22 de outubro de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 22 Out

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


Aguinaldo Silva desiste de “O Sétimo Guardião”


“O Sétimo Guardião”, novela de Aguinaldo Silva prevista para estrear no segundo semestre de 2018, foi finalmente parar na gaveta. Embora a direção da Globo tenha assegurado a este blog que isso seria impossível, optou-se esta semana por guardar a trama pra uma outra ocasião, ou até para nunca mais ser realizada. A decisão é motivada pela notificação judicial movida contra o autor por Silvio Cerceau, um de seus ex-alunos na Master Class 3, terceira edição do curso de roteiro que ministra. Cerceau reivindica a presença de seus créditos como coautor da história, alegando que a sinopse de “O Sétimo Guardião” foi criada durante as aulas do mestre, com participação de todos os alunos.

No lugar daquela história, Aguinaldo assinará outra trama, que vem sendo desenvolvida há alguns meses, conforme ele me relatou no início de agosto, quando nos encontramos para gravar uma edição do “Persona em Foco”, na TV Cultura. Até esta semana, o autor vinha trabalhando paralelamente nas duas sinopses. Nesta quinta, Aguinaldo embarca para Portugal, com extensão planejada até Paris, na sequência, para enfim se dedicar apenas ao desenvolvimento de “A História dos Lobos”, título provisório da trama recém-criada.

Diante da informação da coluna de Patrícia Kogut, nesta quarta, pelo jornal “O Globo”, dando conta que o autor trabalha na nova sinopse, questionei Aguinaldo sobre a desistência de “O Sétimo Guardião”. “Na minha cabeça, neste momento, ela nunca existiu. Assim como a Master Class 3”, respondeu-me. No Twitter e Instagram, postou: “Seu Lobo Vem aí”. Em outro recado, informou: “Eu morei na Lapa, queridos. Aprendi com Madame Satã a dar rasteira em malandro. Ah, sim: o champanhe está ótimo.”

Aguinaldo assegurou também, por seus perfis nas redes sociais, que todos os atores reservados para “O Sétimo Guardião” estão garantidos para esta nova trama.

Os alunos do autor na Master Class eram 26. Apenas Cerceau questionou a presença de seu nome nos créditos de coautoria da trama. Alguns defenderam o autor publicamente. Outros tentaram fazer Cerceau desistir da possível ação na Justiça. À Folha, Cerceau garantiu ter provas de sua participação na criação da história, a serem apresentadas no momento oportuno, por orientação de seu advogado, e disse que só queria o reconhecimento pela coautoria.

De todo modo, “O Sétimo Guardião” reservava a tão aguardada volta de Nazaré, personagem que brilha atualmente em “Senhora do Destino”, do próprio Aguinaldo, na reprise do “Vale a Pena Ver de Novo”, com Renata Sorrah. E também o retorno de Perpétua, outra figura que é um hit da temporada, por meio da reprise de “Tieta”, também de Aguinaldo (com base na obra de Jorge Amado), no Canal Viva. O enredo previa ainda uma revisita do autor à narrativa abrigada por um microcosmo de Brasil por meio de cidades fictícias, o que ele fez em “Roque Santeiro”, “Pedra Sobre Pedra”, “Fera Ferida”, “Porto dos Milagres” e na própria “Tieta”, com toque de realismo fantástico.

Apesar de tantas referências ao universo de sua obra, Aguinaldo chegou a devolver, com correção e juros, o dinheiro investido pelos alunos na Master Class 3, a fim de evitar polemizar sobre a autoria do que fora criado em sala de aula. E a direção da Globo tentou protelar a produção da história, que originalmente era aguardada para o início de 2018, até finalmente engavetar a novela, para a lamentação de boa parte dos próprios colegas de Cerceau, que gostariam de vê-la no ar.

Fonte: Folha


Renato Goés deixa "Deus Salve o Rei"


Recém saído da novela Os Dias Eram Assim, o ator Renato Goés não vai mais fazer a novela Deus Salve o Rei, próxima trama das 19 horas da Globo.

A emissora anunciou no fim da tarde desta quinta-feira (5) que ele está deixando a produção da folhetim, que conta com Bruna Marquezine e Marina Ruy Barbosa como protagonista.

O canal diz que a medida é para evitar repetição de elenco, já que Goés já foi reservado para uma outra produção também no ano que vem – o que causaria uma superexposição em vídeo.

Em seu lugar, a Globo escolheu Rômulo Estrela, que esteve recentemente na novela Novo Mundo, findada recentemente no horário das 18 horas.

Este será o primeiro protagonista de Rômulo na Globo. Ele já estava escalado para Deus Salve o Rei, mas para um papel secundário. Além de Novo Mundo, ele já atuou em Além do Tempo e Liberdade Liberdade.

O ator é natural de São Luís (MA), tem 33 anos e apareceu na televisão em produções da Record, como Os Mutantes, Balacobaco e Rei Davi. Chegou na Globo em 2014, fazendo parte do elenco de Além do Horizonte, produção fracassada exibida às 19h.

Deus Salve o Rei é escrita por Daniel Adjafre, experiente redator da Globo e tem direção de Fabrício Mamberti. Sua previsão de estreia é para janeiro de 2018. As gravações iniciais já estão sendo feitas pela Globo.

Fonte: UOL


Briga com diretor tira Góes de novela das sete


Um desentendimento com o diretor Fabrício Mamberti logo no primeiro dia de gravações foi o que tirou o ator Renato Góes da próxima novela das sete da Globo, Deus Salve o Rei. Ao gravar a segunda cena, Góes reclamou a Mamberti que esperava mais de seu personagem, um príncipe medieval que será disputado pelas personagens de Bruna Marquezine e Marina Ruy Barbosa. Os dois discutiram, o nível de estresse subiu e o ator, alegando cansaço, deixou as gravações.

Ontem (5) a Globo afastou Góes da novela e, imediatamente, escalou o ator, em quem aposta desde o ano passado como um promissor galã, para ser o protagonista de Sal da Terra, novela das seis que mostrará o drama de refugiados sírios no Brasil. A produção estreia no segundo semestre de 2018 e Góes, que acabou de gravar Os Dias Eram Assim, ganhou mais alguns meses de férias.

Em nota oficial, a Globo divulgou que o ator deixou Deus Salve o Rei "em comum acordo". "A decisão atende à estratégia de escalação da emissora, que procura evitar que um ator emende dois papéis de protagonista, para preservar a sua imagem, possibilitar a reciclagem e garantir melhores condições a todos para a preparação dos personagens".

Além de ignorar o que aconteceu nos bastidores, a nota da Globo se baseia em algo que não estava confirmado, ou seja, a escalação de Renato Góes para Sal da Terra. De fato, se isso ocorresse, o ator emendaria duas novelas. Ficaria fora do ar apenas dois meses, entre o julho, quando termina Deus Salve o Rei, e setembro, quando deve estrear Sal da Terra. Não haveria tempo de se preparar.

Em Deus Salve o Rei, Góes será substituído por Rômulo Estrela, que acaba de fazer Novo Mundo. Ele dará vida a Afonso, príncipe da fictícia Montemor, onde se passará a trama medieval de Daniel Adjafre. Já Góes será um refugiado sírio na novela de Thelma Guedes e Duca Rachid, autoras de O Profeta (2006) e Cordel Encantado (2011), vencedoras do Emmy Internacional por Joia Rara (2014), todas no horário das 18h.

Procurada, a Comunicação da Globo disse desconhecer desentendimentos e reafirmou a nota divugada ontem.

Novo galã - Renato Góes, 30 anos, ganhou destaque no ano passado, quando interpretou o mocinho Santo dos Anjos na primeira fase de Velho Chico, personagem depois defendido por Domingos Montagner.

Em seguida, foi escalado para um papel pequeno em A Lei do Amor, mas a Globo o resgatou para lhe entregar uma missão mais importante: o protagonista Renato de Os Dias Eram Assim.

Até Velho Chico, Renato Góes era apenas o (ex) namorado de Tatá Werneck. No início de 2016, ele chegou a trabalhar como sósia de Cauã Reymond na minissérie Dois Irmãos, exibida pela Globo em janeiro deste ano. Isso mudou sua carreira.

"Todas as cenas que tinha o Cauã Reymond se relacionando com ele mesmo, como gêmeo, eu participei", contou ao Notícias da TV nem março do ano passado. Foi graças a esse trabalho que o diretor artístico Luiz Fernando Carvalho o convidou para fazer um teste para Velho Chico, onde chamou a atenção de outros diretores e autores da Globo.

Fonte: Notícias da TV


Fábio Lago será "gay nordestino" em "Outro Lado"


Entre a aridez do sertão pernambucano e o chão purpurinado do salão Glitter Gloss, no Tocantins, brilha Fábio Lago. Em cartaz nos cinemas como o rude cangaceiro Orelha, do filme “Entre irmãs”, de Breno Silveira, o ator surgirá transformado e feminino na TV, a partir do próximo dia 23, quando estreia “O outro lado do paraíso”, nova novela das 21h da Globo.

