QUADRAGÉSIMO SÉTIMO CAPÍTULO.
CENA 1. MANSÃO. FESTA. Int. Noite.
Diana entra na mansão correndo.
DIANA – O que está acontecendo?
LAURA – Não sei. Uma mulher chegou lá na cozinha e me chamou. Quando eu cheguei, eles já estavam assim.
SARA – Eu vou ligar pra ambulância.
Sara chama uma ambulância. 10 MINUTOS DEPOIS... A ambulância chega e levam algumas pessoas.
CENA 2. DELEGACIA. SALA DO DELEGADO/HUGO. Int. Dia.
Diana, Laura, Vilma e Sara entram na sala de Hugo. Elas se sentam.
HUGO – Bom, de acordo com a perícia, os convidados foram intoxicados por um tipo de veneno. A maioria está no CTI e outros não resistiram e morreram. Tudo aponta que foi o assassino do Hélio quem planejou isso tudo e como foi você Diana, que encomendou tudo da festa, terei de prendê-la.
DIANA – Isso é uma tramóia contra mim, está na cara! É coisa dessas duas. Eu apenas comprei os ingredientes, eu não forjei nada.
HUGO – Sinto muito, mas o juiz mandou prendê-la. Ah, não só você como sua amiga Laura que foi acusada de cúmplice.
Laura começa a chorar inconformada.
DIANA – Não, a Laura não teve nada a ver com isso. Quem comprou tudo foi eu e ela somente fez o preparo do ponche. Deixe-a fora disso.
HUGO – Disso resolveremos depois. (PARA SAULO) Leve-a para uma das celas, por favor.
Diana chora ao colocar as algemas. Momento de EMOÇÃO. Vilma e Sara se fazem de vítimas.
VILMA – Está vendo delegado quem o senhor colocou para dentro da minha casa?
HUGO – Cala a sua boca ou a senhora vai junto.
Saulo se retira da sala junto de Diana que está algemada. Na sala, Vilma fica assustada com a reação de Hugo.
VILMA – Você não pode falar comigo desta forma, eu só estava arrumando um modo de alertar você.
HUGO – Eu não estou pedindo a sua ajuda pra nada. É melhor você ir embora, antes que eu providencie a sua prisão.
Vilma e Sara saem da sala. Laura ainda chora muito. Hugo chega perto dela.
HUGO – Fique calma.
LAURA – Você não acredita mesmo que a Diana seja culpada, acredita?
HUGO – Claro que não. Eu acredito na índole dela. Tenho certeza que isso tudo é coisa da Vilma e da filha dela, mas ainda não é tempo de dizer nada.
LAURA – Compreendo. Eu vou voltar para minha casa antiga ainda hoje.
HUGO – Não, você não pode fazer isso. Você precisa permanecer na mansão para investigar o que as duas estão tramando.
LAURA – Sendo assim eu fico, mas não por muito tempo.
CENA 3. EMISSORA. SALA DE GAULÊS. Int. Dia.
Mateus bate na porta. Gaulês autoriza a entrada. Mateus entra em passos largos e com um olhar descontraído.
GAULÊS – De volta ao trabalho não é mesmo?
MATEUS – É, por incrível que pareça; (MUDANDO DE ASSUNTO) Fico triste pela Diana. Não acredito que ela seja a assassina do Hélio.
GAULÊS – Nem eu, mas eu não quero falar disso. Vá para o estúdio. Não podemos esperar muito tempo para gravar.
MATEUS – Sim; Só vou descarregar minhas coisas no meu camarim. Com licença.
Mateus sai da sala. Gaulês pensa
PAOLA – Eu vim até aqui para você assinar a rescisão do contrato.
GAULÊS – Deixe em minha mesa. Eu vou dar uma saída.
PAOLA – Não posso esperar por muito tempo.
GAULÊS – (FORA DE SI) Problema é seu! Eu preciso ler esse contrato antes de assinar.
Paola fica assustada. Gaulês sai estarrecido.
CENA 4. MANSÃO. SALA. Int. Dia.
Vilma e Sara entram na mnsão. Vilma sorri sarcasticamente. Sara faz um olhar malicioso.
VILMA – Ponto pra gente nessa batalha. Falta tirar a Laura pra fora de campo.
SARA – Aquela sonsa não vai durar uma semana nessa casa.
As duas sorriem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário