22 de abril de 2018

News TV, por Marcos Silvério - 22 Abr


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'Segundo Sol': conheça a história da novela das 9


Recomeçar. Reconstruir. Refazer. Ou desfazer, desconstruir, começar de novo. Essas ações poderiam conduzir as vidas de Beto Falcão (Emílio Dantas), Luzia (Giovanna Antonelli) e muitos outros personagens da próxima novela das 9, Segundo Sol. Ambientada na Bahia, entre Salvador e a fictícia Boiporã, a história de João Emanuel Carneiro traz duas fases separadas por 18 anos. E é justamente o tempo que vai dar o pontapé para que os personagens se movam e busquem seus objetivos de forma ativa, sem esperar que o destino decida por eles.

O início: entre 1999, 2000 e 2001 - Salvador, fim dos anos 90. O axé embala o Carnaval da Bahia - sempre! 🎶 Só que quem está em plena decadência é Beto Falcão, que estourou com o sucesso "Axé Pelô", hit que fez cantar um país inteiro em 94. Agora, o cachê vem devagar. E para pagar parte das dívidas da família, aceita fazer uma pequena apresentação em Aracaju. Numa maré de azar - que salvará sua vida -, Beto perde o voo e a apresentação. O avião que ele pegaria cai, e o cantor é dado como morto.

A comoção é nacional. Do fracasso, Beto Falcão reencontra a fama, mas dessa vez na categoria de mito. Em segredo, vê sua imagem ser ovacionada e os problemas financeiros da família se solucionarem. Convencido pela namorada, Karola (Deborah Secco), e pelo irmão, Remy (Vladimir Brichta), de que se manter "morto" é a melhor opção, ele deixa a cidade.

Já em Boiporã, nosso protagonista assume nova identidade e se apaixona pelo amor de sua vida: Luzia. A bela marisqueira, que cuida sozinha do casal de filhos pequenos, corresponde aos sentimentos de Miguel - como Beto se apresenta. Mas, com a ajuda de Laureta (Adriana Esteves), Karola vai separar o casal e desestruturar a família de Luzia.

2018: o tempo e suas consequências - É a chegada de Luzia na Bahia depois de 18 anos que vai provocar encontros e reencontros. A batalha para reunir sua família despedaçada vai também combinar com o fato de nem imaginar que Miguel, o amor que jamais esqueceu, é o famoso Beto Falcão. Ele, por sua vez, sustenta até hoje a farsa de sua morte e anda infeliz com os rumos que a vida tomou. Mas é justamente por saber de seu retorno a Salvador que vai conduzir seu destino.

Palavras do autor - Para João Emanuel Carneiro, "a grande força desta história são os laços familiares e a segunda chance que todos temos de começar de novo".

A direção - "É uma novela densa, emotiva, mas ao mesmo tempo solar, sensual, bem brasileira e com muito humor", adianta o diretor artístico Dennis Carvalho. E é com o tempero baiano de lugares fascinantes, alegria do povo, tradições culturais e religiosas, culinária e música que tudo é ambientado, como completa a diretora artística Maria de Médicis: "Temos atores baianos e estamos fazendo uma preparação intensa em todo o nosso time para que o suingue contagiante da Bahia esteja sempre presente".

Segundo Sol é sua próxima novela das 9, escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Dennis Carvalho e direção geral de Maria de Médicis. A estreia está prevista para maio.

Fonte: GShow


Fragoso será operado, mas volta para gravar novela


Thiago Fragoso, o Patrick de O Outro Lado do Paraíso, será operado nesta semana para a retirada de um nódulo de um rim, segundo fontes na Globo. O ator de 36 anos foi afastado da novela após sentir dores nas costas e apresentar alterações de pressão nos bastidores. A emissora, contudo, conta com sua rápida recuperação e retorno aos estúdios para a gravação de cenas da última semana da trama de Walcyr Carrasco.

O Notícias da TV apurou que Fragoso já passou por uma série de exames em um hospital da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Detectou-se um nódulo em um dos rins, mas ainda não se sabe se é benigno ou maligno.

A notícia de que o ator passa por um grave problema de saúde, revelada na última sexta-feira, pelo jornalista Léo Dias, no Fofocalizando (SBT), deixou toda a produção de O Outro Lado do Paraíso triste. Fragoso é um profissional muito querido. Houve comoção no estúdio da emissora.

Ele já vinha abatido desde o início do mês, devido à morte do avô, e reclamou de dores nas costas. Fragoso, segundo pessoas próximas, inicialmente achou que o incômodo tinha a ver com a queda que sofreu durante uma apresentação do musical Xanadu, em um teatro do Rio de Janeiro, em 2012.

A Globo já gravou cenas de um dos possíveis finais de O Outro Lado do Paraíso, em que o mocinho Patrick termina ao lado de Clara (Bianca Bin). Mas ainda há sequências a serem registradas com a presença do ator, como um capítulo quase todo dedicado ao julgamento de Sophia (Marieta Severo). Em algumas cenas, será usado um dublê.

A Globo começou a montar uma operação para permitir o afastamento de Thiago Fragoso há quase duas semanas. Na sexta-feira, 13, o autor Walcyr Carrasco enviou à produção uma série de alterações nos capítulos da novela, sem alterar o rumo da trama, apenas transferindo as falas de Patrick para outros personagens.

O advogado foi retirado de 14 sequências entre os capítulos 160 e 170, no ar entre os dias 26 de abril e 8 de maio.

Assim, Carrasco reduziu a carga de trabalho de Thiago Fragoso e permitiu que ele gravasse o maior número de cenas na semana passada, para poder se afastar nos próximos dias. Ele continuará aparecendo na novela.

Na última sexta, uma nova sequência foi mudada: o desfecho do sequestro de Tomaz (Vitor Figueiredo). Antes, Patrick mataria Renato (Rafael Cardoso) e sairia ileso. Agora ele também levará um tiro na barriga e precisará passar por uma cirurgia de emergência. Nessa sequência, Thiago será substituído por um dublê.

Segundo um médico consultado pelo Notícias da TV, a retirada de nódulo do rim é uma cirurgia relativamente simples e tem recuperação rápida.

Ator se emociona no Tamanho Família - Fragoso participou do programa Tamanho Família deste domingo (22) e se emocionou com uma homenagem de sua avó Edith (foto acima).

"Meu neto, não era difícil imaginar que aquele menino que se expressava tão bem com as palavras se tornaria um artista completo. Meu coração velhinho se orgulha muito de você, especialmente do pai que você se tornou", recitou ela.

O programa foi gravado antes de os problemas de saúde virem à tona, mas o ator falou que passa por momentos difíceis, provavelmente referindo-se ao avô.

"A gente passa por tanta coisa nessa vida, né? Acho que faz muita diferença quando a gente passa junto, quando a gente está junto, mesmo nos momentos difíceis, e que a família é o coração, antes de tudo. A gente tem uma estrada, uma estrada muito bonita e, sei lá, estou viajando aqui...", disse, com o filho Benjamin, de 7 anos, no colo.

Fonte: Na Telinha


Autores temem que cortes cheguem a eles na Globo


Após a Globo dispensar estrelas do elenco de seu primeiro time, escritores estão com medo de que os cortes também cheguem a eles.

Atualmente, a emissora possui a política de manter sob longos contratos, de dois a quatro anos, autores que desenvolvam projetos exclusivos para o setor de dramaturgia.

Conversando com a imprensa, profissionais disseram estar receosos de que a Globo, assim como fez com atores, também implante o sistema de contrato por obra, comum entre as TVs americanas, com seus roteiristas. Ou seja, um formato mais econômico aos cofres da emissora.

Um escritor iniciante ganha em torno de 50 a 150 mil reais, enquanto os veteranos chegam a receber salários entre um e dois milhões de reais mensais. Porém, esses valores são reduzidos pela metade quando o profissional não está com nenhuma novela no ar.

O receio de alguns autores é que a Globo esteja passando por um transformação no modelo de negócio na área de dramaturgia, deixando o setor mais rentável para a empresa, buscando resultados de indústria de entretenimento.

Pagar para autores veteranos salários entre R$ 500 mil e um milhão de reais, sem produto no ar, de acordo com as fontes, se caminha para ser um luxo cada vez mais distante na Globo. Contextualizam a afirmação citando o fato de que o cenário no setor de dramaturgia nas TVs concorrentes no país, deixam a emissora numa posição confortável para implantação deste novo modelo.



A Record TV possui um perfil religioso nas suas tramas e diversas temáticas não são abordadas em suas novelas, limitando assim, o desenvolvimento do profissional. O SBT investe apenas em produções infantis e baratas, e não sinaliza que no futuro próximo possa querer retornar com folhetins para adultos na grade.