'O outro lado do paraíso: resumos de 23 a 28 de outubro

— Gosto de passar por mudanças extremas, poder transitar entre o drama e o humor. Por um personagem, faço o que for. Até tirar um dente, se valer a pena — afirma Lago, que na época de “Caras & bocas” (2009) chegou ao auge das experimentações, divertindo o público com várias caracterizações, do cupido à baiana do acarajé, para que seu Fabiano seguisse a mulher sem ser descoberto.

Agora, com sobrancelhas delineadas, megahair de mechas louras, brincos nas duas orelhas, brilho labial, unhas esmaltadas e uma boa dose de feminilidade, o ator está pronto para dar vida a Nicácio — ou Nick, como prefere ser chamado —, o cabeleireiro-estrela da obra de Walcyr Carrasco.

— Antes de a novela ir ao ar, resolvi levar o jeitinho do personagem às ruas. Saio de brincos e unhas pintadas, solto o cabelão... As pessoas me olham torto, confusas. Acho que não acreditam que aquele ali é o Baiano de “Tropa de elite”. Na minha companhia, meus amigos machões ficam sem jeito e começam a se soltar também. Essa leveza do Nick irradia — conta Lago, aos risos: — Estou adorando esse estado gay! Você fala barbaridades para as pessoas e elas riem! As mulheres se aproximam muito mais de mim assim do que do Fábio normal. Elas elogiam meu cabelo, perguntam sobre o megahair... A empatia é maior, sabe? A delicadeza é um chamariz num mundo tão machista.


Divertido, fofoqueiro e meio brega, Nick tem como clientes as peruas da alta sociedade de Palmas. Assumidíssimo, parece não ter passado por conflitos internos com relação a sua homossexualidade, mas é vítima de violência moral e física.

— Ele apanha dos namorados e continua sonhando com um grande amor. Minha trama vai abordar o preconceito contra o nordestino homossexual — sublinha o ator.

Baiano de Ilhéus e filho de uma cabeleireira, Lago enxerga no seu novo papel muito de sua própria trajetória e da história de sua família.

— É o nordestino do interior que vai parar na capital em busca de melhores oportunidades. Eu queria ser piloto de avião, só que o teatro foi me levando para Salvador, São Paulo, Rio... E cheguei aqui na Globo! Com minha mãe foi parecido. Ela vendia Avon e outras coisinhas, de casa em casa, para sustentar os quatro filhos. Um dia, uma cliente perguntou se sabia cortar cabelo e ela arriscou, sem nunca ter feito. Deu tão certo que a fama correu boca a boca e ela abriu um salão lá em casa — relembra ele, entregando que as referências para construir Nicácio vão além de Dona Darcy, de 75 anos: — Carlinhos Beauty, um dos cabeleireiros top de Brasília, serviu de inspiração para a figurinista (Ellen Milet) fazer as roupas de Nick. Vi uma entrevista dele que foi fundamental para ratificar a gênese do personagem. Carlinhos disse que é tudo o que quiser ser: gay, bi, pan... É livre!

Fonte: Jornal Extra


Gloria Perez faz balanço de 'A força do querer'


Gloria Perez já encerrou seus s trabalhos em “A força do querer”, mas ainda não consegue relaxar. Autora do maior sucesso do horário desde “Avenida Brasil” (2012), Gloria ainda vive mais dois dias de tensão. “Só consigo respirar melhor no domingo! A sensação de ter terminado de escrever, de ver tudo sendo gravado é ótima. Mas aquela sensação de dever cumprido é quando tudo tiver terminado mesmo. Aí eu posso dizer: ‘Seja bem-vindo, Walcyr (Carrasco)’”, diz Glória, festejada por público, crítica e direção, citando o autor de “O outro lado do paraíso”.

Com contrato longo na casa, a autora ainda não foi chamada pela emissora para falar sobre um próximo trabalho. Além de ir a médicos, colocar seus exames em dia e arrumar as gavetas de casa, Gloria quer mesmo é viajar para Portugal, de onde só deve voltar em março, para aí, sim, pensar num novo projeto. “Saiu tudo como eu queria. A novela não teve barriga, não se arrastou, não foi esticada. Não teria um reparo a fazer”, diz ela, que se vê como um técnico da seleção brasileira de futebol: “São 200 milhões de pessoas achando que sabem mais do que eu. Mas não me incomodo, não. Eu cutuco a emoção do público. E a medida que vejo que estou conseguindo despertar algo nas pessoas é que percebo que estou no caminho certo”.

Fonte: Jornal Extra


Globo decide dar fim ao "Estrelas"


Após 11 anos no ar, a Globo decidiu extinguir o programa "Estrelas", de Angélica.

A atração seguirá nos sábados até perto da Copa do Mundo de 2018, quando deixará a grade de vez, dando lugar aos preparativos do Mundial.

Procurada, a Globo confirmou a informação e disse que Angélica já está trabalhando no desenvolvimento de um novo projeto, com equipe destacada pelo diretor de gênero Ricardo Waddington.

Em 11 anos, o "Estrelas" contou com vários formatos, entre eles "Estrelas Solidárias" e o atual "Estrelas do Brasil". Também teve edições temáticas, com temporadas de verão, inverno e na Disney.

Apesar de todo esse tempo, o programa não era obrigatório na grade de todo o país, ficando a critério das afiliadas até 2015, quando aí sim passou a ir ao ar nacionalmente aos sábados, antes do "Caldeirão do Huck", do marido Luciano Huck.


Surpresa - A equipe de produção do "Estrelas" foi pega de surpresa nesta quarta-feira (4) com o anúncio do fim da atração após 11 anos no ar. O programa vai sair da grade da Globo no início de junho do ano que vem, um pouco antes da Copa do Mundo de Futebol, na Rússia.

“Estamos sabendo que existe a possibilidade de um novo programa, mas até agora não chegou nada oficial. Todos nós fomos pegos de surpresa e estamos apreensivos. Como um programa líder de audiência acaba de uma hora para outra? Pior ainda é que tudo foi feito no maior sigilo e ninguém que está aqui há anos foi consultado ou procurado para colaborar na nova atração", queixou-se um produtor que preferiu não se identificar.

O UOL apurou que a decisão de um novo programa partiu do diretor de núcleo, Ricardo Waddington, que nos bastidores já vinha considerando o "Estrelas" um formato ultrapassado. "Ele cobrava quadros novos, ideias novas e reclamava dos roteiros, mas ninguém iria imaginar que ele acabaria com o programa", contou uma pessoa da equipe, que pediu para não ser identificada.

A assessoria de comunicação da Globo confirmou o fim do "Estrelas". "Angélica já está trabalhando no desenvolvimento de um novo projeto, com equipe destacada pelo diretor de gênero Ricardo Waddington. Há 11 anos no ar, líder de audiência na sua faixa horária, com diversas viagens pelo Brasil e pelo mundo, o ‘Estrelas’ terá sua última temporada em 2018. O programa ficará no ar até a Copa do Mundo, quando dará lugar aos preparativos para o início do Mundial."

Fonte: UOL


“Celebridade” será reprisada à tarde pela Globo


Uma das reprises mais pedidas pelos telespectadores da Globo, a novela Celebridade (2003) será o próximo título da sessão Vale a Pena Ver de Novo. Marcada por cenas de nudez e violência, além de muitos palavrões e personagens sem caráter, a trama de Gilberto Braga voltará ao ar no final de novembro. Será a substituta de Senhora do Destino.

Para trazer Celebridade ao ar 14 anos após sua estreia, na faixa vespertina, a Globo fará uma série de "ajustes". Uma das cenas a ser eliminada na edição será a que Juliana Paes, em seu primeiro papel de destaque, mostra os seios para chamar a atenção de fotógrafos.

Os cortes a serem realizados pela Globo, no entanto, não conseguirão eliminar uma trama com estratégias sórdidas de vingança que incluíam até assassinatos, em que personagens faziam de tudo para conquistar a fama, os jornalistas eram inescrupulosos e dois vilões se chamavam carinhosamente de "Michê" e "Cachorra".

Com Celebridade, a Globo irá quebrar uma norma interna de não exibir na faixa vespertina novelas com temáticas pesadas, como pedofilia, vingança e prostituição. A obra encabeçava uma lista de "reprises proibidas", ao lado de Avenida Brasil (2012) e Passione (2010).

A reprise só será possível porque a Justiça determinou no ano passado o fim da vinculação da classificação indicativa a faixa de horários.

Três meses após a estreia, o Ministério da Justiça reclassificou Celebridade como imprópria para menores de 14 anos por conter "violência, insinuação de sexo e nudez". A Globo enfrentou ações judiciais para mantê-la no ar no Nordeste (onde era exibida antes das 21h, por causa do horário de verão) e no Acre (onde passava às 18h).

O excesso de palavrões e de cenas tórridas levaram o então principal diretor da área artística da Globo, Mário Lúcio Vaz, a editar uma lista proibindo 16 termos chulos, entre eles "merda" e "porra", que se falavam normalmente na novela. Vaz também determinou que todas as sequências de sexo passassem por sua aprovação prévia.

