
Tudo na noite de domingo (18) quando Mazzeo escreveu:
- Luan Santana. A versão vesga do Wagner Moura.
Ele ainda postou uma foto sua com os olhos cruzados buscando palavras no dicionário, de forma bem irônica.
Desde então, o humorista não parou de receber mensagens dos fãs que receberam a brincadeira como uma ofensa.
Frases como “cala a bora, seu mala”, “está no Dança dos Famosos para reerguer a carreira” ou até “quem é Bruno Mazzeo para falar dos outros?” representam a revolta.
E o assunto rendeu. Até o início da noite desta terça (20), o humorista postou mensagens dizendo estar cansado dos fãs revoltados.
- Pessoas normais, estou impossibilitado de ler qualquer comentário, porque a pagina está tomada pelos talifãs [fãs de Luan Santana]. Inacreditável!
Ele ainda escreveu:
- Sorte do John Lennon que ainda não existia Twitter quando ele disse que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo.
FAUSTÃO FICA NERVOSO E AMEAÇA PARAR O DOMINGÃO
Mais uma vez Fausto Silva não se conteve no ar, ao vivo, e se estressou com sua produção.
Faustão ficou nervoso porque houve um empate entre Stênio Garcia e Diogo Nogueira, na Dança dos Famosos.
O apresentador perguntou para a produção o que deveria ser feito quando isso acontece. Ninguém soube responder.
Aí ele soltou os cachorros.
Disse que a produção cria quadros, mas não sabe as regras. Que era uma palhaçada, que é ele quem coloca a cara na TV.
E ainda disse que iria parar o programa até tudo se resolver.
O diretor Jayme Praça teve de ir ao palco do Domingão apagar o incêndio e acalmar os ânimos…
EX-BBB TEM ENSAIO PUBLICADO NA REVISTA PLAYBOY NORTE AMERICANA
A ex-BBB Juliana Goes, que participou da oitava edição do Big Brother Brasil(Globo), terá seu ensaio republicado na edição de junho da Playboy norte-americana. As informações são do jornal carioca Extra.
Segundo o jornal, o ensaio de Juliana ocupará seis páginas da revista. No ano passado, ela já teve suas fotos publicadas na versão húngara e sérvia da Playboy.
Na versão brasileira da revista, o ensaio da ex-BBB saiu em maio de 2008.
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Jornalismo em tempo real aki no TVED
CEMBRANELLI PEDE ABSOLVIÇÃO DE RÉU NA VOLTA AOS TRIBUNAIS
O advogado Almir Ferreira Cruz e sua colega Floraci Melo Machado estudaram com dedicação o processo número 613/01 da Justiça do município de São Paulo.
Na tarde da última segunda-feira (20), no Fórum de Santana, zona norte da cidade, os dois foram com munições retóricas e técnicas acumuladas para defender bem o estudante Márcio Vanny de Almeida, acusado de tentar matar o policial militar Marcos Eduardo Pinheiro com um revólver calibre 38, na tarde de 30 de março de 2001.
Mas a dupla não precisou exibir todo esse repertório: o promotor, primeiro a falar para os sete jurados, pediu a absolvição do réu pela impossibilidade de provar que a tentativa de assassinato realmente ocorrera.
Ao final de exatas duas horas de julgamento, Ferreira Cruz foi sincero.
- Estávamos preparados. Fiz outros tribunais com o doutor. Agora, é claro que, neste momento de reconhecimento do trabalho do promotor, fruto merecido de sua trajetória brilhante e, sobretudo, de seu último trabalho, seria duro enfrentá-lo caso sua tese fosse contrária à nossa.
Sim: o “doutor” promotor é ele mesmo. Cembranelli. Francisco José Taddei Cembranelli. Vinte e três dias depois da madrugada do último dia 27 de março, quando deixou o Fórum de Santana aclamado como herói nacional por seu papel decisivo na condenação do casal Nardoni pelo assassinato da menina Isabella, o promotor de fala cadenciada, gestos polidos e rotina austera estava de volta à mesma casa. Com a longa e folgada toga lavada e passada para encarar o 1.079º julgamento de sua carreira.