Possuindo a melhor estrutura, diversas plataformas de distribuição e líder de audiência, a Globo seria a primeira opção para um escritor apresentar sua sinopse. Sendo assim, manter o funcionário sob um contrato milionário, exclusivo, seria um custo que não se justificaria.

Cerca de três anos atrás, a Globo promoveu entre alguns autores veteranos a redução de seus salários, e o receio é que agora, na medida que os contratos forem vencendo, uma nova redução possa ser proposta ou uma contratação por obra possa ser oferecida.

O temor vem da única certeza: a Globo está mudando a forma que trata o negócio que a transformou como referência de qualidade e lucro na TV: novela. A saída de Malu Mader, Maitê Proença, Carolina Ferraz, Isabela Garcia e Kadu Moliterno foram as consequências do início dessa nova gestão.

Fonte: Na Telinha


Malu Mader é dispensada após 35 anos na Globo


Estrela do primeiro time da Globo durante quase três décadas, a atriz Malu Mader acaba de ser dispensada pela emissora. Seu contrato venceu em março e não foi renovado. É a primeira vez que Malu, 51 anos, se vê desempregada desde que estreou na Globo, em 1983, quando tinha apenas 16. Ela não trabalhou para nenhuma outra TV nesses 35 anos.

Malu é mais uma "vítima" da nova política de elenco da Globo, que agora privilegia medalhões e atores altamente produtivos, que emendam um trabalho no outro. A emissora vem cortando custos para compensar a queda nas receitas com publicidade e já dispensou nomes como Maitê Proença e Pedro Cardoso.

Até dez anos atrás, a mulher do músico e escritor Tony Bellotto, guitarrista da banda Titãs, se dava ao luxo de escolher os papéis que interpretaria. Depois de estourar em sua primeira protagonista, na minissérie Anos Dourados (1986), Malu emplacou praticamente um trabalho por ano até 1993.

Nas últimas duas décadas e meia, no entanto, ela se tornou uma atriz sabática, com uma média de uma novela, série ou minissérie a cada três anos, fora participações especiais. Seu último trabalho no horário mais nobre foi a protagonista de Celebridade em cartaz na sessão Vale a Pena Ver de Novo, com problemas no Ibope.

Malu Mader mudou sua postura nos últimos anos. Passou a aceitar papéis de coadjuvante, como a Rosemere de Sangue Bom (2013) e a Rebeca de Haja Coração (2015). Ela até arriscou uma carreira atrás das câmeras, trabalhando como assistente de direção em O Rebu (2014).


Estrela relâmpago - Malu teve uma ascensão relâmpago na carreira de atriz: aos 15 anos, se inscreveu no curso de teatro do Tablado, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, estreou na Globo em Eu Prometo (1983). Depois, foi escalada para fazer um papel coadjuvante em Corpo a Corpo (1984), mas caiu nas graças de Gilberto Braga.

O autor apostou na atriz para protagonizar a minissérie Anos Dourados (1986), sobre o cotidiano dos jovens de classe média na década de 1950. Com uma personagem doce, mas determinada, Malu virou um rosto querido pelo público e começou a emendar protagonistas: fez O Outro (1987), Fera Radical (1988) e Top Model (1989).

Na década de 1990, a parceria com Gilberto Braga deu novos frutos: Malu fez O Dono do Mundo (1991), as minisséries Anos Rebeldes (1992) e Labirinto (1998), e a novela Força de um Desejo (1999). Em 1997, estrelou A Justiceira, rara incursão da Globo nas séries de ação _que foi encurtada por causa da gravidez da atriz.

Nos anos 2000, veio a última dobradinha com Braga, como a Maria Clara Diniz de Celebridade (2003), e participações em séries como Os Normais (2001), A Grande Família (2004), Guerra e Paz (2008) e até no Sítio do Picapau Amarelo (2001). Também teve uma incursão pelo universo fantástico de Elizabeth Jhin como uma bruxa na novela Eterna Magia (2007).

Acostumada a viver ricaças cheias de glamour, Malu se despiu da vaidade para viver uma dona de casa comum em Sangue Bom (2013). Também abriu mão dos dramas pesados para se jogar na comédia em Haja Coração (2016).

A atriz encerrou sua passagem pela Globo com uma participação em Malhação: Vidas Brasileiras, em março, interpretando a mãe de um adolescente que foge de casa ao presenciar uma briga dos pais. Antes, fez uma rápida aparição em Tempo de Amar, recuperando a personagem que viveu em Força de um Desejo (1999).

Fonte: Na Telinha


Caio Blat é cortado de "Deus Salve o Rei"


“Estou curioso pra saber por que fizeram isso”, disse Caio Blat ao Glamurama sobre ter sido cortado de “Deus Salve o Rei”, da Globo, que vem sofrendo ajustes na trama em busca de melhores níveis de audiência. Desde que a decisão foi tomada, o comentário é de que o ator não digeriu muito bem – ele teria reclamado com o diretor da novela. Fato é que Caio foi escalado para a próxima novela de Aguinaldo Silva, prevista para ir ao ar depois do fim de “Segundo Sol”, que vai substituir “O Outro Lado do Paraíso” na faixa das nove.

“Então aproveitaram para me tirar” - “Acabei de ter essa notícia de que vou sair de uma para entrar em outra. Sei que é um papel muito legal em ‘O Sétimo Guardião’, um dos vilões da história, e que foi uma decisão da Globo que eu saísse antes de ‘Deus Salve o Rei’. O meu personagem estava fora da história, estava preso, então aproveitaram para me tirar. É uma pena porque adoro a novela e esse desafio que a gente cumpriu de reconstruir uma época medieval. Foi incrível e é uma pena sair antes, mas saio honrado”.

Isso teve a ver com os índices de Ibope? “Não sei, não acompanhei o Ibope. Só tive prazer de fazer, o elenco é muito agradável. Eu estava sempre perto do Johnny Massaro, que é um gênio da nova geração, a grande revelação dessa novela, é verdade. Já sabia do talento dele, mas agora teve oportunidade de mostrar. Eu estava curtindo fazer, mas me pediram pra entrar em outra…”

“Começaram a reagir, me agredir, me ameaçar” - Mudando o assunto para o poder da internet e das redes sociais… “As primeiras vezes que coloquei alguma postagem e começaram a reagir, me agredir, me ameaçar, ter centenas de comentários… Isso foi muito assustador. A gente fica espantado. Dá vontade de apagar e, ao mesmo tempo, de manter aquilo e deixar dizerem o que quiserem, tirarem suas conclusões. Mas a verdade é que é um meio muito perigoso. As pessoas se manifestam nesse anonimato e, em forma de manada, ouvem uma coisa e começam a reproduzir, repassar”, nos disse o ator.

“Tem mensagens que você recebe trinta vezes de grupos diferentes, sabe que aquilo não é verdade e continua circulando. E como a gente se deixa levar, não verifica direito a veracidade das coisas, julga de forma muito imediata… Espalha sem saber. Pode acontecer com todo mundo receber algo falso e replicar sem saber. Dizem que usam logaritmos pra saber exatamente que tipo de tendência você tem, de consumo e políticas. E mandam o que já se encaixa com seu perfil, incentivando… Existe uma forma muito grande de manipulação nesses meios e a gente tem que estar o tempo todo atento, consciente, conectado. E também saber desligar, sair da rede às vezes. Adoro ficar offline”. (por Michelle Licory)

Fonte: Glamurama


Adriane Galisteu fará novela na Globo


Adriane Galisteu vai estrear em novelas da Globo, como um dos destaques de “O Tempo Não Para”, de Mário Teixeira, substituta de “Deus Salve o Rei” na faixa das 19 horas.

Ela viverá uma estilista vigarista, Zelda Lacocque, a que vai roubar as ideias de Marocas, Juliana Paiva, congelada em 1886. Mas que irá descongelar ainda mais criativa.

Após passagem pela última “Dança dos Famosos”, do “Domingão”, Galisteu não escondeu de ninguém o desejo de continuar na Globo. “Estou completamente disponível para atuar no que a emissora precisar”, declarou à época.

E eis que surge a oportunidade de viver um dos principais papéis desse primeiro voo solo de Teixeira na faixa das sete da noite.

A produção vai contar a história de uma família do século 19 que acaba acidentalmente congelada e desperta nos dias atuais, deparando-se com um mundo totalmente diferente do que conhecia. As gravações acontecerão no Rio de Janeiro e São Paulo, sob a direção de Leonardo Nogueira.

Galisteu tem diversos trabalhos como apresentadora, já fez muito teatro, cinema e pouca coisa como atriz de novela (“Xica da Silva”, 1996).

Só que este desafio que vem por aí será um dos maiores de sua carreira.

