VIGÉSIMO OITAVO CAPÍTULO.
CENA 1. MANSÃO. QUARTO DE LAURA. Int. Dia/Tarde.
Laura entra no quarto e fica maravilhada.
LAURA – Meu Deus, Diana isso é perfeito! Olha só o tamanho dessa cama e deste guarda-roupa. (INDO ATÉ O CLOSET) Tem até um closet pra mim.
DIANA – Você merece tanto como eu que me ajudou esse tempo todo. (MUDANDO DE ASSUNTO) Bom, esqueci de te contar. O trabalho na empresa volta esta semana. Só estamos esperando o resultado das investigações. O delegado Hugo ficou de chamar detetives profissionais para ajudar no caso. Ai, que horror né! O doutor Hélio estava tão contente e de repente este assassinato abalam a todos.
LAURA – É realmente horrível. Não gosto nem de pensar.
CENA 2. SALÃO. Int. Tarde.
Pedro examina cada brecha com equipamentos profissionais.
PEDRO – (LIMPANDO O SUOR) Que caso mais complicado. Como uma pessoa não deixa um vestígio. A única coisa que nos leva a crer que isso tudo foi um assassinato é os vestígios da bomba, por que senão eu acreditaria que foi acidente de trabalho causado pelas instalações do evento.
Um policial balança a cabeça concordando.
CENA 3. DELEGACIA. SALA DO DLEGADO/HUGO. Int. Tarde.
Hugo entra na sala e se senta na cadeira.
HUGO – Será que o Pedro vai descobrir quem é o assassino. Será que ele vai descobrir quem está causando toda essa paralisação.
CENA 4. MANSÃO. SALA. Int. Tarde.
Sara e Vilma descem juntas.
SARA – Que lastimável dividir nossa casa com aquela garota.
VILMA – Você olhou bem pra cara dela? Era a típica cara de pobre farofeira. Que horror! Nós, pessoas tão classudas, dividindo o nosso lar com uma favelada. É o “Ó”.
SARA – Agente vai ter que fazer alguma coisa, e rápido.
Vilma fica pensativa.
CONTINUA... Não percam o próximo capítulo!






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