25 de abril de 2010

Domingo Agora - Sexta Parte:

Começa agora a última parte do Domingo Agora com mais uma:

Intitulamos “droga” qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios, farmácias, tinturarias, etc., desde um pequeno comprimido para aliviar uma dor de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância tóxica que leva à dependência como o cigarro, e o álcool, que por sua vez têm sido sinônimo de entorpecente. As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e atingem o cérebro alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a reações agressivas. O que leva uma pessoa a usar drogas? Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares), coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.

BRASIL ESTÁ ENTRE 4 MAIORES USUÁRIOS DE DROGAS INJETÁVEIS

SÃO PAULO - O Brasil está entre os quatro países que mais consomem drogas injetáveis no mundo, mostrou um relatório anual sobre drogas da ONU divulgado nesta quarta-feira (24).
Brasil, China, Estados Unidos e Rússia têm as maiores populações de usuários de drogas injetáveis e juntos concentram 45% do total de consumidores desse tipo de droga no mundo, estimado entre 11 milhões e 21 mil pessoas.
O Relatório Mundial sobre Drogas, apresentado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) mostrou ainda declínio ou estabilidade no uso de cocaína, opiáceos (ópio, morfina e heroína) e maconha, mas tendência de alta para a produção e uso de drogas sintéticas em países em desenvolvimento.
"As estatísticas sobre drogas continuam falando em alto e bom som. O crescimento desenfreado observado no passado perdeu força e a crise dos anos 90 parece estar sob controle", apontou o diretor-executivo do UNODC, Antonio Maria Costa. "(Mas) as drogas continuam a exercer perigo à saúde da humanidade."
Segundo o relatório, entre 172 milhões e 250 milhões de pessoas consumiram drogas ilegais ao menos uma vez no ano passado em todo o mundo. De acordo com a pesquisa, baseada em questionários enviados pelos países à ONU, o uso de drogas injetáveis foi detectado em todas as regiões do mundo, inclusive em países onde ainda não havia sido reportado.
O estudo apontou ainda o Brasil como o maior mercado de cocaína da América do Sul, com cerca de 890.000 usuários, seguido pela Argentina, com aproximadamente 660.000 consumidores.
O país tem também o maior número de usuários de opiáceos na região, com 635.000 consumidores. A maioria usa opiáceos sintéticos, como analgésicos, e apenas uma pequena parte consome heroína, disse o relatório.
Entre as recomendações oferecidas pelo estudo, Costa aponta para a necessidade de maiores investimentos do Estado e mudanças na política de enfrentamento às drogas.
"Quem usa drogas necessita de assistência médica, e não de uma sanção criminal", disse ele. "Moradia, emprego, educação, acesso aos serviços públicos e ao lazer podem fazer com que as comunidades estejam menos vulneráveis às drogas e ao crime".Costa ressaltou ainda o impacto dos crimes relacionados a drogas. Ele admitiu que a criminalização das drogas gera um mercado paralelo, que causa violência e corrupção, mas vê propostas de legalização como "erro histórico".
"Quem propõe a legalização se equivoca nos dois sentidos", afirmou. "Um mercado liberado acarretaria uma epidemia de drogas... A legalização não é uma varinha mágica que acabaria tanto com o crime organizado quanto com o abuso de drogas."
O Relatório sobre Drogas da ONU reúne dados estatísticos enviados pelos países membros e análises sobre o mercado mundial de drogas ilegais, inclusive produção, tráfico e consumo.

Consumo de drogas no Brasil aumentou, diz ONU

O consumo de drogas aumentou no Brasil nos últimos anos, na contramão da tendência mundial de estabilidade. O país também se consolidou como centro de distribuição da cocaína colombiana e boliviana para os principais mercados consumidores. As conclusões estão em um relatório do Escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) contra Drogas e Crime, que será divulgado nesta terça-feira (26). Segundo o estudo, a proporção da população brasileira que consome cocaína cresceu de 0,4%, em 2001, para 0,7%, em 2005 - o que corresponde a 860 mil pessoas de 15 a 64 anos. Os estados do Sul e Sudeste são os que concentram maiores índices de consumidores.

O uso crescente da droga no Brasil elevou os índices da América Latina. O percentual da população dessa região que diz ter consumido cocaína ao menos uma vez na vida passou de 2,3% para 2,9%, no mesmo intervalo. Enquanto o consumo brasileiro aumentou, a produção de cocaína na América Latina sofreu uma queda de 2% entre 2005 e 2006, embora os números por país não sejam homogêneos. O cultivo de coca na Colômbia caiu 9%, mas aumentou 8% na Bolívia e 7% no Peru. Mas foi o consumo de maconha o que mais cresceu no Brasil. Em 2001, 1% dos brasileiros entre 15 e 65 anos consumia a droga. O índice subiu para 2,6% em 2005. Por outro lado, a ONU indica que o número de consumidores de maconha no mundo caiu de 162 milhões, em 2004, para 159 milhões, em 2005.
Houve também aumento no consumo de anfetaminas, que chega a 0,7% dos brasileiros, e de ecstasy, consumido por 0,2% da população. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

SEMANA QUE VEM VOLTAMOS COM MAIS UMA "REPORTAGEM ESPECIAL".


Agora mais informações para vocês.



Temporal destelha casas e derruba árvores no Paraná
Pelo menos 2.000 pessoas foram afetados por mau tempo segundo Defesa Civil


Ao menos 2.000 pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o Estado do Paraná entre a tarde da quinta-feira (22) e madrugada desta sexta-feira (23), segundo informações da Defesa Civil estadual. A chuva deixou pontos de alagamento e o vendaval destelhou casas e derrubou árvores em Curitiba e na região metropolitana e em cidades do interior, onde os estragos foram maiores. Ninguém ficou ferido ou morreu.
Foram registrados casos de enxurrada nas cidades de Francisco Beltrão, Palmas, Salgado Filho, Pato Branco e General Carneiro. As estimativas apontam para cerca 300 pessoas desalojadas - as que podem contar com a ajuda de amigos e parentes - e 58 desabrigadas - as que perderam tudo e necessitam de abrigos públicos.
O município de Cascavel sofreu com um vendaval durante a madrugada. Cerca de 80 casas tiveram os telhados destruídos devido aos fortes ventos. O aeroporto da cidade teve o telhado totalmente arrancado. Há galhos de árvores espalhados pela pista, o que deve impedir as operações de pouso e decolagem hoje. Várias outras edificações foram afetadas, dentre elas um posto do Corpo de Bombeiros, que teve parte do telhado de folhas de zinco arrancado.
Na capital, no bairro Fazendinha, um reservatório de água caiu, assustando os moradores de num condomínio. No Xaxim, o muro de um terreno em desnível desabou e atingiu uma das casas, destruindo parcialmente seu telhado. Na hora, não havia ninguém dentro da residência. Segundo o Corpo de Bombeiros, foram cerca de 45 casas com problemas nos telhados e mais de 27 quedas de árvores atendidas.

FONTES - JORNALISMO AGORA: R7

E o Domingo Agora de hoje fica por aqui. Voltamos na semana que vem. Tchau gente!

TV E DIVERSÃO - QUALIDADE E INFORMAÇÃO.

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