Fonte: UOL


Tonico Ferreira deixa a Globo depois de 37 anos


Testemunha de alguns dos principais acontecimentos políticos e econômicos que afetaram o Brasil e seus vizinhos nas últimas décadas, o jornalista Tonico Ferreira está deixando a Rede Globo. A decisão partiu do próprio Ferreira, que, aos 70 anos, cinquenta deles de carreira, decidiu se dar mais tempo para estudar, ler, viajar e ficar perto da família, de acordo com mensagem enviada pelo diretor geral de jornalismo e esportes da emissora carioca, Ali Kamel, aos jornalistas do canal.

De acordo com a carta de Kamel, Ferreira ainda teria mais de dois anos de contrato para cumprir. “Doeu, mas não pude dizer não. Ninguém resiste ao Tonico. Não é à toa que sempre há uma roda de colegas em volta dele, quando está na redação. E não apenas para ouvir sua análise sem paixões dos assuntos da política, do sobe e desce da economia e da vida brasileira. É também para escutar histórias de mais de seus anos de jornalismo, que fazem dele um dos mais experientes e importantes profissionais da imprensa brasileira”, escreve Kamel.

Formado em arquitetura pela USP, o santista Tonico Ferreira iniciou carreira como diagramador de jornais estudantis contrários ao regime militar. Em 1967, entrou nessa função na Folha de S. Paulo. Em 1968, passou para a Folha da Tarde, quando o jornal era ligado à oposição, ma deixou o jornal no fim do mesmo ano, quando a repressão induziu mudanças na linha editorial. Atuou também nas revistas VEJA e Realidade, ambas publicadas pela Editora Abril, e foi aos poucos se afastando da diagramação e se aproximando do jornalismo, que abraçou de vez no jornal Opinião, criado em 1972.

Nos anos 1980, migrou para a TV, onde ganhou o prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos por denunciar o chamado Escândalo da Mandioca, um caso de desvio de recursos públicos.

Fonte: Veja


Globo cancela a série "Cidade dos Homens"


Lançada em 2002 e com sua produção retomada em 2017, a série Cidade dos Homens foi cancelada pela Globo em definitivo.

A trama, que contava a história de Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva), teve como desfecho a temporada exibida neste ano e não terá continuação, segundo informa a colunista Patrícia Kogut.

A decisão pelo cancelamento partiu de Silvio de Abreu, que está à frente do núcleo de séries da Globo desde que Guel Arraes deixou o posto para voltar a se dedicar aos seus roteiros.

Vale lembrar que a produção foi abalada após a prisão de Darlan Cunha. O ator foi detido em março deste ano no Morro da Babilônia, zona sul do Rio de Janeiro, em meio a uma operação policial. Ele tinha um mandado de prisão em aberto por conta de uma queixa de agressão e cárcere privado feita por sua namorada - que mais tarde desistiu de acusá-lo mas que, por conta da Lei Maria da Penha, foi impossibilitada pois em tal legislação não se permite a retirada da queixa.

Fonte: Na Telinha


Alessandra Negrini: fazer mocinha é muito chato


Alessandra Negrini não esconde a preferência pela maldade: nos últimos 21 anos, interpretou seis vilãs e apenas duas mocinhas. Ela emenda sua quinta antagonista consecutiva a partir da próxima terça-feira (20), quando estreia a novela das seis Orgulho e Paixão, na qual viverá a ambiciosa Susana. A atriz de 47 anos não se importa em ficar estigmatizada com os papéis de má, já que pensa que interpretar mocinhas de folhetim é algo muito chato.

"Em novelas, você tem essa coisa mais polarizada, da mocinha boazinha contra a vilã malvada. Aí, eu prefiro fazer a malvada mesmo, acho os vilões mais interessantes, tem um componente de subversão que me atrai muito", define ela.

Alessandra, porém, ressalta que já foi atraída por heroínas em minisséries. "Em Engraçadinha (1995), eu era a protagonista jovem, a Isabel de A Muralha (2000) também era do bem. Eram mocinhas, mas tinham personalidade forte, aí eu gosto de fazer. Os diretores acham que eu tenho personalidade forte e me convidam para papéis assim. E eu sinto que, geralmente, as mocinhas não têm isso", define ela.

A última heroína da atriz em novelas foi em Paraíso Tropical (2007), mas na trama de Gilberto Braga ela se dividia entre a gêmea boa Paula e a gêmea má Taís. Assim, pôde exercitar sua vilania. Ela também foi do mal em Anjo Mau (1997), Desejos de Mulher (2002), Lado a Lado (2012) e Boogie Oogie (2014).

Mocinha de fato, sem irmã gêmea má a tiracolo, Alessandra só viveu uma vez: foi a Rebeca, de Meu Bem Querer (1998). Nas duas décadas que a separam da novela de Ricardo Linhares, muita coisa mudou. "Eu não tenho mais idade para ficar fazendo mocinha, sacou?", dispara a atriz, sem papas na língua.

Longe da Globo há três anos, a atriz conta que o público cobra sua volta à TV o tempo todo. "É incrível isso, você fica um mês fora do ar e as pessoas já começam a cobrar. Mas é um bom sinal, mostra que as pessoas gostam de você", aponta.

Alessandra, aliás, revela que apesar de ter uma carreira repleta de vilãs, não sente o ódio dos telespectadores. "Nunca tomei bolsada na rua. Pelo contrário, sempre me senti muito amada. As pessoas gostam dos vilões, né? Ele mexe com o sangue, deixa o coração acelerado. Acho que o público gosta da adrenalina, da emoção."

'Vai, malandra' - Em Orgulho e Paixão, Alessandra busca o humor para compor as maldades de Susana, que trabalha como braço direito da fazendeira Julieta (Gabriela Duarte). "Ela é uma vilã engraçada, que só quer se dar bem. É uma malandra, não vale nada", adianta a atriz, que formará uma dobradinha da maldade com Joaquim Lopes.

"Ele faz o ex-marido dela, o Olegário, um homem rico que pegou ela na cama com o melhor amigo e terminou o casamento. Só que ele perde tudo, volta pobre e a Susana começa a usá-lo para os planos dela. Ela vai fazer ele de gato e sapato."

Alessandra explica que foi justamente a oportunidade de fazer uma vilã cômica que a atraiu para Orgulho e Paixão. "Já estava na hora de eu voltar, porque estava afastada há um tempo, e achei a personagem bem escrita. O texto é interessante, sedutor. Parece ser uma novela diferente, por isso topei fazer", justifica.

Fonte: Notícias da TV


Cauã não deve voltar às novelas tão cedo


Desde “A Regra do Jogo”(2015), Cauã Reymond tem procurado se dedicar mais às séries, na Globo, por causa dos papéis “desafiadores” e do ritmo cansativo das novelas, que por vezes também dificultam sua jornada em projetos próprios, como cinema.

Gente que vive o dia a dia das gravações da série “Ilha de Ferro”, com Cauã como protagonista, tem observado o ator muito motivado e coloca dúvida em sua presença na novela de Manuela Dias, para a faixa das 21h, em 2019.

Só nesses últimos tempos, seu nome foi parar na lista de três novelas das nove – “O Outro Lado do Paraíso”, “Segundo Sol” e “O Sétimo Guardião”.

Não rolou nenhuma. Agora, tem essa conversa envolvendo a da Manuela, mas ainda sem qualquer manifestação por parte dele.

Fonte: Flávio Ricco


Paula Burlamaqui voltará à TV em "Filhos da Terra"


Paula Burlamaqui, longe das novelas da Globo desde “A Regra do Jogo” (2015), entrou na lista da diretora Amora Mautner para “Filhos da Terra”.

Trata-se do próximo folhetim da dupla Thelma Guedes e Duca Rachid, na fila das 18h, que vai contar a história de personagens refugiados e estreia em março de 2019.

“Filhos da Terra”, vale lembrar, passou por uma situação no mínimo curiosa na Globo: estava prevista inicialmente para as 18h e foi transferida para as 23h, em formato de supersérie.

Já com o trabalho de texto e as modificações em andamento para as 11 da noite, as autoras receberam uma nova ordem e a trama voltou para o horário das seis.

Além de Burlamaqui, também estão reservados para o elenco Renato Góes e Julia Dalavia.

Fonte: Flávio Ricco


“Nada a Perder” não passa de propaganda da Universal


“Este plano vai prejudicar muitos brasileiros”, diz um atônito Edir Macedo ao ver o anúncio do Plano Collor no começo dos anos 90. “Mas pra mim será um milagre.” Em uma frase, a trajetória do empresário/religioso é resumida no sofrível “Nada a Perder”. A biografia do líder da Igreja Universal mostra um homem egoísta e egocêntrico, que se vitimiza ante o mundo e insiste em realizar sua missão – ou melhor, em atender ao “chamado divino” e estender a mão aos pobres e necessitados… mesmo que, durante as quase duas horas de filme, Macedo aja unicamente em causa própria. Se existe alguma curiosidade em saber o que de fato o move, ou os bastidores da criação da Universal, ou mesmo os meandros de sua revelação com Deus, “Nada a Perder” não dedica um segundo sequer para elucidar qualquer pergunta. É uma obra que prega aos convertidos, já que qualquer um que não seja membro da igreja ou fã de Macedo vai sair do cinema exatamente com a mesma informação que tinha ao entrar.

