
Longe dos números sonhados pela Record, que na coletiva de lançamento garantiu que “Bela, a Feia” daria 20 pontos, a estreia da primeira novela em parceria com a Televisa foi acompanhada atentamente pela alta cúpula da emissora. O elenco se reuniu no Rio de Janeiro e, aqui em São Paulo muitos executivos ficaram de olho nos números da “maquininha de audiência”. O primeiro capítulo marcou 10 de média, a metade do anunciado. A audiência é menos importante e só há essas comparações porque falaram mais do que o necessário. Uma coisa é a torcida; a outra a cautela!
Mas, vamos à novela…
“Bela, a Feia” apostou em muitas externas, participações especiais, no colorido que vai do figurino ao cenário e na apresentação dos principais personagens da trama. Seguiu a cartilha das novelas e fez de tudo para prender o telespectador e acho que conseguirá. A protagonista Gisele Itiê dá sinais de que construiu bem sua “Bela, a Feia” e que conseguiu um diferencial com as versões colombiana, mexicana e americana que chegaram antes ao público brasileiro. E comparações serão inevitáveis porque no mundo inteiro há Bela, Bete, Betty, Berta…. feias inteligentes que são apaixonadas pelo homem mais bonito do pedaço.
É preciso aguardar para uma avaliação mais aprofundada, mas os sinais são positivos. Mesmo porque números são relativos e cada um projeta o quanto quer, mesmo que demore para alcançar.
Fonte: Parabólica jp.
Texto: José Armando Vannucci.
Foto: Parabólica JP.





Um comentário:
Acho que a idéia da produção do "Tudo É Possível" e "Hoje Em Dia" em transformar outras pessoas na personagem tema da novela deu mais certo e fez mais sucesso que a própria novela.
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