Apartamento de Samanta
Júlio volta e não fala com Samanta que sai da cozinha para recebê-lo, ele vai direto para o quarto, pega a mochila e joga algumas roupas dentro sem o menor cuidado.
Samanta - O que está fazendo, estamos quase lá, fizemos tudo e agora quer ir embora?
Júlio - Fizemos tudo de acordo com seus planos.
Samanta - Pelo que vejo, não gostou de mim na cama. Se é isso, não se preocupe, não repetiremos.
Júlio a olha com raiva.
Samanta - Por favor, não me deixe aqui sozinha.
Júlio - Samanta (se aproxima e a olha nos olhos), a parte que mais gostei foi termos feito sexo, só vim para cá porque queria te proteger.
Samanta- Também gostei, confesso que me surpreendeu.
Júlio - Eu te amo, não posso suportar a ideia de termos um filho, levar essa vingança infantil a diante e não poder te abraçar, te beijar, te amar.
Samanta fica com os olhos cheios de lágrimas, se emociona com a declaração, sempre percebeu que ele cuidava dela mas queria acreditar ser como um irmão mais velho. Agora, depois que foram pra cama, ela de alguma forma sentia aflorar algo maior.
Num impulso, Samanta entrelaça o pecoço de Júlio e o beija, sente as mãos dele percorrem o corpo, ela se afasta ofegante, abre a blusa e se oferece para que ele a acaricie. Deitam no chão e fazem sexo, dessa vez com muita paixão.
Casa de Robson
Robson retorna ao anoitecer do trabalho, passou o dia se esquivando do diretor presidente da empresa, em casa conseguiria organizar melhor as idéias.
Marina corre para abraça-lo com Peró no colo.
Robson - Calma, assim eu volto cedo pra casa todos os dias (brinca).
Marina - Eu e Peró estávamos com saudades.
Robson pega Peró no colo, o cachorrinho o lambe no rosto.
Marina - Não consigo sequer imaginar nossa casa sem Peró, ele é meu filhinho agora.
Robson - Nosso querida, fui eu que o salvei.
Cleuza os observa discretamente e sorri.
Robson dorme mais tarde, assiste filme com a esposa na cama, Peró deita entre eles.
Robson - Tomara que um dia Marina me perdôe (pensa), isso é que é ser feliz, nunca mais saio com outra mulher, como fui fútil. Está na hora de almentar a família, no próximo ano teremos um filho.
Adormece feliz com sua descisão.
Enquanto isso do lado de fora da casa, Samuel e Jefferson se aproximam com dois galões de combustível, são surpreendisos pelos dois policiais que estão de plantão, a briga começa. Os quatro homens se atracam, rolam no chão, Peró late e vai para a porta da sala, Cleuza abre a porta e sai para ajudar os colegas da polícia. Jefferson vê Peró, num gesto rápido consegue se desvenciliar do policial e pega o cachorro que saiu junto com Cleuza. Ele corre até o carro, ela ajuda o policial a imobilizar Samuel enquanto o outro policial segue Jefferson mas não consegue alcança-lo.
Continua no próximo capítulo.............................





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