O que é uma pena. É inegável que a vida de Edir Macedo seja um bom material para uma biografia, e deve ser fascinante desvendar suas entrelinhas. Mas estamos falando de um filme bancado pelo próprio biografado, o que significa não só extrema parcialidade como nenhuma nuance dramática, nenhum conflito narrativo, nenhuma complexidade ao desenvolver o protagonista. Os eventuais esqueletos em seu armário continuam bem enterrados, e o que temos é a versão greatest hits de sua vida. Uma biografia pode funcionar como recorte da vida de seu objeto (como o excepcional Steve Jobs) ou como um retrato equilibrado entre falhas e triunfos (Ray e Johnny & June são bons exemplos), construindo um ser humano completo, acessível e identificável. “Nada a Perder” prefere um caminho reto, com seu protagonista num pedestal de virtude inatingível, em que os eventos se atropelam sem nenhuma densidade ou emoção.

E é muito estranho acompanhar a biografia de um líder religioso, não importa qual seja, em que a emoção mal ganha papel coadjuvante. Talvez faça parte da personalidade centralizadora de Macedo, mas a opção dá a “Nada a Perder” uma frieza que esbarra num certo constrangimento. Filmes religiosos, afinal, existem desde que o cinema é cinema, com o cinema cristão americano contemporâneo experimentando um ressurgimento – recentemente o drama “Eu Só Posso Imaginar”, com o cristão batista Dennis Quaid no elenco, surpreendeu na bilheteria americana com 40 milhões de dólares em caixa e contando. Em comum estes filmes trazem não só a mensagem religiosa, mas também um crescendo emocional que, embora muitas vezes surja piegas, serve como catalizador para lágrimas e emoções genuínas. “Nada a Perder” não traz absolutamente nenhum momento memorável e, tirando a reprodução de época caprichada (algo precisa justificar os milhões de reais investidos no projeto), é uma obra emocionalmente inerte.

Sua agenda, por outro lado, é bem clara. Em sua trajetória, Edir Macedo acha espaço para zombar de religiões afro-brasileiras e do espiritismo, e elege a Igreja Católica e o Estado como os grandes vilões em sua vida. Representada pelo religioso interpretado por Eduardo Galvão, a instituição trama com ministros e juízes a queda da Universal, chegando a sugerir uma testemunha forjada para ressaltar acusações de charlatanismo e estelionato atribuídas a Macedo. Boa parte de “Nada a Perder” é focada na luta do bispo da Universal contra estes inimigos, com suas decisões adquirindo cunho mais político do que religioso – inclusive a controversa compra da Record, avalizada como último ato do presidente Fernando Collor antes de seu impeachment. O filme abre com a prisão de Macedo em 1992, volta no tempo em sua infância e adolescência e logo abraça sua vida adulta, em que ele ganha corpo e voz de Petrônio Gontijo, de olhos perpetuamente marejados. O ator tenta conferir alguma densidade ao papel, mas o roteiro canhestro e a direção amadora causam apenas momentos constrangedores: quando sua segunda filha nasce com lábio leporino, ele enxerga como “o espelho da dor dos necessitados” antes de cair de joelhos aos pés de sua mulher, Ester (Day Mesquita), e proclamar sua entrega “à obra do Senhor”. É de corar de vergonha.

Se fracassa totalmente como obra cinematográfica, o filme de Alexandre Avancini cumpre seu propósito como mais uma engrenagem na máquina evangelizadora da Universal, que não esconde sua vocação como empresa. Mas dificilmente “Nada a Perder” vai ganhar simpatizantes para a causa de Macedo fora de suas próprias paredes. Não é empolgante o bastante para tornar-se um fenômeno de público. Não emociona para ganhar o espectador médio. E não traz absolutamente nenhum dado desconhecido sobre a biografia de Macedo – o filme passa reto sobre o financiamento da igreja e o enriquecimento de seu líder. O que espanta é a falta de zelo com o texto e com a direção de atores, que em sua maioria reproduzem aqui o “padrão Record de qualidade”, e a total ausência de uma progressão narrativa: “Os 10 Mandamentos” ao menos tinha a desculpa de condensar centenas de capítulos de uma novela em duas horas. ”Nada a Perder” é o que acontece quando se tem muito dinheiro na mão e nenhuma ideia, a não ser usar a sala de cinema como extensão do templo. E nem é figurativo: o filme termina com o próprio Edir Macedo convidando a plateia a se unir a ele em oração. Quem precisa de sutileza?

Fonte: Blog do Sadovski, doUOL


Gael merece perdão? Relembre 06 vilões que se regeneraram


Desde que saiu da prisão, há dois meses, Gael(Sergio Guizé) dá sinais de que está mudando e pode terminar "O Outro Lado do Paraíso" com fama de mocinho. Apesar da violência contra a então mulher Clara (Bianca Bin), a quem estuprou em plena noite de núpcias e agrediu em mais de uma ocasião, ele começou a colocar as asinhas de anjo de fora. Será que Walcyr Carrasco vai dar essa chance ao filho de Sophia (Marieta Severo)?

Em "Amor à Vida" (2013), Walcyr regenerou Felix (Mateus Solano), que começou como uma víbora e terminou como grande protagonista da trama. A mudança de lado dos vilões não é exclusividade do autor. Até a terrível Carminha (Adriana Esteves), de "Avenida Brasil", teve sua redenção no fim da novela.

Já Gael pediu uma nova chance à ex, confrontou a mãe - essa sim, uma vilã que parece não ter salvação - e procurou ajuda da vidente Mercedes (Fernanda Montenegro), que revelou as agressões da mãe na infância. Com esse passado, será que Gael vai conseguir terminar a trama como mocinho?


De humilhado a exaltado - Silveirinha (Ary Fontoura) começou em "A Favorita", como cúmplice da vilã Flora (Patrícia Pillar), personagem que também mudou de lado, deixando de ser a protagonista sofrida para víbora cruel. Ao longo da trama de João Emanuel Carneiro, o mordomo participa de golpes contra Donatela (Claudia Raia), mas acaba passando para o lado da vítima, cansado de ser humilhado por Flora. Ele atira na vilã e termina como empresário de uma dupla sertaneja infantil, assim como entrou na vida das protagonistas.


Vendido na infância - Marconi Ferraço/Adalberto Rangel (Dalton Vigh) foi vendido na infância para Hermógenes (Tarcísio Meira), com quem aprendeu a dar golpes, como fez com Maria Paula (Marjorie Estiano). Ele se casou por interesse com a mocinha, rouba sua fortuna e, claro, vira alvo de sua vingança. Dez anos se passam até ele reencontra a mulher que abandonou. A redenção tem início quando o filho que teve com ela, Renato (Gabriel Sequeira), o conquista. Ele acaba voltando para Maria Paula e tem um final feliz com a família em uma praia do Caribe. Nada mal!


Salvo pelo amor - Vilão de "Joia Rara", exibida em 2013, Ernest (José de Abreu) fez muita gente comer o pão que o diabo amassou. Ele separou o filho Franz (Bruno Gagliasso) da mulher Amélia (Bianca Bin) para ficar com a neta Pérola (Mel Maia), desprezava o filho bastardo Manfred (Carmo Dalla Vecchia), obrigou Iolanda (Carolina Dieckmann) a se casar com ele sem amá-lo, entre outras maldades. Mas, nada melhor que o amor para a redenção. Seu sentimento pela neta o fez ver o mal que causava às pessoas ao seu redor. Ele morre por causa dos ferimentos sofridos ao tentar salvar Manfred, provando seu amor ao filho.


Amante da sogra - Em "A Lei do Amor", de 2016, Ciro (Thiago Lacerda) era um vilão clássico. Bonito, sedutor, meio rude, que troca a namorada pobre Yara (Emanuelle Araújo) para se casar com a rica, porém problemática, Vitória (Camila Morgado). Ele era amante da própria sogra, a cereja do bolo para qualquer perfil de vilão. Mag (Vera Holtz), essa sim outra vilã sem cura, usava Ciro em seus golpes e para acobertar seus crimes. No fim da novela, ficou completamente falido e chegou a trabalhar como motorista de aplicativo. Arrependido de seus crimes, ele se entrega à polícia, cumpre pena pelos crimes e acaba feliz ao lado de Yara.