Celebridade, contudo, foi um grande sucesso de audiência (sua média foi de 46 pontos na Grande São Paulo) e de repercussão. A seguir, cinco motivos para você não perder a reprise de Celebridade (apesar da tesoura):


Jaqueline e Darlene, manicures loucas para irem da zona norte para as capas de revistas

Alpinistas sociais - Darlene e Jaqueline Joy (Deborah Secco e Juliana Paes, respectivamente), manicures de um salão da zona norte do Rio, faziam de tudo para conquistar a fama e as capas de revista. Logo nos primeiros capítulos da novela, Darlene fez topless na praia para a aparecer em um evento de games e Jaqueline chamou fotógrafos para lhe flagrarem nua, após um suposto assalto na praia.

Após tentar penetrar em festas e chamar a atenção da mídia com seu corpo, Darlene armou um plano absurdo: a loira roubou sêmen de uma clínica e fez uma inseminação artificial caseira com esperma que acreditava ser do famoso nadador Caio Mendes (Théo Becker). A ideia era ficar mais conhecida e ganhar pensão.

Mas, quando as crianças nasceram, Darlene viu que eram negras, que inseminou do cara errado. No final, ela desistiu da fama e se casou com o bombeiro Vladimir (Marcelo Faria), e Jaqueline ficou com o fotógrafo Bruno (Sérgio Menezes).


Inácio (Bruno Gagliasso) sensibilizou o público por ser filho desprezado pela mãe

Filho rejeitado - O drama de Inácio (Bruno Gagliasso) virou assunto na época. Filho mais velho de Beatriz (Débora Evelyn) e Fernando (Marcos Palmeira), ele era rejeitado pela mãe, que tinha clara preferência pelo mais novo, Fábio (Bruno Ferrari). Quando o irmão morreu, Inácio foi ainda mais desprezado e despertou a pena dos telespectadores.

No final da trama, ele descobriu que a repulsa da mãe tinha motivo: Inácio não era filho de Fernando, por quem Beatriz era perdidamente apaixonada. Ele era fruto de um caso que ela teve com o vilão Renato Mendes (Fábio Assunção), antes de se casar com o marido para disfarçar a gravidez inesperada.


Maria Clara Diniz deu tapas e puxões de cabelo em Laura no banheiro de uma boate

Maria Clara Diniz x Laura Prudente da Costa - O embate entre Maria Clara (Malu Mader) e Laura (Claudia Abreu) foi o grande momento da novela. Laura era filha da musa de uma canção que alavancou a carreira de Maria Clara e fez dela uma mulher rica e famosa. Por outro lado, a mãe e o padrasto de Laura, compositor da canção, tiveram uma vida miserável. Por isso, ela queria se vingar e tirar tudo da empresária.

Laura se aproximou de Maria Clara como assistente, e após várias armações com seu namorado, o "michê" Marcos (Márcio Garcia), conseguiu tomar para si toda a fortuna da inimiga. Mas Maria Clara não deixou barato. Em uma festa, as duas se encontraram, e Laura não conseguiu escapar da surra que a empresária lhe deu no banheiro da boate. Ela voltou para a festa com o rosto cheio de hematomas. O capítulo com a briga antológica cravou 63 pontos no Ibope.


Contra sua vontade, Laura se casou com Renato; os dois viviam em pé de guerra

Renato Mendes x Laura Prudente da Costa - A "cachorra" também se envolveu em uma trama complexa com Renato, o editor da revista Fama. Ela usou o vilão para derrubar Maria Clara, mas, quando ele percebeu, tratou de armar contra a vigarista também. Renato tirou fotos comprometedoras de Laura e começou a chantageá-la.

Os dois se casaram, mas Renato a obrigou a dormir em um colchonete enquanto recebia outras mulheres em casa. Depois, Laura virou o jogo, passou a dominar a chantagem e mandou o marido para o chão. As cenas de gato e rato entre os dois divertiram o público.


Maria Clara se emocionou ao encontrar Lineu morto em seu escritório: quem o matou?

Quem matou Lineu? - A reta final de Celebridade teve mistério e muitos suspeitos da morte do empresário Lineu (Hugo Carvana), assassinado com um tiro no peito. Só no último capítulo o público descobriu quem matou o empresário e quais eram suas motivações. O assassino (ou seria assassina?) também teve fim trágico: foi morto(a) por Renato Mendes, que acabou preso.

Fonte: Notícias da TV


18 curiosidades de "A Força do Querer"


A Força do Querer já está na sua reta final e vai deixar saudade. Para você assistir aos últimos capítulos com um gostinho especial, separamos 18 curiosidades que talvez você não sabia sobre a novela:

1. Dan Stubach pediu dicas ao cantor Fábio Jr. para ser pai de Fiuk durante a novela;

2. Marco Pigossi ganhou um presente de Isis Valverde antes da estreia da novela. Ele usa o cordão até hoje como amuleto no pescoço;

3. Juliana Paiva foi indicada por Lilia Cabral para o papel de Simone;


4. Isis Valverde aprendeu a fazer apneia para viver Ritinha: a atriz consegue ficar cerca de 2 minutos nadando sem respirar. Parada, a atriz fica até 4 minutos submersa;

5. A cauda de sereia é feita de silicone e pesa cerca de 23 quilos. Ela foi feita nos Estúdios Globo, pelos departamentos de Efeitos Especiais, Caracterização de Efeitos, Figurino e Fábrica de Cenários;

6. A história da personagem Bibi (Juliana Paes) é inspirada em um caso real;

7. O bairro de Portugal Pequeno foi recriado em uma cidade cenográfica;

8. Lilia Cabral não gosta de jogos de azar na vida real. Ela não joga nem buraco e nem na loteria;

9. Carla Diaz e Juliana Paes já fizeram duas novelas juntas: O Clone e Laços de Família;

10. A lutadora Erica Paes foi coaching da Paolla Oliveira e entrou para o elenco da novela;

11. O personagem Sabiá (Jonathan Azevedo) era apenas uma participação especial. Seu desempenho foi tão bom que o ator acabou entrando para o elenco;


Jonathan Azevedo diz que está vivendo fase incrível

12. Tarso Brant, que entrou na trama como T., ajudou a autora Gloria Perez a criar o personagem Ivan;
Tarso Brant ajudou Gloria Perez (Foto: Bella Pinheiro) Tarso Brant ajudou Gloria Perez (Foto: Bella Pinheiro)


Tarso Brant ajudou Gloria Perez

13. A atriz Juliana Paes que faz o seu próprio cabelo e maquiagem;
Juliana Paes se transforma em Bibi (Foto: Globo) Juliana Paes se transforma em Bibi (Foto: Globo)


Juliana Paes se transforma em Bibi

14. O final de Jeiza (Paolla Oliveira) foi gravado em junho no UFC;
No último capítulo de 'A Força do Querer', Jeiza disputa cinturão do UFC (Foto: Globo / Estevam Avellar) No último capítulo de 'A Força do Querer', Jeiza disputa cinturão do UFC (Foto: Globo / Estevam Avellar)


No último capítulo de 'A Força do Querer', Jeiza disputa cinturão do UFC

15. Juliana Paes, Paolla Oliveira e Débora Falabella dividiam a mesma dublê nas cenas de perigo: a carioca Roberta Felipe, de 32 anos;

16. Emilio Dantas e Rodrigo Lombardi ficaram tão amigos que, de vez em quando, assistem a alguns capítulos jogando ping pong na casa de Lombardi;
Caio e Rubinho em 'A Força do Querer' (Foto: Fábio Rocha/Gshow) Caio e Rubinho em 'A Força do Querer' (Foto: Fábio Rocha/Gshow)


Caio e Rubinho em 'A Força do Querer'

17. A primeira novela que Pabllo Vittar fez uma participação especial foi em A Força do Querer;
Elis Miranda e Pabllo Vittar (Foto: Estevam Avellar/Globo) Elis Miranda e Pabllo Vittar (Foto: Estevam Avellar/Globo)


Elis Miranda e Pabllo Vittar

18. O elenco fez amizade com os moradores da comunidade Tavares Bastos e, de vez em quando, almoçavam na casa de alguns moradores nos intervalos das gravações.

Fonte: UOL


Os pelados das novelas e por que são censurados hoje


Entre a segunda metade dos anos 1980 e meados dos 1990, o Brasil, passando por um período de ressaca pós ditadura, viveu anos de grande liberdade de expressão nas Artes e Comunicações em geral. Respirando os ares liberais da Nova República, o país ansiava por tirar o atraso de mais de vinte anos de repressão e cerceamento das liberdades.

E “tirar o atraso” aqui tem conotação sexual mesmo!

