A personalidade violenta de Gael (Sergio Guizé) seria revelada logo no primeiro capítulo, com cenas do filho de Sophia (Marieta Severo) agredindo sua primeira mulher, Aline, interpretada por Chandelly Braz. A personagem foge de Gael, após ser espancada, e acaba sendo atropelada. Mas, a direção decidiu não exibir a sequência para não revelar de cara o lado agressivo de Gael. As cenas foram usadas no capítulo do último dia 10 de março, quando ele conta seu passado para Mercedes (Fernanda Montenegro).


"Prova de Fogo" - É comum que autores mudem de ideia sobre o nome da trama antes mesmo de fecharem o elenco. Walcyr Carrasco chamou a atual novela das 21h inicialmente de "Prova de Fogo", isso ainda no início do ano passado. Mas, em março de 2017 ele já havia mudado para "O Outro Lado do Paraíso". Sua antecessora, "A Força do Querer" foi inicialmente chamada por Gloria Perez de "A Flor do Querer".

Fonte: UOL

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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