Rainha do Divino - Uma das vilãs mais lembradas entre as malvadas da teledramaturgia, Carminha (Adriana Esteves) literalmente causou em "Avenida Brasil". Alvo da vingança de Rita/Nina (Débora Falabella), que a maltratou na infância, a perua do fictício bairro do Divino trai o marido Tufão (Murilo Benício), rejeita a filha gordinha Ágata (Anna Karolina Lannes), engana o filho Jorginho (Cauã Reymond), entre outras maldades, que fizeram o Brasil "amar odiar" Carminha. No fim da trama, arrependida, ela salva Tufão e Nina de um sequestro, mata o amante Max (Marcello Novaes) para proteger a enteada e cumpre pena na prisão. A "ex-malvada" recebe o perdão de Nina e Jorginho e termina seus dias no lixão.


A criatura - Felix (Mateus Solano) fez e aconteceu como vilão em boa parte de "Amor à Vida". Considerado ovelha negra da família por ser "diferente" - ele era um gay não assumido até metade da trama - ele chegou a roubar a filha recém-nascida da irmã Paloma (Paolla Oliveira), enquanto ela estava desmaiada pelo esforço do parto. A elogiada atuação de Solano e a simpatia que despertou no público, com seus bordões como "criatura" e "Devo ter sambado no Santo Sepulcro", promoveu uma mudança de comportamento exemplar. Ele termina a novela nos braços do amado Niko (Thiago Fragoso) e é perdoado pelo pai (Antônio Fagundes). O beijo do casal no capítulo final foi celebrado como gol de Copa do Mundo.

Fonte: UOL


6 curiosidades de "O Outro Lado do Paraíso"


Será que você sabe tudo sobre "O Outro Lado do Paraíso"? Assistir a novela todos os dias não garante que o telespectador saiba tudo sobre a trama, que poderia até ter outro nome. Quem você acha que foi escalada primeiro para interpretar a mocinha vingativa Clara? Hoje a atriz também é protagonista, mas de outra novela. E o Renato? Será que Cauã Reymond na pele do vilão poderia mudar sua personalidade? Preparamos uma lista com algumas das curiosidades que mostram que a novela também sofreu reviravoltas, mas atrás das câmeras.


Sexo vazado - Uma cena quente de sexo entre Lívia (Grazi Massafera) e Renato (Rafael Cardoso) que prometia polemizar logo no início da trama não foi ao ar. Isso porque as imagens do casal transando ao ar livre, sobre uma caminhonete, vazaram na imprensa após um fotógrafo fazer imagens da gravação, que aconteceu no Tocantins. A sequência foi substituída por cenas em que os dois fizeram sexo no apartamento do médico. A Globo confirmou que as imagens foram regravadas. "Foi uma decisão artística sem perda alguma para a trama", disse a emissora em comunicado na ocasião.


Quarta opção - A destemida Clara teria outra intérprete, já que Bianca Bin foi a quarta opção para fazer a vingativa protagonista. A primeira opção de Walcyr Carrasco foi Bruna Marquezine, que não aceitou o convite. Nathalia Dill foi a segunda opção, mas também declinou. O autor também pensou em Carolina Dieckmann, que também foi chamada e recusou o papel (que também poderia ser o de Lívia [Grazi Massafera]) para ficar com a família, que vive nos Estados Unidos. Bianca já havia trabalhado com Carrasco em "Êta Mundo Bão" e seu desempenho na trama e o sucesso de Clara mostra que a escolha foi acertada.


Cotada para vilãs - Patrícia Pillar fez uma das vilãs mais inesquecíveis da teledramaturgia nacional. Difícil não se lembrar de Flora de "A Favorita" (2008) quando listamos as maiores malvadas das novelas. Pois a atriz foi cotada para os papeis de Sophia (Marieta Severo) e também o da megera Nádia (Eliane Giardini), mas a atriz negou ambos. Já pensou em ver as tesouradas pelas mãos de Patrícia? A atriz estará na supersérie das 23h "Onde Nascem os Fortes", prevista para ir ao ar em abril.


Cauã vilão? Não dessa vez - Para se dedicar ao filme "Pedro", ainda em produção, Cauã Reymond não aceitou o papel do (agora) vilão Renato no início do ano passado. Sendo assim, Rafael Cardoso teve a chance de voltar para uma trama das 21h. O ator, de 32 anos, já havia se destacado em "Império" (2014), quando fez par romântico com Leandra Leal.


Reciclagem de cenas - A personalidade violenta de Gael (Sergio Guizé) seria revelada logo no primeiro capítulo, com cenas do filho de Sophia (Marieta Severo) agredindo sua primeira mulher, Aline, interpretada por Chandelly Braz. A personagem foge de Gael, após ser espancada, e acaba sendo atropelada. Mas, a direção decidiu não exibir a sequência para não revelar de cara o lado agressivo de Gael. As cenas foram usadas no capítulo do último dia 10 de março, quando ele conta seu passado para Mercedes (Fernanda Montenegro).


"Prova de Fogo" - É comum que autores mudem de ideia sobre o nome da trama antes mesmo de fecharem o elenco. Walcyr Carrasco chamou a atual novela das 21h inicialmente de "Prova de Fogo", isso ainda no início do ano passado. Mas, em março de 2017 ele já havia mudado para "O Outro Lado do Paraíso". Sua antecessora, "A Força do Querer" foi inicialmente chamada por Gloria Perez de "A Flor do Querer".

Fonte: UOL

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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10 de março de 2018

News TV, por Marcos Silvério - 10 Mar


> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


Globo inicia as gravações de "Segundo Sol"


A partir desta semana, a Globo dará início aos trabalhos de gravação da próxima novela das nove, “Segundo Sol”, de João Emanuel Carneiro, em diversas locações da Bahia.

O elenco ficará praticamente um mês por lá se dedicando a esta primeira etapa, sob a direção de Dennis Carvalho. No Rio, já foram feitas algumas cenas.

Emílio Dantas, Giovanna Antonelli, Fabiula Nascimento, José de Abreu, Arlete Salles, Giovanna Lancellotti, Deborah Secco, Danilo Mesquita, entre outros, foram relacionados para essas gravações.

Durante a novela, haverá participação de cantores renomados da Bahia, porém, nada parecido com o que aconteceu em “A Força do Querer”, que tinha quase uma atração musical por semana. Carneiro tem dito que esse não é o foco do seu trabalho, mas sim uma aposta forte em tramas e história principal.

Mas vai ter favela desta vez? A resposta é não. O autor, após “A Regra do Jogo”, promete um roteiro completamente original. Que assim seja!

Substituta de “O Outro Lado do Paraíso”, “Segundo Sol” estreia em 14 de maio.

Fonte: Flávio Ricco


Deborah Secco será vilã em "Segundo Sol"


Vilã da próxima novela das nove da Globo, "Segundo Sol", prevista para maio, Deborah Secco afirmou que a sua personagem, Karola, será inspirada em outras malvadas históricas, como Carminha em "Avenida Brasil" (2014), Flora em "A Favorita" (2008), e Laura em "Celebridade" (2003).

"Eu sempre me inspiro em amigas, em atrizes, que fizeram grandes trabalhos. Acho que não dá para deixar de citar a Adriana Esteves, que fez a Carminha [em 'Avenida Brasil', 2014], uma vilã que o Brasil inteiro ainda se lembra. Amo a Patrícia Pillar, quando fez a Flora, uma supervilã. E gosto da Claudia Abreu quando fez a Laura, em 'Celebridade'. Então super atrizes super talentosas, que a gente tenta chegar aos pés", afirmou ela, em entrevista à TV Bahia, nesta sexta-feira (9).

A história de "Segundo Sol" fala sobre o protagonismo que cada pessoa exerce em relação à sua própria história, e que todos podem buscar uma segunda chance, um segundo sol. As gravações estão sendo realizadas em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia,

Em entrevista à coluna do Flávio Ricco, do UOL, João Emanuel Carneiro diz que a novela contará "a saga" de Luzia (Giovanna Antonelli), descrita como mulher simples e batalhadora que terá sua vida virada do avesso após se apaixonar por Beto Falcão (Emílio Dantas).

Ao longo da trama, ela percorrerá uma longa jornada para reescrever a própria história e reunir a família, despedaçada em decorrência de uma série de armações criadas por Karola (Deborah Secco), namorada de Beto, e Laureta (Adriana Esteves), figura poderosa da cena noturna de Salvador.

"A novela é um drama familiar, a luta dessa mulher para recompor sua família e sua vida. A grande força dessa história são os laços familiares e a chance que todos nós merecemos de começar de novo", afirmou Carneiro.

Fonte: UOL


Renato é o grande vilão de "Outro Lado"


Como já se suspeitava há bastante tempo, Renato (Rafael Cardoso) é mesmo o vilão de “O outro lado do paraíso”. O médico será desmascarado na segunda quinzena de março, no dia de seu casamento com Clara (Bianca Bin).