A TV também foi à forra, para compensar décadas de censura imposta a programas e novelas. Valia tudo no “liberou geral” da programação televisiva, de apresentadora erotizada de programa infantil a bordões engraçadinhos referenciando o ato sexual na novela das sete: quando Cássio Gabus Mendes dizia que ia “beber água” em Brega e Chique” (1987), ou quando Guilherme Leme estava a fim de “levar uns coelhos” em “Bebê a Bordo” (1988-1989), o público sabia exatamente do que se tratava.

Foi quando a nudez começou a pipocar em nossas novelas. A TV Manchete saiu na frente e entendeu que peladões chamavam audiência. Já em “Dona Beija” (1986), Maitê Proença surgia nua em pelo na cachoeira ou montada em um cavalo. O ápice foi a novela “Pantanal” (1990), com os banhos de rio de Cristiana Oliveira, Luciene Adami, Marcos Palmeira, Paulo Gorgulho, Andrea Richa, Giovanna Gold, Ângelo Antônio e outros.


Maitê Proença em “Dona Beija” | Banho de rio em “Pantanal”

A propósito, a Manchete mostrou tantos seios em sua dramaturgia que podemos apostar em uma banalização do recurso, em um período que vai de “Pantanal” e a minissérie “O Canto das Sereias” (1990) até “Xica da Silva” (1997). Mas tudo dentro do permitido para seus horários de exibição, de acordo com as diretrizes e parâmetros da época – que são bem diferentes dos de hoje.

A Globo não ficou de fora e mostrou peladonas estampando aberturas de novelas. Isadora Ribeiro causou um verdadeiro furor ao aparecer nua retorcendo como um tronco de árvore na abertura de “Tieta” (1989-1990, atualmente no canal Viva). Também Mônica Fraga na abertura de “Pedra Sobre Pedra” (1992) e Mônica Carvalho na de “Mulheres de Areia” (1993). Havia ainda peitos à mostra na abertura de “O Dono do Mundo” (1991) – as moças dentro do globo de Charles Chaplin, lembra?


Mas nada causou tanto frisson quanto o peladão na abertura da novela das sete “Brega e Chique”, em 1987 – espertamente embalada pela música “Pelado”, do Ultraje a Rigor. No primeiro capítulo, o modelo Vinícius Manne apareceu por segundos com o bumbum à mostra. No dia seguinte, atendendo alguns telespectadores indignados (já ouviu falar nas Senhoras de Santana? googla lá!), a Globo inseriu eletronicamente uma folha de parreira sobre a região glútea do rapaz.

Dois dias depois, após nova pressão popular (pedindo a retirada da folha), o então Ministro da Justiça Paulo Brossard desistiu da censura e o famoso traseiro voltou a ficar exposto, com o rapaz “pelado, pelado, nu com a mão no bolso”. O sucesso da bunda prosseguiu na capa do LP internacional da novela, exposta à luz do dia nas vitrines de lojas de discos e de departamentos em todo o Brasil.

A partir da segunda metade da década de 1990, o país aderiu a uma onda politicamente correta que fez desaparecer os peladões das grades livres das televisões, restringindo-os aos horários tardios. Curioso foi o caso da reprise de “Mulheres de Areia” entre 2011 e 2012, em que a nudez da moça da abertura foi “amenizada” para atender os padrões atuais e para evitar que a novela sofresse uma reclassificação de horário e não pudesse ser exibida no início da tarde.

Não critico o politicamente correto, desde que usado com bom senso. No caso dos programas de TV, acho que limites são necessários para calibrar o oba-boa generalizado que descamba para o mau gosto. Não que fossem de mau gosto os nudes nas aberturas de “Brega e Chique”, “Pantanal”, “Pedra Sobre Pedra”, “O Dono do Mundo” e “Mulheres de Areia”. Longe disso!

O problema está no conservadorismo exacerbado e intolerante travestido de politicamente correto que deturpa o bom senso em benefício de sua causa. E a histeria coletiva que pode levar. Curioso que nada disso é novo, e vem à tona de tempos em tempos.

Fonte: UOL


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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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22 de setembro de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 22 Set

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"A Força do Querer" vai pegar fogo na reta final


Maior sucesso no horário nobre desde 2013, A Força do Querer terá uma reta final em chamas. A autora Gloria Perez virará a vida dos personagens de cabeça para baixo. E dará umas chicotadas principalmente em Bibi (Juliana Paes) e Ritinha (Isis Valverde). Uma morte no núcleo de Jeiza (Paolla Oliveira), os abortos de Irene (Débora Falabella) e Ivan (Carol Duarte) e o duelo entre Ruy (Fiuk) e Zeca (Marco Pigossi) são as "cerejas do bolo". A trama está prevista para terminar no dia 20 de outubro.

Tem muita coisa para acontecer, e a novela chegará à última semana com força: a paternidade de Ruyzinho (Lorenzo Souza) e o "quem fica com quem" são os trunfos reservados pela autora para os capítulos finais.

Perigosa no fundo o poço - O Morro do Beco será pacificado. Sabiá (Jonathan Azevedo) será preso, enquanto Rubinho (Emilio Dantas) fugirá da cidade com a família, usando nome falso. Bibi trocará tiros com Jeiza e virará foragida. A nova vida dela não será nenhuma lua-de-mel. Rubinho levará a amante, Carine (Carla Diaz), para a cidade onde eles vão morar.

A casa do bandido vai cair. Em uma operação orquestrada por Caio (Rodrigo Lombardi), Rubinho será preso. Bibi descobrirá que foi traída, vai se separar e ser humilhada pela "novinha".


Bibi (Juliana Paes) ficará sem dinheiro e sem marido; personagem recomeçará do zero

Carine virará a "fiel" (mulher oficial) do traficante. Até o carro que era de Bibi o bandido confiscará para dar à loira. Sem emprego, Bibi vai comer o pão que o diabo amassou, e os barracos continuarão. Ela ameaçará atear fogo na casa da rival com a loira e sua tia lá dentro.

Profecia e duelo final - Por ciúmes de Ritinha, Ruy deixará Zeca entre a vida e a morte. Ele o surpreenderá na rua com um tiro no peito. O playboy será ajudado por Dantas (Edson Celulari) para se livrar da cadeia. Cibele (Bruna Linzmeyer) se envolverá no caso e desmascarará a "sereia". Será ela quem dará a notícia a todos de que Ritinha é bígama e traiu o marido com o caminhoneiro.

A filha de Edinalva (Zezé Polessa) vai planejar fugir com o Ruyzinho (Lorenzo Souza), mas Joyce (Maria Fernanda Cândido) será mais rápida. Roubará a criança e conseguirá sua guarda provisória.

Ritinha usará sua cauda de sereia para conseguir o apoio popular. Ela fará vídeos relatando sua guerra contra Ruy para ficar com o filho. Dramatizará e viralizará se tornando um fenômeno nas redes sociais.


Ruy (Fiuk) atirará em Zeca (Marco Pigossi), que ficará entre a vida e a morte antes do final

A profecia citada pelo índio no primeiro capítulo da trama chegará à etapa final. Afogados juntos e salvos na infância, Ruy e Zeca vão se enfrentar em um tribunal em uma audiência que decidirá se o playboy vai preso pela tentativa de homicídio.

Jeiza arrasada - Calma! As coisas vão dar certo para Jeiza. O namoro com Caio engrenará com direito a lua-de-mel em Angra dos Reis (litoral do Rio de Janeiro). Mas ela ainda terá um brilho no olhar por Zeca. A loira também ganhará uma luta importante para ficar mais perto de conquistar o cinturão no MMA.

Por meio da policial, Gloria Perez fará uma campanha contra os assassinatos de PMs. Gerson (nome do ator não foi divulgado), amigo de Jeiza do batalhão, vai se mudar para perto da casa de Cândida (Gisele Fróes). Ele será morto diante da família por bandidos só por ser policial. O enterro do policial terá seu cão se despedindo com as patas em cima do caixão, e Jeiza devastada.

Espancamento e aborto - Ivan se descobrirá grávido nos próximos capítulos. A gestação o fará voltar para a casa da família, deixará Joyce cheia de esperança. Ela planejará enxoval e vai achar que hormônios da gravidez farão o filho desistir da transição de gênero. Mas a história não termina bem.


Ivan (Carol Duarte) perderá o bebê, mas deve terminar feliz com a aceitação da família

A gravidez será interrompida após o trangênero sofrer um espancamento. A novela promoverá um reflexão sobre a violência contra transexuais. Abalada, Joyce finalmente aceitará (ainda com resistência) a mudança de sexo de Ivan.

Cláudio (Gabriel Stauffer) só deve voltar na última semana para reencontrar Ivan. O roteiro da trama não constrói nenhum conto de fadas no sentido de que eles ficarão juntos, tudo indica que o final de Ivan é feliz com ele mesmo.

Barriga falsa e tragédia - Irene (Débora Falabella) perderá o bebê após tentar matar Elvira (Betty Faria). A vilã já terá feito exame de DNA e entrado com ação de paternidade. Ela usará até uma barriga que simula chute do bebê para enganar Eugênio (Dan Stulbach).