Tudo chamava atenção para o contraste em relação ao último tribunal do promotor: o caso bem mais simples, a disposição de Cembranelli de ajudar a absolver em vez de contribuir para condenar e, claro, os treze gatos pingados (quatro estudantes de Direito, dois advogados, seis familiares do réu e este jornalista) espalhados pela plateia de 60 poltronas. E também um ar condicionado que, por tudo isso, dava conta do recado.
O caso é o seguinte: às 14h40 daquele 30 de março de 2001, o réu Marcio Vanny de Almeida foi abordado por dois policiais militares na altura do número 1.700 da Rua Ataliba Leonel, em Santana, zona norte de São Paulo, enquanto se preparava, com um amigo, para fazer uma “saidinha de banco”, ou seja, assaltar quem sai de alguma agência bancária com dinheiro.
Ao verem os policiais, os dois fugiram. O parceiro, de moto. Márcio, correndo “em desabalada carreira”, como enfatiza a vítima no processo.
O policial Marcos Pinheiro e seu colega saíram atrás de Márcio e o prenderam. Na delegacia, Pinheiro contou ao delegado que o réu teria sacado seu 38 com numeração raspada e tentado atirar contra ele, mas a arma teria falhado.
Na letra da lei, o delegado, com o que tinha na ocasião, prendeu Márcio em flagrante. Meses depois, outro promotor ofereceu denúncia por tentativa de homicídio.
Às 13h20, Márcio começou a dar sua versão no tribunal. Às 14h02, Cembranelli deu bom dia aos jurados – um homem de cerca de 55 anos, dois na faixa dos 25, mais duas mulheres com cerca de 50 outra duas em torno dos 30. Apenas um deles era novato em julgamento.
De início, Cembranelli, detalhista, enumerou os crimes passíveis de serem julgados por jurados populares e não por juízes togados. Eram nítidas as expressões de admiração no rosto dos jurados. Depois, passou a pulverizar, uma a uma, as supostas justificativas para condenar Márcio.
Destacou que perícia na arma, feita por um dos maiores especialistas do país, mostrou que ela estava em perfeitas condições e todas as seis balas do revólver, perfeitas e intactas.
- Como não havia defeito na arma, se o réu tivesse disparado, pelo menos uma das balas deveria estar com a espoleta picotada, ou seja, marcada pela batida do cão do revólver.
Neste momento, pediu uma bala do revólver de um dos policiais que faziam a segurança do julgamento e, didaticamente, ilustrou sua fala.
Na sequência, chamou atenção para o segundo depoimento da vítima, Marcos Pinheiro, feito em juízo:
- Na segunda vez em que foi ouvido, o policial disse que foram três disparos, e não um. Uma contradição forte em relação ao outro depoimento.
- Tudo indica que a versão da tentativa de disparo foi construída para criar um processo que comprometesse o réu. Pensem comigo: os senhores acham que, se o réu tivesse tentado disparar contra dois policiais com arma em punho e seu revólver falhasse, ele não teria sido fuzilado? Acham que o réu estaria aqui para contar a história? Se os senhores estivessem no lugar de um desses policiais, não reagiriam instintivamente mandando tiro contra quem tentou matar um de vocês e não conseguiu?
Em seguida, destacou que o crime, tecnicamente, estaria prescrito.
- Não bastasse tudo isso, há outro detalhe importante. Se Márcio fosse condenado por tentativa, pegaria no máximo dois anos, ou seja, um terço dos seis anos da pena por assassinato simples. A lei diz que o prazo máximo para punir um condenado é o dobro do total da pena máxima que ele pode receber. Neste caso, seriam quatro anos, duas vezes mais do que os dois por tentativa. Do início deste processo até hoje, temos sete anos e tanto de trâmite. Quase o dobro do tempo. Então, tecnicamente, este processo deve ser prescrito.