Tudo começa quando a mocinha pega o rosário feito por Elizabeth (Gloria Pires) na gaveta onde guarda uma pasta antiga de seu pai, que ela nunca mexeu. Ao abri-la, ela se choca ao ver uma foto de seu pai com Renato. Patrick, imediatamente, liga para o hospício onde a bela foi internada por dez anos.

Mesmo assim, Clara vai ao casamento. Mas na hora de dizer "sim", ela diz um sonoro "não" na frente de todos: "Você quis me matar." Já em casa, os ex-noivos têm a conversa mais importante de suas vidas. "Eu quero saber os motivos. Fui humilhado, em frente a toda cidade. Por que fez isso, Clara, se eu sempre te dei todo meu amor? Por quê?", indaga o médico.

Clara manda o médico tirar a máscara e pede que Patrick (Thiago Fragoso) traga a pasta. Renato ainda diz que eles podem se casar, mas a mocinha se nega, dizendo que o ex-noivo tentou matá-la. "De onde tirou a ideia de que tentei te matar?", pergunta o doutor.

A mocinha diz ao doutor que sempre confiou nele quando dizia não ter interesse algum pelas esmeraldas. Renato confirma, diz que a conheceu antes de Sophia (Marieta Severo) descobrir as esmeraldas e essa loucura toda começar. Mas Clara o acusa de mentiroso. "Achei essa foto aqui, na pasta. Você com meu pai", mostra a mãe de Tomaz (Vitor Figueiredo). "Mas teu pai morreu antes dele aparecer no meu bar", constata Josafá (Lima Duarte). "Ele já conhecia o pai e tem mais aqui essas notas, recibos...mostre, Patrick", pede Clara, revelando notas fiscais em nome de Renato. "Era você quem comprava os explosivos que mataram meu pai. Meu pai estava certo que no terreno tinha uma mina de esmeraldas", comprova a milionária.


Matar Clara para ela não requerer a guarda de Tomaz - Renato tenta se conter, enquanto Clara pede que ele diga a verdade. "Você sempre esteve atrás das esmeraldas. Mentiu para mim, eu tenho a prova", dispara. "Tá bem. Eu sabia. Teu pai, Jonas, era caminhoneiro. Me contou que na terra onde vivia tinha esmeraldas. A gente fez uma combinação...Eu ajudava com os explosivos. Se ele encontrasse um bom veio, a gente dividia. Que crime tem nisso?", minimiza. "Por que nunca disse que conheceu meu pai?", indaga a moça. "Eu não quis chegar falando das esmeraldas. E logo que cheguei, descobri outras duas pedras preciosas. Teus olhos. Eu gostei de você, à primeira vista", mente o médico.

O rapaz continua: "Reconheço, a primeira mentira puxa outras. Depois de um tempo, eu não podia voltar atrás, contar que tinha conhecido teu pai. Mesmo porque eu sabia do amor que cê tinha por ele. De como sofria por ele ter morrido com explosivos. Eu ajudei a comprar os explosivos sim. Ele acertava as contas cada vez que a gente se encontrava. Quando a Sophia descobriu as esmeraldas, quis me certificar. Eram realmente esmeraldas. Em tudo isso, que eu fiz de errado? Acredita em mim, Clara, eu te amo."

A mocinha não acredita. "Renato, nos últimos tempos seu plano ficou mais evidente. Eu estava decidida a casar com você, talvez por isso não quis enxergar. Mas você insistia que a minha última vingança seria tomar as minas de esmeraldas da Sophia. A Lívia esteve aqui antes. Ela me alertou, mas eu só juntei as peças quando vi as notas fiscais dos explosivos. Ela me disse que você queria a guarda do Tomaz. Que casou com ela para conseguir a guarda e ter o controle das esmeraldas. Tomaz fazia parte do seu plano. Por isso quis me matar. Quando vi a foto de você com meu pai, as notas dos explosivos, o Patrick conseguiu o telefone do hospício e ligou para lá. Apresentou-se como advogado e fez uma pergunta simples. Eu não sei como não fiz essa pergunta antes", conta Clara.

O médico quer saber qual pergunta. "Se os médicos são informados sobre todas as regras do hospício quando são admitidos. Eu não sei como não investiguei isso logo que voltei. Todo médico, quando admitido, recebe um livreto, onde tudo é explicado. Inclusive sobre os enterros, no mar. Você sabia que meu caixão seria jogado no mar, Renato", dispara a neta de Josafá.


Renato confessa crimes e participação de Sophia - Tenso, Renato vai se transformando, enquanto Clara continua com as acusações. "Você estava casado com a Lívia e sabia que mais cedo ou mais tarde, os dois, juntos, iriam conseguir a guarda do Tomaz. Mesmo que não conseguisse, a Lívia é herdeira das esmeraldas, o Gael nunca foi bom em negócios. Um dia as esmeraldas viriam para você. Mas então...você descobriu que eu estava viva. Você sabia que um dia, eu poderia voltar. Eu, a verdadeira mãe do menino. Eu poderia tomar as minas de esmeraldas. E você resolveu impedir que isso acontecesse", constata Clara.

Então, o médico começa a se revelar. "Não resolvi sozinho. Acredita que eu tava sozinho nessa?", surpreende o doutor. Nesse momento, entra um flashback inédito, mostrando uma conversa com Renato e Sophia (Marieta Severo). No papo, a então sogra do médico diz que Clara nunca sairá do hospício. Preocupado, Renato indaga a possibilidade de um médico der alta ou Gael (Sérgio Guizé) descobrir que a mulher está lá, como ele descobriu. "Sophia, eu só preciso que controle a Lívia, e me ajude a conseguir emprego naquele hospício". "Tenho muitos contatos. Conseguir o emprego será fácil. Promete se livrar da Clara?", indaga Sophia.

Clara diz que tudo aconteceu muito rápido e quer saber se o vilão estava disposto a passar anos naquele hospício. "Eu só precisava de um caixão pra te botar dentro", afirma o médico. Arrasada, a mocinha percebe que o ele fez com Beatriz (Nathlia Timbrerg). "Tão velha, não é? Foi só dar os remédios errados", diz, sem o menor remorso. Nesse momento, Patrick voa para cima do rival. "Maldito. Matou minha tia!", brada o advogado, já socando o médico.

Eles são apartados por Gael, que diz que se ele matou Beatriz pode ser preso. "Com que provas? Ela tomou remédios legais, e a essa altura o corpo tá no fundo do mar. Nunca vão achar nada contra mim e você, grande advogado, sabe disso", diz o doutor, que continua. "O resto vocês já sabem. Eu botei a Clara no caixão. Só nunca imaginei que ela ia se livrar. Mas quando você voltou, Clara, e ainda mais rica, eu sabia que seria questão de tempo pra você tomar a guarda do menino. Me aproximei. Ajudei nas vinganças...pra você ter confiança em mim. E se não fosse essa maldita pasta, que eu nem imaginava que existia, agora a gente ia tar casado", confessa Renato.

A mocinha, então, faz uma pergunta: "Você ia conseguir tudo. Diga. Depois de casado comigo, com a guarda do meu filho...e o controle das minas das esmeraldas, que você ia fazer? Qual era o seu plano?". "Te matar", dispara o médico, sem pudor. Irada, Clara manda o ex-noivo sair de sua casa. "Nossa história não terminou. Aguarde por mim", ameaça. "Eu é que tenho uma coisa para dizer, Renato. Não vou tentar mais nada contra você. Estou vingada. Viveu a vida toda para ser dono das esmeraldas. Mas nunca vai conseguir. Vou ter meu filho de volta e as esmeraldas serão minhas. Essa é minha vingança", garante a poderosa.

Fonte: Jornal Extra


Silvio de Abreu acumula departamento de séries na Globo


Anunciada em novembro de 2014, a estrutura da área de Entretenimento da Globo sofrerá uma mudança importante neste começo de 2018. Guel Arraes, diretor de dramaturgia semanal da emissora, pediu para deixar o cargo e não será substituído. Ele argumentou que está cansado do trabalho executivo e deseja voltar a trabalhar na criação.

O diretor-geral, Carlos Henrique Schroder, decidiu unificar o setor e convidou Silvio de Abreu, hoje diretor de dramaturgia diária, para comandar as duas áreas. Ele, assim, se tornará responsável não apenas pelas novelas da Globo, como ocorre hoje, mas também pela produção de séries, até então sob o guarda-chuva de Arraes.

Outra novidade é a possível chegada de Gloria Perez para assessorar Silvio de Abreu. A primeira missão da autora seria, depois da saída de Arraes, supervisionar a chamada Casa dos Roteiristas, a área responsável pela criação de séries da Globo.