O desfecho dessa história será inspirado em fatos reais. Na última semana da trama, Irene encenará os passos de Thainá da Silva Pinto, mulher que assassinou uma grávida para tentar se apoderar de seu bebê. Ela sequestrou Rayanne Christini Costa Ferreira em 2016 no Rio de Janeiro e forçou o parto para ficar com a criança.

Fonte: Notícias da TV


Carol Duarte é alçada ao time de protagonistas


A Globo já traçou o futuro de Carol Duarte, a intérprete de Ivana/Ivan em A Força do Querer. Após sua primeira novela, a atriz de 25 anos assinará contrato de longo prazo e será promovida à categoria dos profissionais que podem ser protagonistas de novelas, minisséries e séries.

Também ganharão esse status Julia Dalavia e Gabriel Leone, que estão se destacando em Os Dias Eram Assim. Para setores da área artística da emissora, os três profissionais já provaram que são talentosos e carismáticos o suficiente para assumirem papéis centrais em novas produções.

O que os três têm em comum? Eles estudaram em escolas de interpretação e foram descobertos por produtores de elenco da Globo atuando em espetáculos teatrais. São resultado de uma estratégia que a emissora adotou há alguns anos e que está se intensificando agora.

A procura de novos talentos nos palcos do país está sendo ampliada porque a emissora aumentou muito sua produção de dramaturgia. Séries e minisséries são gravadas com antecedência; a produção não atende mais às necessidades imediatas da área de programação.

Com essa estratégia, a antiga política de manutenção de um numeroso quadro de atores contratados não serve mais. O critério para escalação agora não é mais o de usar somente o que está disponível no banco de atores, mas encontrar qual ator ou atriz é o mais adequado para o personagem.

A Globo tem um planejamento de novelas e minisséries até 2022. É muita produção para poucos atores considerados capazes de encabeçar elencos. Isso tem gerado disputas entre diretores por nomes mais estrelados, como Cauã Reymond, Bruno Gagliasso, Bruna Marquezine e Marina Ruy Barbosa.

Além da falta de protagonistas e da regra de não repetir um mesmo ator em duas produções exibidas simultaneamente, há outros fatores que atrapalham o jogo de xadrez da escalação.

A escolha de um protagonista depende muito do personagem, do carisma do ator, do talento para segurar uma novela inteira e do comportamento no set de gravação.

Muitos atores têm carisma e talentos suficientes, mas causam problemas nos bastidores, e os autores e diretores não querem trabalhar com eles. Outros são ótimos atores, mas não têm fisico de galã. Outros só funcionam em determinados personagens.


Novas estrelas - O fato de Carol Duarte, Julia Dalavia e Gabriel Leone serem promovidos ao time de protagonistas não quer dizer que eles serão os principais atores já em seus próximos trabalhos. Significa que a Globo os considera prontos para tal missão, mas isso vai depender do personagem e da aprovação de autores e diretores artísticos.

Executivos da emissora avaliam que Carol Duarte, de 25 anos, apesar de estar em sua primeira novela, já tem estofo para segurar a rotina pesada de gravações de um personagem central. Ela já demonstrou isso nos capítulos recentes de A Força do Querer, dominados pelo drama de Ivana.

A atriz, que estudou na Escola de Arte Dramática da USP (Universidade de São Paulo), foi descoberta atuando no teatro em São Paulo, assim como Gabriel Leone.

O Gustavo de Os Dias Eram Assim começou no teatro aos 14 anos. Fez textos de William Shakespeare (1564-1616) e musicais até conquistar uma participação como o psicopata Antônio de Malhação (2013). "São quase dez anos ralando, fiz muito teatro antes de engrenar na TV. Tenho emendado trabalhos bacanas, mas eu também agarrei as oportunidades", disse ele.

Depois da novelinha adolescente, Leone ganhou destaque em Verdades Secretas (2015) como Gui, o namoradinho de Angel (Camila Queiroz). Saiu da trama erótica direto para Velho Chico (2016), na qual vivel o idealista Miguel. Tem comprovado seu talento na atual novela das onze. Está cotado para ser protagonista de Onde Nascem os Fortes e De Volta Para Casa, ambas no ano que vem (fará uma delas).

Outro destaque de Os Dias Eram Assim, Julia Dalavia estudou no Tablado, renomada escola de teatro do Rio de Janeiro. Antes de ir para a TV, ganhou destaque no cinema, como a filha de Leandro Hassum em Até que a Sorte nos Separe (2012). Interpretou Helena na rápida primeira fase de Em Família (2014) e ganhou elogios como a versão jovem da personagem de Camila Pitanga em Velho Chico.

Na minissérie Justiça (2016), porém, Julia foi notada de verdade como uma atriz séria. Ela vivia Mayara, filha de Fátima (Adriana Esteves) que virava prostituta como parte de um grande plano de vingança contra sua cafetina, Kellen (Leandra Leal). Agora, encara cenas dramáticas na novela das onze como Nanda, contaminada com o vírus HIV.

Fonte: Notícias da TV


Emilio Dantas substituirá Cauã Reymond em novela


Em alta na Globo como o intérprete do traficante Rubinho de A Força do Querer, o ator Emilio Dantas, 34 anos, foi escolhido para substituir Cauã Reymond, 37, em De Volta para Casa, próxima novela de João Emanuel Carneiro, autor de Avenida Brasil (2012). Dantas dará vida a Beto, um cantor de axé music que é dado como morto.

Conforme o Notícias da TV publicou em primeira mão, Reymond foi reprovado em testes de canto e rebolado, habilidades necessárias para defender o protagonista da principal da Globo na metade do ano que vem. De Volta para Casa substituirá O Outro Lado do Paraíso, que estreia em outubro.

Além dos elogios pela atuação como Rubinho e de despontar como um novo galã na faixa dos 30 anos, Emilio Dantas sabe cantar. Ele atuou como vocalista de bandas de rock e MPB dos 15 aos 25 anos _mas ganhava a vida mesmo era como garçom. Não tinha pretensão de virar ator até que se deparou com uma oportunidade em um musical.

"Fiz um teste para um espetáculo do Osvaldo Montenegro como músico e acabei pegando o papel de protagonista", contou ao Notícias da TV em 2015, quando era par de Alinne Moraes em Além do Tempo, sua primeira novela na Globo.

Dantas, então, passou a fazer cursos de interpretação e teatro. Conheceu o diretor Roberto Bomtempo e ingressou na oficina de atores da Record. Lá, fez uma minissérie e duas novelas. Depois, vieram os papéis em Rock in Rio - O Musical e Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz.

Na novela de João Emanuel Carneiro, cuja produção começa logo após o final de A Força do Querer, Dantas deverá fazer par com Giovanna Antonelli.

Seu personagem será um cantor de axé music decadente que é dado como morto e se refugia em uma ilha da Bahia, onde tenta começar uma nova vida. Ele decide sustentar a farsa, já que a "notícia" de sua morte reativa a venda de seus CDs e DVDs.

Deborah Secco, como uma prostituta, e Adriana Esteves, no papel de uma cafetina, além de Letícia Colin, também farão a novela que marcará o primeiro protagonista de Emilio Dantas.

Fonte: Notícias da TV


Diretor deixa o "Fantástico" e gera tensão nos bastidores


Diretor do Fantástico desde 1993, Luiz Nascimento vai se aposentar no final do ano. O jornalista de 66 anos já avisou seus superiores e colegas mais próximos que em 2018 vai morar em Lisboa, onde tem imóveis. Vai acompanhar a mulher, Eugenia Moreyra, diretora da GloboNews, que também está encerrando a carreira. As saídas de Nascimento e de Eugênia estão causando tensão nos bastidores da Globo.

De um lado, há os subalternos de Luizinho, como Nascimento é conhecido, que temem as mudanças que poderão ocorrer no Fantástico. De outro lado, há uma disputa velada pelo seu cargo. Nos bastidores, aposta-se no nome de Ricardo Villela, diretor de jornalismo da Globo em Brasília, em em Luiz Petry, atualmente chefe de Redação do dominical.

A vaga de Eugenia Moreyra também está sendo cobiçada. Ela quer emplacar Carlos Jardim, seu chefe de Redação, para o desespero de profissionais do canal, que não têm bom relacionamento com ele. A torcida é por um nome de fora.

Nascimento é o mais longevo diretor do Fantástico. Nenhum antecessor chegou perto de comandar o programa durante 25 anos. Ele implantou diversas inovações na revista dominical (como as primeiras experiências de interatividade via internet) e abriu mais espaço para reportagens investigativas e denúncias.

Em 2001, Nascimento estava tão prestigiado na Globo que foi convocado para resolver uma crise de audiência do Domingão do Faustão. Durante alguns meses, a área de jornalismo comandou a atração de entretenimento _o que tinha tudo para não dar certo, e não deu. No ano anterior, ele atuou como coordenador de jornalismo de No Limite, o primeiro reality show da TV brasileira.

Eugenia Moreyra também passou por No Limite e pelos primeiros anos de Big Brother Brasil. Antes, foi editora do Fantástico, já sob o comando do marido. Ela assumiu a GloboNews em 2011.

