17 de janeiro de 2011





Continuação...............


Marina desliga o telefône e atende os policiais muito nervosa, Cleuza aperta a mão do delegado e cumprimenta os investigadores com certa afetuosidade, Marina os observa com mãos trêmulas.

Marina - O sr. pode me informar o que está havendo, por que está aqui?

Delegado - Senhora, por enquanto nada posso dizer para melhor preservar as investigações.

Marina - Eu não chamei a polícia, quem foi (desconfia de Cleuza) ?

Delegado - Senhora, insisto em dizer, tudo será esclarecido ao seu tempo.

Os policiais se retiram e Cleuza os acompanha até a viatura, Rita chega e para o carro com uma freada brusca, fica assustada ao ver o carro da polícia. Marina chega na janela para ver quem chegou e nota a familiaridade com que Cleuza trata os policiais.

Rita - Amiga, o que aconteceu ( pergunta ao entrar), por que a polícia está lá fora?

Marina - Não sei, não entendi nada.

Marina contou todo o ocorrido deixando Rita também nervosa. Cleuza entrou e as duas a olharam com surpresa.

Cleuza - Vou preparar um chá, nós precisamos.

Marina - Nada disso, quero saber por que chamou a polícia e quero a verdade?

Cleuza - Está bem, chamei a polícia mas foi só isso.

Rita - Não entendi tanta intimidade com os policiais, parece que os conhece.

Cleuza - Fui apenas educada, posso ir?

Marina - Pode.

Rita - Melhor ficar de olho nela, é tudo muito estranho.


Enquanto isso na empresa.............

Robson senta em sua cadeira pensativo, tantas coisa boas acontecendo em sua vida desde que começou a sonhar com o ser que é a sua imagem. Pega o interfone e grita:

- Quero te ver na minha frente em dois segundos( Valéria),(desliga e pensa)- Coitada dessa moça, tenho que forçar um pouco para que ela divulgue por toda empresa o quanto sou durão, sei que o patrão vai gostar de ter um homem de confiança como ele, detesto humilhar as pessoas mas não tem jeito.

Está olhando para o teto e não nota a presença de Valéria que entra sem bater.

Robson - Tá olhando o quê, não sabe bater na porta (fala alto).

Valéria - Sei sim, fui muito bem educada e se entrei sem bater foi para ser mais rápida. Quer que eu use patins? ( Leva a mão a boca, precebe que falou alto e com agressividade).

Robson fica impactado coma a reação da secretária, não sabe o que dizer.

Valéria - Me desculpe, não sei o que deu em mim....eu...

Robson - Por favor (fala baixo e se esforça para que a voz seja suave), me deixe sozinho, não foi nada.

Valéri fica sem entender e sai da sala, depois dela ter tido uma explosão, não esperava que ele ficasse quieto.


Continua no próximo capítulo............

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