Hoje há seis “times” sob a direção de Arraes, comandados por Jorge Furtado, George Moura, Marcius Melhem, Marcos Wilson, Claudio Paiva e Marçal Aquino/Fernando Bonassi, trabalhando em diferentes projetos de séries para a emissora.

Fonte: Notícias da TV


Rodrigo Bocardi é escolhido o substituto de Bonner


Apresentador do Bom Dia São Paulo, o jornalista Rodrigo Bocardi, 42 anos, foi o escolhido pela cúpula da Globo para substituir William Bonner no Jornal Nacional. A princípio, Bocardi apenas cobrirás as folgas, férias e eventuais licenças médicas do titular do JN. Mas, segundo fontes bem informadas, o futuro de Bocardi já está traçado: será dele o principal telejornal brasileiro quando Bonner decidir se aposentar.

Bocardi estreará como substituto do ex-marido de Fátima Bernardes na próxima semana, durante todo o plantão de Carnaval. Ele ficará com uma função que até o mês passado era exercida por Heraldo Pereira. Como Pereira foi nomeado apresentador do Jornal das Dez, da GloboNews, não fará mais plantões no JN.

O apresentador do Bom Dia São Paulo é hoje um dos jornalistas mais prestigiados pela direção da Globo. Sua estrela começou a brilhar mais forte em 2005, quando cobriu o escândalo do Mensalão. Foi ele quem descobriu a origem duvidosa do Land Rover do então tesoureiro do PT, Silvio Pereira.

Mas foi durante sua estadia de quatro anos em Nova York, entre 2009 e 2013, que sua cotação disparou. Bocardi cobriu a posse de Barack Obama, a morte de Michael Jackson, a passagem de dois furacões e ainda pulou de uma das torres mais altas do mundo. A Globo adorou.

Apesar de na época ser considerado "duro" e "travado" para a função de apresentador, Bocardi foi convidado para assumir o Bom Dia São Paulo, que com ele, há quase cinco anos passou a ter uma nova fase e nova identidade.

Bocardi conseguiu dar ao telejornal mais longo da Globo (tem uma hora e meia de duração) características que a emissora tanto procura atualmente: ser popular sem ser grosseiro, vulgar. O âncora consegue fazer comentários tão duros quanto os de José Luiz Datena, mas sem a verborragia e a agressividade do apresentador da Band.

Com sua pinta de galã, Bocardi deu um verniz chique ao popular Bom Dia São Paulo. O público que acorda cedo, pega ônibus e enfrenta congestionamentos comprou, e o telejornal é hoje, considerando o horário e o total de televisores ligados, uma das maiores audiências da Globo. Dá mais de oito pontos das 6h às 7h30.

Ter a missão de esquentar a cadeira de Bonner nos feriados prolongados e nas férias é um reconhecimento a esse trabalho.

Fonte: Na Telinha


Volta de Márcio Gomes preocupa jornalistas de SP


A notícia de que Marcio Gomes deixará de ser correspondente em Tóquio e passará a dar expediente em São Paulo caiu como uma bomba entre os jornalistas da Globo na capital paulista. Depois de Roberto Kovalick, Gomes será o segundo "medalhão" do jornalismo da emissora a migrar para a cidade, que está virando uma meca de ex-correspondentes. Repórteres e apresentadores ficaram assustados. Temem perder espaço - e até o emprego.

Outros correspondentes internacionais, como Rodrigo Bocardi, também passaram a trabalhar em São Paulo quando regressaram ao país. Mas, diferentemente de Bocardi, que já era "paulistano", Kovalick e Gomes construíram suas carreiras em outras cidades.

Kovalick atuou em Brasília e no Rio de Janeiro antes de reportar dos Estados Unidos e Japão. Gomes, apesar de ter estreado na Globo no SP Já (atual SP2), em meados dos anos 1990, ficou marcado mesmo foi como âncora de telejornais cariocas. Pertenceu ao primeiro time de apresentadores da Globo, com plantões e coberturas de férias no Jornal Nacional.

Com um currículo de peso, o correspondente da Globo na Ásia é visto como um concorrente imbatível para futuras vagas de apresentador de telejornais em São Paulo. Kovalick, por exemplo, já cobre as ausências de Carlos Tramontina no SP2. Gomes, acredita-se nos bastidores da emissora, poderá tomar o espaço de profissionais menos experientes em eventuais oportunidades no SP1, SP2 e Jornal da Globo.

Em Tóquio desde 2013, Marcio Gomes passará o posto para Carlos Gil, no final de junho. A partir do segundo semestre, será repórter especial do Jornal Nacional. Isso tornará ainda mais difícil a vida dos jornalistas que tentam emplacar reportagens no principal telejornal brasileiro a partir de São Paulo.

Com o predomínio do noticiário político nos últimos anos, caiu muito o espaço dos repórteres do JN em São Paulo. Em junho do ano passado, um levantamento do Notícias da TV mostrou que até jornalistas do naipe de Roberto Kovalick e José Roberto Burnier sofreram nos bastidores. O primeiro só conseguiu se ver quatro vezes no jornal de William Bonner; o segundo, só três. De lá para cá, não mudou muita coisa.

Para jornalistas de São Paulo, Marcio Gomes vai ocupar o lugar de repórteres que já disputam a tapa uma pauta no JN.

Uma outra questão que preocupa é econômica. Os salários dos chamados "medalhões" entram no orçamento da Globo de onde eles trabalham, ou seja, de São Paulo. Em época de corte de gastos, isso pode representar menos vagas para jornalistas que estão em início de carreira. Pode significar também demissão para repórteres com vários anos de casa, mas sem o mesmo "brilho".

Consultada, a Globo informou que foi o próprio Marcio Gomes que pediu para trabalhar em São Paulo após deixar Tóquio.

Fonte: Na Telinha


Chapelin renova por mais dois anos na Globo


Aos 76 anos, Sergio Chapelin pensava em se aposentar da TV e deixar espaço para os jovens jornalistas. Um pedido da Globo, porém, interrompeu o plano do apresentador, que trabalha na emissora há mais de quatro décadas. O jornalista deverá ficar na televisão por mais dois anos, pelo menos, à frente do "Globo Repórter" e da "Retrospectiva".

"Eu pensava que seria o último contrato. Em dezembro de 2017, eu me afastaria, ficaria ainda com o vínculo com a empresa e seria o último contrato. Mas houve uma conversa, me pediram para ficar mais um pouquinho. A gente é muito fraco. Meu contrato termina em dezembro de 2019. Depois, seja o que Deus quiser", afirmou Chapelin em entrevista nos bastidores do Troféu Imprensa, no SBT.

O jornalista foi liberado pela Globo para receber estatuetas da premiação, que irá ao ar neste domingo (4). Na visita à emissora, ele reencontrou seu ex-patrão Silvio Santos. Chapelin trocou a Globo pelo SBT em 1983, para apresentar um programa de auditório, mas voltou à antiga casa no ano seguinte. Arrependido, ele considera hoje que a mudança foi uma "ousadia".

"Não, voltar [para o SBT] não. Já passei da idade de aventuras. Largar o 'Jornal Nacional' e vir para cá foi uma ousadia, mas havia razões para isso. Vim, foi tudo bem, voltei para a Globo e estamos felizes", disse Chapelin, que brincou que Silvio não lembrou que já teve o jornalista como seu funcionário.

Em 1983, Chapelin tentou ser animador de TV e decidiu trocar o jornalismo pelo entretenimento. Foi contratado pelo SBT, onde comandou o programa de auditório "Show Sem Limite" e uma edição do "Miss Brasil".

A experiência durou apenas um ano. Em 1984, Chapelin deixou o SBT insatisfeito com a estrutura da emissora e retornou à Globo para comandar o "Fantástico". Depois, passou para o "Globo Repórter" e voltou ao "Jornal Nacional" novamente ao lado de Cid Moreira. Em 1996, deixou o telejornal e foi transferido para o "Globo Repórter", que apresenta até hoje.


Fonte: Na Telinha


Heraldo Pereira estreia no 'novo' “Jornal das 10”


O "Jornal das 10", da Globo News, estreou nesta segunda-feira (5) sua nova fase com a apresentação de Heraldo Pereira, que chega após movimentação da Globo que levou Renata Lo Prete para assumir o "Jornal da Globo".

O noticiário do canal pago ganhou novo cenário, maior e mais moderno, diretamente de Brasília, onde vive o apresentador. O time de comentaristas, formado por Demétrio Magnoli, Guga Chacra, Carlos Alberto Sardenberg, João Borges, Gerson Camarotti, Merval Pereira e Cristiana Lobo, ganhou o reforço de Natuza Nery.

“Com a ida do ‘Jornal das 10’ para Brasília, a Globo News amplia sua cobertura na capital, em um ano importantíssimo, de eleição”, explica Miguel Athayde, diretor da emissora.