Procurada, a Globo não comentou o assunto.

Fonte: Notícias da TV


'Você decide' voltará ao ar na Globo


 Formato que fez sucesso na Globo entre 1992 e 2000, o "Você decide" voltará ao ar. O projeto foi cogitado recentemente, mas agora é concreto: será gravado um piloto, o elenco está sendo escalado e o cenário, construído. José Eduardo Belmonte vai dirigir (no guarda-chuva de Guel Arraes).

Durante a exibição do programa, o público podia escolher, ao vivo, o final de uma história por meio de uma ligação gratuita para a emissora. Um placar instalado no cenário contabilizava os votos em tempo real.

A atração teve vários apresentadores, como Antonio Fagundes, Walmor Chagas, Tony Ramos, Lima Duarte, Raul Cortez, Renata Ceribelli, Carolina Ferraz, Cissa Guimarães, Celso Freitas e Luciano Szafir.

Patrícia Kogut


Adaptação de Edney Silvestre deve estrear em 2019


A Globo está avançando no processo de adaptação do livro "Se eu fechar os olhos agora", do repórter global Edney Silvestre, para a TV. Já existe, inclusive , a perspectiva de estreia para 2019 e o início das gravações ainda para este ano.

Segundo a jornalista Patrícia Kogut, o projeto na TV será adpatado por Ricardo Linhares (supervisor de "Rock Story", autor do remake de "Saramandaia" e parceiro de Gilberto Braga em projetos como "Babilônia", "Insensato Coração" e "Celebridade"). A expectativa é que a produção tenha dez capítulos - sendo que cinco já foram entregues.

O início das gravações está previsto para novembro, mas a estreia ocorrerá apenas em 2019 - inicialmente no Globo Play e apenas depois na Globo.

História: "Se eu fechar os olhos agora" é um livro ambientado numa pequena cidade da zona do café do Rio de Janeiro. A narrativa inicia com dois garotos de 12 anos que encontram o corpo de uma mulher morta e mutilada às margens de um lago.

Eles não aceitarão a explicação oficial do crime, que põe a culpa no marido, um dentista. Começarão então a investigar e ganharão o apoio de um senhor que mora no asilo da cidade e que foi ex-preso político da ditadura Vargas.

Fonte: Na Telinha


Globo não renova contrato com Walther Negrão


Autor de várias tramas da Rede Globo, entre elas Como Uma Onda (2005), Desejo Proibido (2008), Araguaia (2011) e Flor do Caribe (2013), Walther Negrão não faz mais parte do time de novelistas da emissora.

De acordo com a colunista Patrícia Kogut, o contrato do escritor terminou no mês passado e o canal e nem ele falaram sobre uma possível renovação.

Negrão recebeu uma oferta de uma TV portuguesa e pode escrever um novo folhetim no país estrangeiro. O último trabalho na platinada foi Sol Nascente (2017).

Fonte: Observatório da TV  


Definida atriz que viverá Hebe Camargo em musical


Foi batido o martelo na escolha de quem viverá Hebe Camargo no teatro. Superando 35 candidatas, Débora Reis, de 45 anos, será a protagonista de “Hebe, O Musical".

Não será a primeira vez que a atriz fará a "rainha da TV brasileira". Isso já havia acontecido no musical sobre a vida de Rita Lee.

“Foi uma emoção, sempre fui apaixonada pela apresentadora”, disse Débora Reis à revista Veja, contando que chegou a conhecer Hebe rapidamente durante um show em São Paulo. "Ela apertou minhas bochechas, mas não ganhei selinho", brincou.

"Hebe, O Musical" terá direção de Miguel Falabella com texto de Artur Xexéo, autor de sua biografia.

A estreia está marcada para o dia 15 de outubro, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.

Fonte: Na Telinha


Thalía pode voltar às novelas                                    


Aclamada como a "rainha das telenovelas" no México, Thalía pode voltar às telas mexicanas com o melodrama "Mirada de Mujer", êxito no final da década de 1990 pela TV Azteca.

A Televisa acaba de adquirir os direitos da história de uma divorcia que se apaixona por um jovem escritor. A emissora já sondou outras atrizes como Mayrín Villanueva e Leticia Calderón, segundo a agência mexicana Basta!.

Atualmente, Thalía está preparando seu novo álbum e já tem em mãos o roteiro da novela que marcaria seu regresso à TV. A última foi "Rosalinda" em 1999, depois das trilogias das Marias.

A Televisa espera a resposta da cantora e dar início ao esquema de produção. "Mirada de Mujer" tem previsão de estreia para 2018.

Fonte: Na Telinha


Netflix vira opção de trabalho para atores dispensados


A política da Globo, da Record e do SBT de fazer contratos por obra com boa parte de seus elencos gerou uma revolução no mercado da atuação. Depois de migrarem para as séries da TV paga, os atores agora começam a encarar a Netflix como uma nova opção para fugir do desemprego e continuar na ativa. Fernanda Vasconcellos, que já foi estrela na Globo, e Leonardo Brício, ex-protagonista na Record, estão entre os que encontraram trabalho na plataforma de streaming.

A série O Mecanismo, que a Netflix prepara para 2018 e tratará dos bastidores da Operação Lava Jato, terá como uma das protagonistas Carol Abras, que atuou em Avenida Brasil (2012) e roubou a cena em I Love Paraisópolis (2015). Sem contrato longo com a Globo, a atriz encontrou na Netflix um novo mercado.

O protagonismo de Carol será dividido com Selton Mello, que por opção própria faz contrato com a Globo apenas por obra para poder se dedicar a outros trabalhos, como a direção de O Filme da Minha Vida, em cartaz nos cinemas, ou da série Sessão de Terapia (2012-2014). Mello mantém boa relação com a emissora, na qual gravou a produção 13 Dias Longe do Sol, ainda sem previsão de estreia.

O elenco conta ainda com Lee Taylor (Velho Chico), Enrique Dias (Felizes Para Sempre?) e Leonardo Medeiros (Em Família e O Rico e o Lázaro). Leonardo Brício, que saiu da Record por não querer ficar marcado como ator de tramas bíblicas, voltará à TV depois de cinco anos fora do ar na mesma produção.

A segunda temporada de 3% também é um bom indício de como os atores têm encarado a Netflix de forma favorável. No primeiro ano, os nomes mais conhecidos eram Bianca Comparato e João Miguel, acompanhados de vários novatos, como Michel Gomes, Vaneza Oliveira, Rodolfo Valente e Rafael Lozano.

Já os novos episódios contarão com Fernanda Vasconcellos (Haja Coração), Maria Flor (A Lei do Amor), Laila Garin (Rock Story), Cynthia Senek (Malhação), Sílvio Guindane (Vai que Cola) e Bruno Fagundes (Meu Pedacinho de Chão). Todos eles não têm mais contrato com a Globo e viram no streaming uma boa oportunidade.

"Eu fiz Pedacinho há três anos e não tive mais chances na Globo. As séries da Netflix vieram em ótima hora, são uma oportunidade incrível de mostrar meu trabalho", valoriza Bruno, que antes de atuar em 3% fez uma participação rápida em um episódio de Sense8 (2015-2017), também na plataforma.

Filho de Antônio Fagundes, contratado da Globo há 40 anos, o jovem de 28 anos encara um panorama bem diferente do vivido pelo pai. "Acho que produções como 3% são um marco. Acredito inclusive que isso vai mexer com a produção da própria Globo, entusiasmada para criar novos conteúdos, novos formatos", opina.

>Com Sense8, o ator já sentiu um gostinho do potencial do novo mercado. "Colocar minha cara lá, em um produto que é exibido no mundo todo, é uma experiência incrível. Para nós, atores, isso muda tudo, você pode ser conhecido muito além do Brasil. Eu já tive um retorno bem positivo e agarro o papel em 3% com sangue nos olhos e muita empolgação", diz ele, proibido de dar qualquer detalhe sobre a trama.

O ritmo de produção de uma série, bem menos intenso que o de uma novela diária, também dá aos atores a chance de fazer outros trabalhos. Fagundes, por exemplo, concilia as gravações de 3% com duas peças de teatro: Baixa Terapia, em cartaz no Tuca, em São Paulo, e o musical Senhor das Moscas, em temporada gratuita no Sesi e pelo qual concorre ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem.

"São universos bem diferentes, três personagens muito distintos, é um exercício incrível poder transitar entre esses papéis. Eu encaro isso como um grande desafio. Faço teatro profissional desde os 16 anos, me sinto meio retribuído em ver que o palco está pedindo minha presença e que eu posso conciliar essas jornadas. É intenso, eu trabalho muito, mas não posso reclamar", encerra.

Fonte: Notícias da TV


Apresentadora se demite da Globo


Apresentadora do "Globo Esporte" em Minas Gerais desde 2013, Maíra Lemos anunciou sua saída da Globo. A jornalista pediu demissão e publicou nesta quarta-feira (20) um desabafo no Instagram explicando as razões de ter escolhido deixar a emissora.

