TRIGÉSIMO SÉTIMO CAPÍTULO.
CENA 1. EMISSORA. CORREDOR. Int. Noite.
Os dois se entreolham.
SARA – Queria ter a oportunidade de te conhecer melhor.
MATEUS – Onde?
SARA – Que tal na minha casa. Amanhã?
MATEUS – Quando você quiser.
Sara chega ao cangote de Mateus e sussurra seu telefone.
SARA – Me liga e agente marca um horário.
Sara vai embora. Mateus vai para o hotel.
CENA 2. DELEGACIA. SALA DO DELEGADO/HUGO. Int. Noite.
Saulo, Hugo, Pedro e Sebastião reunidos. O interrogatório se inicia.
HUGO – E então Sebastião, você esteve no dia do crime como já foi afirmado; Você não percebeu nenhum barulho?
SEBASTIÃO – Bom, a única coisa que eu posso afirmar era de que havia mais duas mulheres no salão.
PEDRO – Sim, isso já sabíamos, mas você não saiu de lá momento algum?
SEBASTIÃO – Não. Estive lá o tempo todo. Eu até levei minha marmita caso ficasse com fome, fato que aconteceu.
O interrogatório dura alguns minutos. No final, Hugo fica decepcionado.
HUGO – Na conseguimos provar nada. Se pudesse eu já teria desistido.
PEDRO – Mas não podemos. Não vamos largar um caso como esse de lado.
CENA 3. MANSÃO. SALA. Int. Noite.
Sara entra em casa. Vilma no sofá a observando.
VILMA – Onde a senhorita foi?
SARA – Dar uma voltinha pela praia. Fui dar uma espairecida. Sentiu saudades?
VILMA – Sabe que não. Ao contrário de você estou muito entretida com este plano que iremos bolar.
CENA 4. EMISSORA. SALA DE GAULÊS. Int. Noite.
Diana e Gaulês bem próximos. Clima intenso. Gaulês escorrega sua mão pelo corpo de Diana que sente calafrios de prazer.
GAULÊS – Eu quero ficar com você!
DIANA – Aproveite por que essa noite é nossa.
Os dois se beijam com volúpia. Lana entra na sala.






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