“Apresentar o ‘J10’ tem muito a ver com a minha trajetória profissional”, diz Heraldo, que começou sua carreira na Globo em 1981. Depois de uma passagem por São Paulo, foi transferido, em 1988, para a sucursal de Brasília, onde passou a cobrir os bastidores políticos do país. Passou pela bancada do "DFTV" e do "Bom Dia DF" e, em 2002, entrou para a escala do "Jornal Nacional". Durante 15 anos, conciliou reportagens com a função de comentarista político do "Jornal da Globo".

“O ‘Jornal das 10’ da Globo News é uma consagração da minha trajetória. É um jornal analítico e contextualiza as notícias do dia. O jornalismo profissional, ao qual nos dedicamos, está sempre a serviço da cidadania. Gosto da figura de linguagem de que atuamos como olhos da sociedade. É uma tarefa e tanto. Grande desafio para quem, como nós, tem a responsabilidade na apuração e na transmissão dos fatos, com o objetivo sempre de dar a notícia de forma rápida, correta e imparcial”, analisa Heraldo.

O novo cenário do "J10" é quase quatro vezes maior que o anterior. São cerca de 100m² cobertos cinco câmeras, duas delas robotizadas. Segundo comunicado, o espaço físico maior favorece a presença dos comentaristas no estúdio, já que a maioria deles está em Brasília, e possibilita a conversão do cenário em um set de entrevistas eventuais.

A utilização de recursos e interferências gráficas será mais frequente, com o uso de quatro telões. Outra diferença é que, além de um púlpito de acrílico, o jornal terá uma bancada de apresentação.

O "Jornal das 10", como o nome já diz, vai ao ar a partir das 22h, na Globo News.

Fonte: UOL


Jô Soares não deve voltar à TV neste ano


A Globo bem que tentou, mas não conseguiu convencer o inquieto Jô Soares a voltar para seus estúdios em 2018, como planejava. Sem um projeto que agradasse ao apresentador, o contrato vencido na virada do ano não foi renovado. Jô está sem vínculo com qualquer TV _e não demonstra nenhuma pressa em tê-lo.

"Neste ano não volto para a televisão. Não tem nada [na TV] que me dê vontade de fazer no momento", diz o também dramaturgo e humorista, que nas últimas três décadas educou o telespectador brasileiro ao formato de talk show norte-americano, hoje presente em quase todas as redes abertas.

Quando decidiu tirar o Programa do Jô do ar, em dezembro de 2016, a Globo pretendia retomar a parceria com o apresentador em 2018, após um ano sabático. O queria como colunista do Jornal da Globo ou com um programa em um de seus canais pagos ou na nova plataforma de streaming que o grupo irá lançar neste ano.

Uma das ideias era um talk show parecido com o que David Letterman está fazendo atualmente na Netflix, em que, ainda "aposentado", conversa com grandes celebridades, como Barack Obama, em um cenário mais humilde.

Jô, por sua vez, chegou a cogitar na GloboNews uma versão do Meninas do Jô, que ocupava o Programa do Jô uma vez por semana. Mas desistiu após concluir que seria uma overdose de política um talk show de política em um canal de notícias que praticamente só fala de política.

Apesar da aparente falta de interesse do apresentador, a Globo ainda não se dá por vencida. Diz oficialmente que "sempre haverá projetos possíveis para Jô Soares nas plataformas Globo".

"Meu projeto por enquanto é a peça que estou adaptando e que vou dirigir. Começo a ensaiar em maio", avisa Jô, referindo-se ao texto A Noite de 16 de Janeiro, da russa Ayn Rand, que não tem nada a ver com a data de seu aniversário.

"É uma peça que se passa em um tribunal. Sempre tive vontade de fazer uma peça em um julgamento. Nela também sou ator, interpreto um juiz", adianta o multiartista de 80 anos.

Para 2018, Jô também planeja iniciar os trabalhos em um segundo projeto teatral e, em novembro, lança o segundo volume de sua biografia, O Livro de Jô, escrito pelo jornalista Matinas Suzuki Junior.

Fonte: Na Telinha


Jornalista Cristina Serra deixa TV Globo


Em um recado colocado no seu Facebook, Cristina Serra comunicou sua saída da TV Globo depois de 26 anos de casa.

Profissional com toda uma história no jornalismo, natural de Belém, ela passou maior parte do tempo radicada em Brasília.

Eis a nota da jornalista colocada na rede social:

 “Depois de 26 anos, encerro hoje meu contrato com a Rede Globo. Aos amigos e parceiros que tanto me ensinaram, com generosidade e enorme competência, meu mais afetuoso muito obrigada. A vida abre novas trilhas. A elas, pois. E, como eu vivo dizendo ao meu filho: vamos em frente! Com coragem e alegria. Sempre”.

Carreira na Globo - Cristina Serra iniciou a carreira como repórter de televisão no início da década de 90 no telejornal local "RJTV". No "Bom Dia Rio", realizou matérias de serviço, campanhas e entrevistas. Depois de uma passagem pelo "Jornal do Brasil", retornou à Globo na editoria de política do "Jornal Hoje". "Cheguei no segundo ano do governo Fernando Henrique Cardoso. Foi um período de muitas transformações, muita mudança, muita lei sendo aprovada: reforma da Previdência, tentativa de reforma tributária, quebra do monopólio do petróleo – todas importantíssimas para a economia do país e para a sociedade brasileira", disse ela para o site Memória Globo. Na emissora, a jornalista ainda foi correspondente internacional nos Estados Unidos e na Indonésia. Ela cobriu, por exemplo, a ofensiva americana contra o Iraque após o 11 de Setembro e a passagem do tsunami da Ásia em 2004. A jornalista ainda integrou os debates políticos promovidos no "Programa do Jô" como uma das Meninas do Jô.

Fonte: Flávio Ricco


Morre aos 95 anos a atriz Tônia Carrero



Aos 95 anos, a atriz Tônia Carrero morreu na noite de sábado, dia 03, por volta das 22h15m, vítima de uma parada cardíaca. Ela havia sido internada na sexta-feira, na Clínica São Vicente, na Gávea, para a realização de um procedimento cirúrgico simples, mas não resistiu. A clínica confirmou a morte, mas sem dar detalhes.

Em entrevista à GloboNews, a neta da atriz, Luísa Thiré, informou que Tônia estava com uma úlcera no sacro e morreu durante procedimento médico. Luísa informou que o velório seria realizado no domingo e a cremação na segunda-feira.

Consagrada no teatro, cinema e televisão, a atriz, nascida Maria Antonietta de Farias Portocarrero, no Rio de Janeiro, filha do general Hermenegildo Portocarrero e de D. Zilda de Farias, é mãe do ator Cecil Thiré, e avó dos atores Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré.

Apesar de graduada em Educação Física, a formação de Tônia como atriz aconteceu em cursos em Paris, quando já era casada com o artista plástico Carlos Arthur Thiré, pai do ator e diretor Cecil Thiré. Antes de partir para a França, fez um pequeno papel no filme Querida Susana. Foi a estrela da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, tendo atuado em diversos filmes.

A estreia em teatro foi no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em São Paulo, com a peça Um Deus Dormiu Lá em Casa, em parceria com o ator Paulo Autran. Em São Paulo, filiou-se ao TBC. Após a passagem pelo TBC, formou com seu marido à época, o italiano Adolfo Celi, e com o amigo Paulo Autran, a Companhia Tônia-Celi-Autran(CTCA), que nos anos 1950 e 1960 revolucionou a cena do teatro brasileiro ao constituir um repertório com peças de autores clássicos, como Shakespeare e Carlo Goldoni, e de vanguarda, como Sartre.

Na TV, um dos seus personagens mais marcantes foi a sofisticada e encantadora Stella Fraga Simpson em Água Viva (1980), de Gilberto Braga. Tônia viria a trabalhar novamente com o autor, em 1983, na novela Louco Amor, dessa vez interpretando a não menos charmosa e chique Mouriel. Tanto em Água Viva como em Louco Amor, Tônia perdeu o papel de vilã para Beatriz Segall e Tereza Rachel, respectivamente. Mesmo assim os dois personagens que interpretou foram um sucesso.

Em entrevista ao EXTRA, em 2015, Cécil Thiré declarou, pela primeira vez, sobre o real estado de saúde da mãe. Segundo ele, na ocasião, a atriz sofria de uma doença chamada de hidrocefalia oculta. Sem dar mais detalhes, Cécil contou que o quadro de Tônia era estável mas que, devido a doença, ela não se comunicava mais e nem conseguia andar normalmente. Mas vivia em seu apartamento no Leblon, cercada de familiares e sempre recebia visitas de amigos próximos.



Fonte: Jornal Extra


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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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