"Eu estou me despedindo do 'Globo Esporte'. Depois de mais de seis anos na reportagem, na apresentação do programa, eu pedi demissão. Foi uma decisão muito bem pensada, muito bem planejada. Eu escolhi seguir um caminho que é meu, do meu jeito, mais a ver com a minha essência. Depois de mais de dez anos de carreira em vários canais de TV, eu vou dar uma mudada e quero trabalhar mais em conexão com o que acredito, com meu propósito de vida. Em breve terei novidades para vocês, prometo que não vou sumir", disse a apresentadora, que terminou o vídeo agradecendo o carinho do público.

Maíra se despediu dos telespectadores pelo Instagram porque não pôde dar seu adeus ao vivo na TV. O último "Globo Esporte" mineiro sob comando dela foi ao ar na última terça, ela encerrou dizendo apenas "Boa tarde para você", sem aparecer no vídeo. Nesta quarta, o programa foi apresentado por Carina Pereira.

Com doze anos de profissão, Maíra Lemos trabalhou na Rede Minas, TV Alterosa (afiliada do SBT) e Record Minas. Em 2011, foi contratada pela Globo. Logo conquistou espaço e tornou-se queridinha dos torcedores mineiros.

Cantada de Ronaldinho e promoção - A repórter ganhou fama nacional ao ser pedida em namoro por Ronaldinho Gaúcho durante uma entrevista após o jogo do Atlético-MG contra o The Strongest, da Bolívia, pela Taça Libertadores de 2013, na véspera do Dia Internacional da Mulher.

Ao perguntar se o jogador dedicaria o gol para alguma mulher, perguntou: "Está namorando?". O craque rebateu com o pedido: "Quer namorar comigo?". A resposta indiscreta de Ronaldinho foi exibida no "Bom Dia Brasil" e viralizou na internet.

Maíra Lemos foi promovida a apresentadora do "Globo Esporte" em 2013, mas costumava aparecer em rede nacional por causa da boa fase dos times mineiros (no período, o Atlético-MG conquistou a Libertadores e a Copa do Brasil e o Cruzeiro foi bicampeão brasileiro)

A apresentadora também cobriu a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, acompanhando a seleção feminina de futebol. Além do jornalismo, Maíra é formada em publicidade e faz palestras sobre a presença da mulher no futebol.

A profissional é mais uma a deixar a Globo nos últimos meses. Em maio, Luís Ernesto Lacombe anunciou sua saída da emissora após 20 anos. O apresentador voltará à TV no reality show "Exathlon Brasil", que estreia na próxima quarta na Band. Em julho, após o colunista Flávio Ricco, do UOL, noticiar em primeira mão, Evaristo Costa também deu adeus à Globo.

Fonte: UOL


Roteirista da Globo funda igreja e propõe 'cura hétero'


Nos últimos tempos, a luta contra o preconceito tem ganhado ainda mais força. Não faltam pessoas que se dedicam a evitar que outras sofram com esse mal. Escritores colocam isso em novela, séries e filmes.

Em uma reportagem da revista Veja, no entanto, um famoso autor global diz que criou uma espécie de igreja, a Deus é Humor, que tem um objetivo, propor a "#Cura Hétero". Psicólogos são unânimes ao dizer que é impossível mudar o comportamento e os desejos sexuais de alguém. Além disso, a condição sexual não é uma doença, não importando se o sujeito é hétero, bi, gay ou qualquer outra forma que se expresse sexualmente.

Ele tem passagens importantes na TV Globo, ajudando a escrever ‘’Joia Rara’’. No cinema, esteve à frente de projetos como ‘’Magas e os Formigas’’. Acostumado a improvisar, agora ele levou ao teatro performances inspiradas nos famosos cultos neopentecostais.

Não é incomum achar notícias de igrejas que fizeram ou tentaram propor a chamada "cura gay", algo que nunca teve qualquer comprovação científica e que, na verdade, acaba, mais tarde, gerando prejuízo ao indivíduo.


Global diz que sua igreja aproxima as pessoas de Deus através do humor: 'Nossa palavra é a da gozação'

Em um dos vídeos que Newton Cannito chama para os cultos, ele revela que muitos homens já estão cansados de ficarem o tempo todo correndo atrás de mulheres e entrando em discussões que parecem não ter fim. Ele lembra que a maioria, inclusive, fica melhor quando está ao lado dos amigos machões e propõe então "a cura hétero", que é uma forma de tirar um pouco do machismo enraizado na sociedade e não mudar a condição/orientação sexual do indivíduo.

Newton diz que na Deus é Humor a palavra da salvação é a palavra da gozação.

'O humor é meu pastor, nada me irritará', diz salmo da 'seita que dói menos'

Muitas das mensagens bíblicas famosas também são mudadas. O famoso salmo ‘’o Senhor é meu Pastor’’ vira ‘’o humor é meu pastor'. Números musicais também animam a celebração. Nomes como o de Dercy Gonçalves já foram canonizados pela igreja.

O próximo que estaria na filha para virar beato da igreja Deus é Humor é o apresentador Abelardo Barbosa, o Chacrinha, famoso por jogar bacalhau em um monte de gente em seus programa de televisão.

"Igreja é um lugar que você vai para ser perdoado por Deus. Por isso, estamos criando um ambiente onde se possa pensar em Deus sem culpa, sem inferno. Aqui não existe um Deus punitivo", alega o fundador da seita.

Com informações da revista Veja


Em livro, jornalista conta como foi demitido do “Fantástico”


Os livros de autoajuda com dicas para o sucesso na carreira enfatizam, de um modo geral, os bons exemplos, os profissionais bem-sucedidos e as trajetórias vencedoras. O recém-lançado “Treze Meses Dentro da TV – Uma aventura corporativa exemplar” investe na direção contrária. O livro de Adriano Silva descreve um caso de fracasso – vivido pelo próprio autor.

Minha crença é que relatos assim precisam circular mais. Porque são tão ou mais significativos que as histórias de sucesso”, anota ele depois de descrever os quase 400 dias em que atuou como chefe da redação do “Fantástico”, no Rio.

Entre o final de 2006 e o início de 2008, enquanto julgava que havia chegado ao “topo da profissão”, Silva foi motivo de piada interna, por conta de ideias ruins que deu, nunca teve responsabilidades muito claramente definidas, conviveu com um superior hierárquico lacônico e não recebeu nenhum apoio de quem esperava.

Com bastante franqueza e algum ressentimento, ele resume o livro como “o relato de um profissional que se viu diante de uma cultura empresarial e não encontrou encaixe – e uma reflexão sobre esta incompatibilidade”.

A maior originalidade de “Treze Meses Dentro da TV” (Editora Rocco, 256 págs., R$ 34,90) talvez seja o fato de ter como objeto central o mundo do jornalismo. É raro encontrar descrições tão detalhadas sobre o seu funcionamento interno.

Com formação em marketing, e nenhuma experiência como repórter, Silva fez carreira na editora Abril, a partir de 1998. Trabalhou na “Exame”, dirigiu a “Superinteressante” e comandou o Núcleo Jovem da empresa, responsável por revistas como “Capricho” e “Bizz”, entre muitas outras.

O jornalista da Abril que mais apostou em Silva, uma espécie de mentor dele, foi Paulo Nogueira (1956-2017), que em 2006 se mudou para a Editora Globo, onde ocupou a direção editorial das revistas da empresa. Sondado por Nogueira para seguir o mesmo caminho, ele respondeu que o seu maior interesse era trabalhar na TV.

Com a ajuda de Nogueira, Silva conta que entrou em contato com diretores da Globo no Rio. Luis Erlanger, então diretor de Comunicação, o apresentou a Carlos Henrique Schroder, então diretor de Jornalismo da emissora, e a Ali Kamel, então o número 2 do Jornalismo.

Numa conversa com Schroder, Silva disse que gostaria de trabalhar no “Globo Repórter”, mas foi convidado a ocupar um alto cargo no “Fantástico”, o segundo na hierarquia do programa. Só então ele conheceu Luiz Nascimento, que dirige a revista eletrônica dominical da Globo desde 1993.

Na página 110 do livro, Silva se dá conta de que muito do seu fracasso se deveu justamente à forma como entrou na emissora. “Uma contratação só dá certo quando parte de quem vai ser o seu chefe direto”, ensina.

Silva reconhece que outro problema grave era a sua total falta de experiência em televisão: “Como eu não era de TV, tinha que aprender sobre o veículo com meus subordinados. Esse era um flanco de grande fragilidade para mim”, admite.

 “Eu tinha chegado por cima num lugar em que as pessoas costumavam vir de baixo, em que os líderes eram construídos dentro de casa, a partir da base, e não trazidos de fora”, elabora em outro trecho.

Um fato incomum, a respeito do qual Silva afirma só ter sido informado após assumir seu cargo, é que seria chefe da então editora Eugenia Moreyra, mulher de Nascimento. “Eu seria, portanto, chefe da mulher do meu chefe”, anota.

Sofreu rejeição geral. “Depois da reunião de pauta, boa parte da redação saía junta para almoçar. Nunca fui convidado”, lamenta. Num relato pueril, conta que buscou se aproximar de Álvaro Pereira Jr., o chefe da redação do Fantástico em São Paulo, lhe presenteando com um CD caseiro de sua banda de pop rock. “Eu me expunha com aquele gesto que, claro, acabou não rendendo nenhuma proximidade extra entre nós”.

Silva também reconhece o erro de ter enviado à direção de jornalismo da Globo, sem informar ao seu chefe, uma proposta de mudanças no “Fantástico”. É o que ele chama de um “bypass”, um gesto altamente condenável no mundo corporativo.

Ao longo dos 13 meses de sua experiência no programa, que vivia um período de “mormaço”, na sua visão, Silva pensou várias vezes em desistir – e hoje se arrepende de ter prolongado por tanto tempo a situação. “Passei um bocado do limite da dignidade”, diz. Em janeiro de 2008, foi comunicado pela direção de jornalismo da Globo de que vários dos problemas do “Fantástico” passavam por ele. E foi demitido.

Fonte: Mauricio Stycer, do UOL


Morre a atriz Rogéria aos 74 anos


Morreu na noite esta segunda-feira a atriz Rogéria, aos 74 anos. Segundo o biógrafo e amigo Mario Paschoal, Rogéria faleceu por volta das 22h15, no Hospital da Unimed-Rio, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Após ser internada com infecção urinária no Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste, a atriz teve uma crise convulsiva e não resistiu.

Rogéria deu entrada na UTI no início de agosto para tratar um quadro de sepse urinária. Ela chegou a ter alta no dia 25 do mês passado, mas voltou para o hospital após apresentar piora.

De acordo com Mario Paschoal, a atriz estava aguardando melhora para poder realizar uma operação nos rins, mas seu quadro se agravou, provocando problemas cardíacos e uma infecção generalizada.

— Ela estava aguardando para fazer uma operação nos rins, mas o quadro se agravou. Ela chegou a ter problemas cardíacos. O empresário dela está cuidando de tudo. Engraçado que na primeira vez que ela foi internada, eu me preocupei muito. Dessa vez, estava mais tranquilo e aconteceu isso. Vai fazer muita falta — lamentou.

Foi na adolescência que Astolfo Barroso Pinto descobriu que gostava mesmo era de se vestir de mulher. Ainda na infância, já descia as escadas como se estivesse usando um vestido longo imaginário. Aos 14 anos, no carnaval, caracterizou-se pela primeira vez como mulher — maiô, saia e um chapéu. Não precisava de peruca nem maquiagem para se sentir feminina. Deixando Astolfo para trás, renasceu Rogéria — e, em pouco tempo, iria se tornar um ícone do mundo gay, a transformista mais emblemática do país. Livre do nome masculino, com o qual a haviam batizado em 1943, Rogéria brilhou.

Primeiro na Rádio Nacional, frequentando os programas de Emilinha Borba, sua maior referência artística. Em plena ditadura militar, aproveitando o surgimento das vedetes travestis, destacou-se como vedete nas boates de Copacabana e em apresentações consideradas lendárias no Teatro Rival. Em 1964, atuou no primeiro espetáculo nacional de transexuais, “Les Girls”. Dirigido por João Roberto Kelly, trazia letras como: “Ser mulher é muito fácil para quem já é, mas pra quem nasce para ser João é um sacrifício a transformação”.

Depois de passar um período como maquiadora na TV Rio, que funcionou como uma escola de artes dramáticas pela convivência com atores e diretores, firmou-se nas artes dramáticas. No cinema, filmou com grandes cineastas: Eduardo Coutinho em “O homem que comprou o mundo” (1968), Julio Bressane em “O gigante da América” (1978), e José Joffily em “A maldição de Sampaku” (1991). Em 1979, venceu um Troféu Mambembe (um dos prêmios mais importantes para a produção cultural na época) pela atuação na peça “O desembestado”, contracenando ao lado de Grande Otelo.

Participando de programas de TV, Rogéria apresentou o universo do transformismo a um público mais amplo, tornando-se a “travesti da família brasileira”, título cunhado por ela próprio. Foi jurada em programas de auditório de grande audiência, como o “Cassino do Chacrinha”. Travesti na TV era uma novidade — e o pioneirismo foi bem aceito. Seu carisma e talento ajudaram a quebrar o preconceito, em uma época em que homens só podiam se vestir de mulher na rua durante o carnaval. Ainda assim, não foi presa nem precisou se exilar durante a ditadura.

Rogéria não quis fazer cirurgia para mudar o sexo e nunca injetou silicone para alterar o corpo. A artista, que dizia não se preocupar com discussões sobre representatividade LGBT, era conhecida por sair no braço com os colegas homofóbicos.

— Engajada? Eu preciso ser engajada? Eu sou o engajamento em pessoa! Se as outras travestis estão aí, agradeçam a mim, que sou uma bandeira, e os brasileiros gostam de mim — disse ela, em entrevista ao GLOBO no ano passado, quando lançava sua biografia “Rogéria — Uma mulher e mais um pouco”, escrita por Márcio Paschoal.

Além da biografia lançada em 2016, Rogéria fez parte do grupo de travestis e transexuais retratado no documentário “Divinas divas”, dirigido por Leandra Leal.

Fonte: O Globo


Há 25 anos o Brasil afundava na lama em "Deus nos Acuda"


O momento político que o Brasil vive em 2017 é um dos mais sujos da história. Há 25 anos, quando Fernando Collor de Mello sofreu impeachment, não era muito diferente. A dramaturgia captou o espírito da época e afundou o país na lama de segunda a sábado, em rede nacional, ao longo de sete meses. Em 31 de agosto de 1992, estreava na Globo a novela Deus nos Acuda, cuja abertura fazia uma crítica à roubalheira, à ostentação e à corrupção da política e da classe mais rica no país.

Produzida por Hans Donner, a abertura da novela mostrava uma festa da alta sociedade, com homens e mulheres bem vestidos, risadas, insinuações sexuais e bebida. Aos poucos, o ambiente era inundado por lama, que submergia todos os convidados. No final, carros, lanchas e cruzeiros apareciam num redemoinho de lama, que escorria por um buraco na forma do mapa do Brasil.

A sequência durava pouco mais de um minuto, mas a abertura deu trabalho para Donner. Nos antigos estúdios da Globo em Guaratiba, bairro do Rio de Janeiro, foi construída uma gaiola suspensa sobre uma piscina, com seis metros por oito e chão de arame vazado. A gaiola ia descendo (pendurada por um guindaste) sobre a piscina, até que os figurantes ficassem mergulhados na lama.

O material utilizado nas gravações não era lama de verdade, mas sim uma mistura de isopor ralado, tinta preta, anilina e álcool _o que dava uma aparência mais próxima de pixe.

"Foram utilizadas cinco câmeras: três presas nas paredes do cenário, para descerem junto com ele; uma no teto, registrando a cena de cima para baixo; e outra sobre uma plataforma de isopor, que passeava entre os convidados da festa. Cada descida da gaiola na piscina durava 17 segundos e a cena só podia ser rodada uma vez ao dia, já que as roupas dos modelos tinham quer ser lavadas a cada gravação", disse Donner ao site Memória Globo. No total, as gravações duraram oito dias.


Dercy Gonçalves interpretou anja responsável pelo Brasil na novela Deus nos Acuda, em 1992

Corrupção em segundo plano - A abertura de Deus nos Acuda foi a investida mais política de toda a novela, e muito da repercussão aconteceu pelo momento pertinente em que a trama foi ao ar. O país assistia ao processo de impeachment de Fernando Collor, que teve início um mês após a estreia. Ele renunciou ao cargo em 29 de dezembro de 1992.

Segundo depoimento do autor Silvio de Abreu ao Memória Globo, a conclusão do impeachment de Collor esvaziou um pouco a discussão política na trama de Deus nos Acuda. Havia cobrança para que a novela pegasse mais pesado nas críticas à corrupção e à desonestidade no país, mas a história acabou ganhando mais força no humor e nos dramas familiares.

O destaque maior foi para o casal Maria Escandalosa (trambiqueira, interpretada por Claudia Raia) e Ricardo Bismarck (bom caráter, papel de Edson Celulari). Os dois, que nem se conheciam antes do trabalho, ficaram noivos durante a novela e se casaram em 1993 (o relacionamento terminou em 2010).

Dercy Gonçalves, então com 86 anos, também roubou a cena. Ela viveu a anja Celestina, encarregada de cuidar do Brasil. Atrapalhada e indisciplinada, provocou confusões na Terra e levou um ultimato de Deus: deveria tornar um cidadão brasileiro mais honesto e solidário se quisesse manter seu posto no Céu.

Celestina escolheu Maria Escandalosa e quebrou leis divinas para protegê-la. No final, a anja torta foi absolvida por Deus.



Fonte: Notícias da TV

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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