E apelou aos jurados:
- Peço a absolvição do réu. Não há como provar que Márcio tentou atirar contra os policiais. Eu e todos nós precisamos trabalhar com fatos e informações que levem à certeza total dos fatos. Se o processo fosse por porte ilegal de arma, não teria dúvida de pedir a condenação. Mas é por tentativa de assassinato. E isso, definitivamente, não dá para afirmar e garantir que ocorreu.
O promotor acrescentou:
- Não deixa de ter um certo ar de ironia que meu retorno aos tribunais envolva um julgamento bem menos complexo, e que, nele, eu peça a absolvição total do réu em tese comum com a defesa. Mas não sou promotor de acusação. Sou promotor de Justiça. Falei isso o tempo todo durante o julgamento dos Nardoni. Para quem duvidou e ainda coloca isso em dúvida, aqui está mais uma prova.
O muito obrigado de Cembranelli saiu às 15h10. Três minutos depois, o advogado Almir Ferreira Cruz parou em frente aos jurados para fazer o que deve ter sido a sua mais breve defesa em um tribunal.
Gastou apenas sete minutos. Tempo suficiente para elogiar “o talento e a simplicidade” de Cembranelli, lembrar “do tumulto danado” que envolveu o Fórum de Santana no caso Nardoni e reforçar o pedido de absolvição do réu por “falta de prova acusatória cabal para justificar a condenação”.
Às 15h20, exatas duas horas após o início dos trabalhos, sem réplica nem tréplica, o juiz Marcelo Augusto de Oliveira – o mesmo que liderou o julgamento de Testa, o primeiro a ser realizado em Santana após o furacão Nardoni – leu a sentença.
- O conselho considerou que não houve tentativa de disparo contra o policial Marcos Eduardo Pinheiro. O réu Márcio Vanny de Almeida está absolvido.
Não poderia haver resumo mais brilhante para essa história do que o feito por Eglis Vanny, mãe do réu, para a reportagem do R7.
- Quando soube que a acusação seria do doutor Cembranelli, fiquei com o coração apertado. Vi meu filho condenado. Mas depois pensei: se este promotor é justo como diz, vou sair daqui com o Márcio andando. E assim foi. Graças a Deus o doutor Cembranelli é um homem justo.
E graças a Deus, Dona Eglis, depois daquele furacão, o que ele considerou justo era a favor do seu filho. Porque se fosse contra, tenha certeza, iria ficar difícil. Ah, iria...
ESPECIALISTA DIZ QUE EXISTEM CERCA DE MIL VULCÕES EM ATIVIDADE EM TODO O MUNDO
Um especialista japonês em vulcões disse que o vulcão islandês que trouxe o caos aéreo para a Europa é apenas um dos cerca de mil ativos no mundo, entre os quais pelo menos dez estão em erupção.
Ele lembra que uma erupção mais intensa aconteceu há 19 anos, nas Filipinas. Na ocasião, a temperatura média do planeta caiu em torno de meio grau e desregulou o clima em diversos países anos seguintes.
Nesta terça (20), cerca de 75% do espaço aéreo europeu foi reaberto, inclusive no Reino Unido após cinco dias totalmente fechado.
EX JOGADORA DE SELEÇÃO DE VOLEI TENTA MANTER FILHO NO BRASIL
O advogado da ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira, Hilma Caldeira, entregou na Justiça Federal um pedido de habeas corpus para tentar suspender a decisão que a obriga a entregar o filho para o pai, que mora nos EUA.
A jogadora se divorciou há dois anos e conseguiu a guarda do filho pela Justiça brasileira, mas o pai recorreu e a Justiça Federal decidiu que a guarda do menino deve ser decidida pelas autoridades americanas.
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Valeo galera, até mais tarde às 16h com o Good Afternoon Brasil, até mais..
Jhonatan Willian // @jhousta //www.fotolog.com.br/jwcsantos
















2 comentários:
Adorei o aé hora de rir de hoje, parabens!
Obrigado Katarina, muito obrigado mesmo!!! Seu comentário sempre é bem vindo!!
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